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Igarapé São Vicente
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm34-0006.jpg
Igarapé São Vicente
Os Umauá são uma tribo indígena da etnia Caraíba que habitam áreas do rio Cuiari, no estado do Amazonas.Também são chamados de karihóna e hianákoto.
Albert Frisch
AM
1868

Palmeira Caranã - Mauritia carana
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm28-0007.jpg
Palmeira Caranã - Mauritia carana
Corresponde à sexagésima sexta prancha do álbum "Resultat d’une expédition photographique sur le Solimões ou Alto Amazonas et Rio Negro", publicado por George Leuzinger em 1869. A imagem está colada em cartão, que contém embaixo do titulo "Carana", a seguinte descrição: (Mauritia gracilis, Wall.) végétation de marais ou des terrains innondés dans le lac "Coari" [(Mauritia gracilis, Wall.) Vegetação pantanosa ou terras inundadas no lago "Coari"].
Albert Frisch
Lago Coari
1868

Lago Coari
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm28-0003.jpg
Lago Coari
Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Coari Novo", a seguinte descrição: (rive droite) 6.me Station de bateaux à Vapeur. 100 habitants, fondé il y a 10 ans [(margem direita) 6ª Estação de barcos a vapor; 100 habitantes, fundada há 10 anos]", na prancha de nº 65.
Albert Frisch
AM
1868

Tabatinga, na fronteira brasileira
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm27-0002.jpg
Tabatinga, na fronteira brasileira
Tabatinga é originária do povoado de São Francisco Xavier de Tabatinga, fundado na primeira metade do século XVIII por Fernando da Costa Ataíde Teives, que para ali transferiu um destacamento militar do Javari. Ali ficaria estabelecido então um posto de guarda de fronteiras entre os domínios de Espanha e Portugal. Tabatinga localiza-se no meio da selva amazônica, na margem esquerda do rio Solimões, e faz fronteira com a Colômbia e o Peru. Durante muito tempo foi um subdistrito de Benjamin Constant, distrito-sede da região. Foi somente em 1981 que Tabatinga tornou-se um município independente. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões", com o título "Tabatinga (côte du Pérou, rive gauche) - Derniner poste militaire brésilien, à la frontière du Pérou, fondé en 1766. [Tabatinga (Lado peruano, margem esquerda), último posto militar brasileiro, na fronteira com o Per, fundado em 1766]", na prancha de nº 2.
Albert Frisch
Tabatinga
1868

Povoado de Letícia, na fronteira peruana
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm27-0001.jpg
Povoado de Letícia, na fronteira peruana
O povoado de Letícia foi fundado em 1867 por peruanos, hoje faz parte da Colômbia. Está localizado na margem esquerda do rio Amazonas. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões", com o título "Loetitia (Rive gauche) - Poste militaire péruvien à 2 lieus de Tabatinga [Leticia (Margem esquerda) - Posto militar peruano a duas léguas de Tabatinga", na prancha de nº 1.
Albert Frisch
Letícia
1868

Sangra d'água
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0037.jpg
Sangra d'água
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Corresponde à quinquagésima sexta prancha do álbum "Resultat d’une expédition photographique sur le Solimões ou Alto Amazonas et Rio Negro", publicado por George Leuzinger em 1869. A imagem está colada em cartão, que contém embaixo do titulo "Tinambucca", com a seguinte descrição: (inconnu de nous botaniquement) sur l'Amazonas, 170 pieds de haute, arbre dont les Indiens construisent les pirogues de grande dimension [(botanicamente desconhecido para nós) no Amazonas, 170 pés de altura, árvore da qual os índios constroem as canoas de grande dimensão.].
Albert Frisch
Rio Solimões (Alto Amazonas)
1868

Cumarú
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0036.jpg
Cumarú
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Cumarú", a seguinte descrição: (Dipterix odorata, W.) 140 pieds de haut, bois de constructions navales, le fruit renferme une gousse, contenant un pois dont on extrait une huile qui est l'un des meilleurs parfums connu; (Article d'exportation) [(Dipterix odorata, W.) [140 pés de altura, madeira de construção naval, o fruto contém uma vagem, contendo uma ervilha da qual é extraído um óleo que é um dos perfumes mais conhecidos; (Item de exportação)]", na prancha de nº 57.
Albert Frisch
Rio Solimões (Alto Amazonas)
1868

Paxiúba barriguda
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0035.jpg
Paxiúba barriguda
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Palmiers "Pachiuba bariguda" (Iriartea ventricosa, Mart.) - très rare [Palmeira (Pachiuba bariguda"", muito rara]", na prancha de nº 27.
Albert Frisch
Rio Solimões (Alto Amazonas)
1868

[Muera Tinca]
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0034.jpg
[Muera Tinca]
Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Muera tinca", com a seguinte descrição: (Inconnu de nous en botanique), 200 pieds de haut, bois de construction [(desconhecido para nós botanicamente). 200 pés de altura, madeira de construção], na prancha de nº 46.
Albert Frisch
AM
1868

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