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Lago
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Lago
O parque São Clemente, tem uma área de 225 mil metros quadrados, dos quais 80 mil em jardins, projetados por Glaziou, paisagista francês, também responsável pelo projeto da Quinta da Boa Vista. Teve sua Sede Nobre edificada em 1860. Pertenceu à família do Barão de Nova Friburgo, e em 1883 a residência foi visitada pelo Imperador D. Pedro II. Em 1913, os descendentes do Barão de Nova Friburgo venderam o Parque São Clemente ao Dr. Eduardo Guinle, passando assim a pertencer à sua família e herdeiros. O acervo arquitetônico do prédio guarda os aspectos da segunda metade do século XIX.
Augusto Carlos da Silva Telles
Parque São Clemente
1970s

Lago principal - Templo de Apolo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Lago principal - Templo de Apolo
A origem da Quinta da Boa Vista está na Fazenda de São Cristóvão, uma das muitas propriedades jesuítas absorvidas pela coroa portuguesa quando da expulsão dos padres daquela ordem. Na República, funcionou no palácio a primeira Assembléia Constituinte do novo regime e, a partir de 1892, ali se instalou o Museu Nacional, hoje importante centro de pesquisas nas áreas de Ciências Humanas e Naturais.
Augusto Carlos da Silva Telles
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão
1970s

Lago principal - Templo de Apolo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Lago principal - Templo de Apolo
A origem da Quinta da Boa Vista está na Fazenda de São Cristóvão, uma das muitas propriedades jesuítas absorvidas pela coroa portuguesa quando da expulsão dos padres daquela ordem. Na República, funcionou no palácio a primeira Assembléia Constituinte do novo regime e, a partir de 1892, ali se instalou o Museu Nacional, hoje importante centro de pesquisas nas áreas de Ciências Humanas e Naturais.
Augusto Carlos da Silva Telles
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão
1970s

Série China
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série China
Fotografia integra conjunto realizado em agosto de 1982, quando Maureen Bisilliat e o jornalista Edson Higo do Prado viajaram para a China e percorreram as cidades de Bejing, Hohhot, Mongólia Interna, Satong, Xian, Guangzhou e Guilin. O objetivo era produzir uma reportagem para a Revista Quatro Rodas, periódico para o qual a fotógrafa já colaborava desde a década de 1960. A matéria, intitulada “China, o império do centro do mundo”, foi publicada em dezembro de 1982 e mostrou os mais variados aspectos da sociedade chinesa. Maureen recebeu o Prêmio Fotojornalismo Abril por essa reportagem.
Maureen Bisilliat
República Popular da China
1982

Série China
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série China
Fotografia integra conjunto realizado em agosto de 1982, quando Maureen Bisilliat e o jornalista Edson Higo do Prado viajaram para a China e percorreram as cidades de Bejing, Hohhot, Mongólia Interna, Satong, Xian, Guangzhou e Guilin. O objetivo era produzir uma reportagem para a Revista Quatro Rodas, periódico para o qual a fotógrafa já colaborava desde a década de 1960. A matéria, intitulada “China, o império do centro do mundo”, foi publicada em dezembro de 1982 e mostrou os mais variados aspectos da sociedade chinesa. Maureen recebeu o Prêmio Fotojornalismo Abril por essa reportagem.
Maureen Bisilliat
República Popular da China
1982

Série China
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série China
Fotografia integra conjunto realizado em agosto de 1982, quando Maureen Bisilliat e o jornalista Edson Higo do Prado viajaram para a China e percorreram as cidades de Bejing, Hohhot, Mongólia Interna, Satong, Xian, Guangzhou e Guilin. O objetivo era produzir uma reportagem para a Revista Quatro Rodas, periódico para o qual a fotógrafa já colaborava desde a década de 1960. A matéria, intitulada “China, o império do centro do mundo”, foi publicada em dezembro de 1982 e mostrou os mais variados aspectos da sociedade chinesa. Maureen recebeu o Prêmio Fotojornalismo Abril por essa reportagem.
Maureen Bisilliat
República Popular da China
1982

Série China
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
02413CHI1503.jpg
Série China
Fotografia integra conjunto realizado em agosto de 1982, quando Maureen Bisilliat e o jornalista Edson Higo do Prado viajaram para a China e percorreram as cidades de Bejing, Hohhot, Mongólia Interna, Satong, Xian, Guangzhou e Guilin. O objetivo era produzir uma reportagem para a Revista Quatro Rodas, periódico para o qual a fotógrafa já colaborava desde a década de 1960. A matéria, intitulada “China, o império do centro do mundo”, foi publicada em dezembro de 1982 e mostrou os mais variados aspectos da sociedade chinesa. Maureen recebeu o Prêmio Fotojornalismo Abril por essa reportagem.
Maureen Bisilliat
República Popular da China
1982

Série Bolívia
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Bolívia
Fotografia integra conjunto realizado na década de 1970, quando Maureen Bisilliat fotografou aspectos culturais e sociais dos altiplanos andinos na Bolívia. Algumas das imagens foram publicadas no livro “Fotografias” (2019) e expostas na galeria do Centro de Comunicações e Artes do Senac - SP em 1999.
Maureen Bisilliat
Bolívia
1970s

Série Bolívia
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Bolívia
Fotografia integra conjunto realizado na década de 1970, quando Maureen Bisilliat fotografou aspectos culturais e sociais dos altiplanos andinos na Bolívia. Algumas das imagens foram publicadas no livro “Fotografias” (2019) e expostas na galeria do Centro de Comunicações e Artes do Senac - SP em 1999.
Maureen Bisilliat
Bolívia
1970s