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Morro do Corcovado, a partir do Humaitá
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Morro do Corcovado, a partir do Humaitá
Georges Leuzinger
Humaitá
circa 1866

Panorama de Botafogo a partir do Humaitá
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Panorama de Botafogo a partir do Humaitá
Na foto vemos a Rua São Clemente, aberta junto ao Morro da Quinta do Vigário Geral (propriedade do padre Clemente de Matos). À São Clemente foram acrescidos o Caminho Novo de São Joaquim (atual Voluntários da Pátria), em 1826; a Real Grandeza, paralela à moldura da foto; Todos os Santos (atual Mena Barreto); e a de São João Batista. Podemos notar a construção da igreja de São João Batista na Rua Nova de São Joaquim, nas terras doadas por Joaquim Marques Leão, em 1831, somente concluída em 1875. A rua em frente ao cemitério é o velho Caminho do Berquó, atual Rua General Polidoro. A fotografia foi tirada da chácara do Senhor Rocha, onde Darwin teria se hospedado quando veio ao Rio, em 1832, como parte de sua viagem científica ao redor do mundo.
Georges Leuzinger
Botafogo ; Humaitá
circa 1866

Garagem de bondes nas proximidades do Largo dos Leões
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Garagem de bondes nas proximidades do Largo dos Leões
Atual Cobal do Humaitá
Augusto Malta
Rua Humaitá ; Humaitá
1930

Garagem e estação dos bondes da Rua Humaitá (atual Cobal do Humaitá); vista da Rua Humaitá
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Garagem e estação dos bondes da Rua Humaitá (atual Cobal do Humaitá); vista da Rua Humaitá
Augusto Malta
Rua Humaitá, entre a Rua David Campista e o Largo dos Leões ; Humaitá
circa 1930

Garagem de ônibus no Largo dos Leões
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Garagem de ônibus no Largo dos Leões
Possivelmente, trata-se de instalações da Light and Power Company (Light). Neste local atualmente funciona a Cobal do Humaitá.
Augusto Malta
Rua Voluntários da Pátria ; Humaitá
17 de outubro de 1927

Vista da Pedra da Gávea tomada do largo do Humaitá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Pedra da Gávea tomada do largo do Humaitá
Vista da Pedra da Gávea tomada do largo do Humaitá.
Marc Ferrez
Humaitá
circa 1900

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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A Rua São Clemente, artéria que corta Botafogo e encontra o Humaitá
Custodio Coimbra
Botafogo
3 de novembro de 2010

Bairro do Humaitá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bairro do Humaitá
Fotografia realizada por A. Frisch na cidade do Rio de Janeiro. A imagem integra o álbum Brasilien (Brasil), editado postumamente, em 1930, pelo filho de Frisch, Albert Frisch Junior, que se encarregou da casa editorial Kunstanstalt Albert Frisch fundada por seu pai. O álbum conta com 112 imagens, sendo 106 fotografias de Frisch e seis dos povos Uanana e Tukano realizadas pelo botânico também alemão Philipp von Luetzelburg no Alto Rio Negro, no final da década de 1920. Von Luetzelburg viveu mais de duas décadas no Brasil. Trabalhou na Inspetoria de Obras Contra as Secas e atuou, sobretudo, no nordeste do país. A partir de 1927 integrou o Serviço de Inspeção de Fronteiras, dirigido por Cândido Rondon, fazendo frequentes viagens à Amazônia. Apesar de sua contribuição para o conhecimento da flora brasileira, é impossível dissociar a figura de Von Luetzelburg de suas nefastas escolhas após o retorno a Alemanha em 1938. Recrutado por Heinrich Himmler, primo de sua esposa, ingressou na SS e chefiou o departamento de botânica da Ahnenerbe, a organização oficial encarregada de difundir suas teorias raciais nazistas.
Albert Frisch
Parque Municipal do Morro do Martelo ; Humaitá
circa 1865