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Ponte Medieval de Vilar dos Mouros
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Ponte Medieval de Vilar dos Mouros
Augusto Carlos da Silva Telles
Estrada da Ponte
s.d.

Igreja de Nossa Senhora da Corrente - vista posterior
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja de Nossa Senhora da Corrente - vista posterior
A Igreja de Nossa Senhora da Corrente, também conhecida como Igreja dos Lemos, teve sua construção iniciada em 1764 mas foi concluída somente em 1790. Conhecida como uma das mais exuberantes igrejas do Brasil, integra o Centro Histórico de Penedo e é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 1964.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro histórico
1970s

Igreja de Nossa Senhora da Corrente - vista posterior
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRSE003-015.jpg
Igreja de Nossa Senhora da Corrente - vista posterior
A Igreja de Nossa Senhora da Corrente, também conhecida como Igreja dos Lemos, teve sua construção iniciada em 1764 mas foi concluída somente em 1790. Conhecida como uma das mais exuberantes igrejas do Brasil, integra o Centro Histórico de Penedo e é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 1964.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro histórico
1970s

Ruínas do Forte Príncipe da Beira às margens do Rio Guaporé
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Ruínas do Forte Príncipe da Beira às margens do Rio Guaporé
A construção do Forte teve início em 2 de junho de 1776 pelo engenheiro italiano Domingos Samboceti, que morreu vitimado pela malária no meio das obras. Quem continuou a empreitada foi o engenheiro Ricardo Franco de Almeida e Serra, que concluiu as obras em 20 de agosto de 1783. O objetivo da fortaleza era consolidar a posse da Coroa portuguesa sobre as terras nas margens dos rios Guaporé e Mamoré, no extremo noroeste do país, no coração da floresta Amazônica. Abandonado em 1889, permaneceu esquecido por mais de 40 anos. Em 1914 foi reencontrado pelo Marechal Rondon, que somente em 1930 construiu as instalações da unidade militar levantada ao lado das ruínas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Guajará-Mirim
1970s

Ruínas do Forte Príncipe da Beira às margens do Rio Guaporé
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Ruínas do Forte Príncipe da Beira às margens do Rio Guaporé
A construção do Forte teve início em 2 de junho de 1776 pelo engenheiro italiano Domingos Samboceti, que morreu vitimado pela malária no meio das obras. Quem continuou a empreitada foi o engenheiro Ricardo Franco de Almeida e Serra, que concluiu as obras em 20 de agosto de 1783. O objetivo da fortaleza era consolidar a posse da Coroa portuguesa sobre as terras nas margens dos rios Guaporé e Mamoré, no extremo noroeste do país, no coração da floresta Amazônica. Abandonado em 1889, permaneceu esquecido por mais de 40 anos. Em 1914 foi reencontrado pelo Marechal Rondon, que somente em 1930 construiu as instalações da unidade militar levantada ao lado das ruínas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Guajará-Mirim
1970s

Vista aérea da cidade e do Rio Anil
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Vista aérea da cidade e do Rio Anil
Augusto Carlos da Silva Telles
São Luís
1970s

Vista de casas com rio ao fundo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRES002-045.jpg
Vista de casas com rio ao fundo
Augusto Carlos da Silva Telles
ES
1970s

Vista de casas com rio ao fundo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRES002-044.jpg
Vista de casas com rio ao fundo
Augusto Carlos da Silva Telles
ES
1970s

Aspectos de rua com casas e rio ao fundo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Aspectos de rua com casas e rio ao fundo
Augusto Carlos da Silva Telles
ES
1970s