Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Igreja de Santa Efigênia - altar colateral
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG002-035.jpg
Igreja de Santa Efigênia - altar colateral
A igreja de Santa Efigênia foi erguida entre 1720 e 1785 e teria sido construída por Chico Rei com o ouro extraído da mina da Encardideira. A talha foi feita por Francisco Xavier de Brito e a supervisão técnica foi de Manuel Francisco Lisboa, o Aleijadinho.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua de Santa Efigênia
1970s

Igreja de São Francisco de Assis - teto da nave
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG002-039.jpg
Igreja de São Francisco de Assis - teto da nave
A Igreja de São Francisco de Assis é considerada um dos maiores símbolos do barroco mineiro, e tem como destaque obras do escultor Aleijadinho. Começou a ser construída em 1766, quando Ouro Preto era ainda um vila e se beneficiava da grande quantidade de ouro extraído da região. Foi financiada pela Ordem Terceira de São Francisco de Assis, que contratou Aleijadinho (Manuel Francisco Lisboa) para fazer a planta geral da igreja, tribuna do altar-mor, altares laterais e algumas esculturas. O forro foi pintado por mestre Ataíde (Manuel da Costa Ataíde), que utilizou a técnica italiana "trompe l'oeil", que cria uma ilusão de ótica no espectador.
Augusto Carlos da Silva Telles
Bairro de Antônio Dias
1970s

Igreja de Nossa Senhora do Carmo - detalhe da portada
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG002-083.jpg
Igreja de Nossa Senhora do Carmo - detalhe da portada
A igreja de Nossa Senhora do Carmo, projetada por Manuel Francisco Lisboa, começou a ser construída em 1766 e foi concluída somente em 1772, no local da Capela de Santa Quitéria. A igreja foi posteriormente modificada por Antônio Francisco Lisboa (Aleijadinho).
Augusto Carlos da Silva Telles
Antigo Morro de Santa Quitéria
1970s

Igreja de Nossa Senhora do Carmo - altar colateral
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG003-002.jpg
Igreja de Nossa Senhora do Carmo - altar colateral
A igreja de Nossa Senhora do Carmo, projetada por Manuel Francisco Lisboa, começou a ser construída em 1766 e foi concluída somente em 1772, no local da Capela de Santa Quitéria. A igreja foi posteriormente modificada por Antônio Francisco Lisboa (Aleijadinho).
Augusto Carlos da Silva Telles
Antigo Morro de Santa Quitéria
1970s

Basílica da Sé - altar do transepto
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG003-018.jpg
Basílica da Sé - altar do transepto
A Catedral Basílica da Sé ou Igreja de Nossa Senhora da Assunção é fruto da primitiva ermida de Nossa Senhora da Conceição construída em 1703 pelo capitão português Antônio Pereira Machado. Depois de sucessivas ampliações, a igreja ficou pronta em 1760, e em 1798 decidiu-se que o templo seria reedificado em pedra e cal. As obras, pagas com os rendimentos dos dízimos, começaram em 1801 e limitaram-se somente à fachada. Exteriormente o templo apresenta um aspecto bastante sóbrio, conferido pelo barroco jesuítico, mas seu interior impressiona pela riqueza da ornamentação, contendo um dos mais ricos conjuntos de talha de Minas Gerais. Um dos grandes destaques da igreja é o órgão doado no século XVIII por D. João V. Fabricado na Alemanha, chegou à Mariana em 1752 e foi assentado na Sé por Manuel Francisco Lisboa, pai de Aleijadinho.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Cláudio Manoel ou da Sé
1970s

