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Casa dos Sete Candeeiros - Portada
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Casa dos Sete Candeeiros - Portada
Considerada uma casa nobre urbana, com forte caráter defensivo, pertenceu aos jesuítas até a expulsão dos religiosos do país, tendo sido leiloada em seguida. A construção foi feita em alvenaria de pedra e cal, com divisórias do tipo parede francesa, e sua planta retangular foi desenvolvida em dois pavimentos mais o sótão. Foi chamada Casa dos Sete Candeeiros por causa de sete lampiões de azeite nela pendurados durante a estadia da corte de D. João VI, em 1808.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua São Francisco, Centro
1970s

Casa dos Sete Candeeiros
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA001-046.jpg
Casa dos Sete Candeeiros
Considerada uma casa nobre urbana, com forte caráter defensivo, pertenceu aos jesuítas até a expulsão dos religiosos do país, tendo sido leiloada em seguida. A construção foi feita em alvenaria de pedra e cal, com divisórias do tipo parede francesa, e sua planta retangular foi desenvolvida em dois pavimentos mais o sótão. Foi chamada Casa dos Sete Candeeiros por causa de sete lampiões de azeite nela pendurados durante a estadia da corte de D. João VI, em 1808.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua São Francisco ; Centro
1970s

Casa dos Sete Candeeiros - Portada
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA001-047.jpg
Casa dos Sete Candeeiros - Portada
Considerada uma casa nobre urbana, com forte caráter defensivo, pertenceu aos jesuítas até a expulsão dos religiosos do país, tendo sido leiloada em seguida. A construção foi feita em alvenaria de pedra e cal, com divisórias do tipo parede francesa, e sua planta retangular foi desenvolvida em dois pavimentos mais o sótão. Foi chamada Casa dos Sete Candeeiros por causa de sete lampiões de azeite nela pendurados durante a estadia da corte de D. João VI, em 1808.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua São Francisco ; Centro
1970s

Capela de Nossa Senhora da Ajuda
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Capela de Nossa Senhora da Ajuda
A capela de Nossa Senhora D'Ajuda, foi construída no local onde havia originalmente a capela de Nossa Senhora do Rosário, na sede da propriedade rural do capitão Rodrigues Celestino Adorno. A capela foi reconstruída em 1673 e no ano seguinte elevada à matriz. No entanto, as obras só ficariam prontas em 1687. Com a construção de uma nova igreja matriz para a cidade a capela foi cedida para a confraria de São Pedro dos Clérigos, que foi extinta e, consequentemente, a capela foi abandonada. Em 1872 os músicos da cidade organizaram-se numa irmandade - a de Nossa Senhora d'Ajuda - e transformaram a capela em sua sede.
Augusto Carlos da Silva Telles
Largo da Ajuda, Centro
1970s

Casa dos Sete Candeeiros
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRBA002-060.jpg
Casa dos Sete Candeeiros
Considerada uma casa nobre urbana, com forte caráter defensivo, pertenceu aos jesuítas até a expulsão dos religiosos do país, tendo sido leiloada em seguida. A construção foi feita em alvenaria de pedra e cal, com divisórias do tipo parede francesa, e sua planta retangular foi desenvolvida em dois pavimentos mais o sótão. Foi chamada Casa dos Sete Candeeiros por causa de sete lampiões de azeite nela pendurados durante a estadia da corte de D. João VI, em 1808.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua São Francisco ; Centro
1970s

Casa dos Sete Candeeiros
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRBA003-027.jpg
Casa dos Sete Candeeiros
Considerada uma casa nobre urbana, com forte caráter defensivo, pertenceu aos jesuítas até a expulsão dos religiosos do país, tendo sido leiloada em seguida. A construção foi feita em alvenaria de pedra e cal, com divisórias do tipo parede francesa, e sua planta retangular foi desenvolvida em dois pavimentos mais o sótão. Foi chamada Casa dos Sete Candeeiros por causa de sete lampiões de azeite nela pendurados durante a estadia da corte de D. João VI, em 1808.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua São Francisco ; Centro
1970s

Casa dos Sete Candeeiros
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRBA003-031.jpg
Casa dos Sete Candeeiros
Considerada uma casa nobre urbana, com forte caráter defensivo, pertenceu aos jesuítas até a expulsão dos religiosos do país, tendo sido leiloada em seguida. A construção foi feita em alvenaria de pedra e cal, com divisórias do tipo parede francesa, e sua planta retangular foi desenvolvida em dois pavimentos mais o sótão. Foi chamada Casa dos Sete Candeeiros por causa de sete lampiões de azeite nela pendurados durante a estadia da corte de D. João VI, em 1808.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua São Francisco ; Centro
1970s