Igreja Matriz de Santo Antônio - órgão
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG003-024.jpg
Igreja Matriz de Santo Antônio - órgão
A igreja Matriz de Santo Antônio começou a ser construída em 1710 no lugar da primeira Matriz da Comarca do Rio das Mortes, por iniciativa da Irmandade do Santíssimo Sacramento, fundada naquele mesmo ano. O templo está sobre uma grande colina e sua fachada apresenta duas torres bem desenhadas, frontão composto por duas largas volutas e é ornamentada com rocalhas encimadas por pináculos. O frontispício foi concluído entre 1810 e 1816, com risco de Aleijadinho e obras a cargo do mestre Cláudio Pereira Viana, responsável também pela escadaria e balaustrada do adro. Toda a fachada do templo foi feito em taipa, tijolos e argamassa. No interior da igreja há seis altares e o altar-mor, e a talha da capela-mor é considerada um dos mais belos exemplos de talha barroca D. João V no Brasil. Em 1786 a Irmandade encomendou um novo órgão em Portugal, para substituir o pequeno instrumento que ficava no coro da Matriz. A parte mecânica chegou a Tiradentes em 1788, e foi contratado o entalhador Salvador de Oliveira para desenhar a caixa do órgão e executar a talha. A pintura e o douramento, feitos em 1798, ficaram a cargo de Manoel Victor de Jesus.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Igreja de São Francisco de Assis - altar-mor
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRMG003-025.jpg
Igreja de São Francisco de Assis - altar-mor
A igreja de São Francisco de Assis foi construída a partir da iniciativa da Ordem Terceira de São Francisco. A licença para a obra foi concedida por D. Frei Manuel da Cruz em 1761, e a construção teve início no ano seguinte, devendo obedecer ao risco do Padre Ferreira da Rocha. No entanto, o risco seguido foi o do arquiteto José Pereira dos Santos. A pedra fundamental foi colocada em 1763, e em 1777 já estavam concluídas a capela-mor, a sacristia e a casa do noviciado. A primeira missa foi rezada em 6 de dezembro desse mesmo ano. Em 1783 foram feitos um novo frontispício e torres, e modificou-se o arco do coro. Em 1793 foi terminada a capela-mor, sacristia, noviciado e corredores, e depois de 1794 foram feitas ainda trabalhos de pintura. Trabalham na capela alguns renomados artistas da época, como Manuel da Costa Athaíde e Francisco Vieira Servas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Largo de São Francisco
1970s

Igreja de São Francisco de Assis - altar colateral
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG003-026.jpg
Igreja de São Francisco de Assis - altar colateral
A igreja de São Francisco de Assis foi construída a partir da iniciativa da Ordem Terceira de São Francisco. A licença para a obra foi concedida por D. Frei Manuel da Cruz em 1761, e a construção teve início no ano seguinte, devendo obedecer ao risco do Padre Ferreira da Rocha. No entanto, o risco seguido foi o do arquiteto José Pereira dos Santos. A pedra fundamental foi colocada em 1763, e em 1777 já estavam concluídas a capela-mor, a sacristia e a casa do noviciado. A primeira missa foi rezada em 6 de dezembro desse mesmo ano. Em 1783 foram feitos um novo frontispício e torres, e modificou-se o arco do coro. Em 1793 foi terminada a capela-mor, sacristia, noviciado e corredores, e depois de 1794 foram feitas ainda trabalhos de pintura. Trabalham na capela alguns renomados artistas da época, como Manuel da Costa Athaíde e Francisco Vieira Servas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Largo de São Francisco
1970s

Igreja de São Francisco de Assis - sacristia
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG003-059.jpg
Igreja de São Francisco de Assis - sacristia
A Igreja de São Francisco de Assis é considerada um dos maiores símbolos do barroco mineiro, e tem como destaque obras do escultor Aleijadinho. Começou a ser construída em 1766, quando Ouro Preto era ainda um vila e se beneficiava da grande quantidade de ouro extraído da região. Foi financiada pela Ordem Terceira de São Francisco de Assis, que contratou Aleijadinho (Manuel Francisco Lisboa) para fazer a planta geral da igreja, tribuna do altar-mor, altares laterais e algumas esculturas. O forro foi pintado por mestre Ataíde (Manuel da Costa Ataíde), que utilizou a técnica italiana "trompe l'oeil", que cria uma ilusão de ótica no espectador.
Augusto Carlos da Silva Telles
Bairro de Antônio Dias
1970s