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Alfândega
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Alfândega
Maquete do edifício da Alfândega, onde ficariam instalados o guardamoria e o laboratório de análises.
Jerry
Saúde
junho de 1939

Aqueduto
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Aqueduto
Obras de restauro no Aqueduto da Carioca, também conhecido como Arcos da Lapa, para os festejos do VI Centenário da Cidade do Rio de Janeiro.
Lapa
julho de 1965

Aqueduto
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Aqueduto
Obras de restauro no Aqueduto da Carioca, também conhecido como Arcos da Lapa, para os festejos do VI Centenário da Cidade do Rio de Janeiro.
Lapa
julho de 1965

Avenida Vieira Souto
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Avenida Vieira Souto
Maquete da Avenida Vieira Souto.
Ipanema
8 de novembro de 1973

Avenida Vieira Souto
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Avenida Vieira Souto
DER-GB - Departamento de Estradas de Rodagem do Estado da Guanabara – Serviço de divulgação
Ipanema
30 de novembro de 1973

Avenidas
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Avenidas
Avenida Radial Oeste (Avenida Presidente Castelo Branco)
dezembro de 1953

Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Inspirado na Maison de Répos de Artistes Dramatiques Français, fundada em 1840 pelo barão Isidore Taylor (1789 - 1879), nos arredores de Paris, o ator Leopoldo Fróes (1882 - 1932) criou no Rio de Janeiro, então a capital administrativa e cultural do Brasil, a Casa dos Artistas, destinada a profissionais idosos que viveram da música, do teatro, do cinema, da televisão, do rádio ou do circo, tanto como estrelas como atuando nos bastidores. Foi oficialmente fundada em 13 de agosto de 1918, no Teatro Trianon, por 68 profissionais. Seus primeiros presidente e vice-presidente foram os atores Leopoldo Fróes e Eduardo Leite (1868 - 1920), eleitos poucos dias depois. A sede social da Casa dos Artistas ficava na rua Espírito Santo, 53. O terreno do Retiro dos Artistas, localizado em Jacarepaguá, foi doado pelo tcheco Frederico Figner (1866 - 1947), fundador da Casa Edison, pioneiro na comercialização de fonógrafos no Brasil. A primeira sede do Retiro dos Artistas foi inaugurada em 25 de abril de 1919 (A Noite, 26 de abril de 1919, primeira coluna). A pedra fundamental da atual sede, no mesmo terreno da primeira, foi lançada em 20 de novembro de 1922, e a inauguração aconteceu em 20 de janeiro de 1925
Jacarepaguá
1931

Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Arquivo/Coleção: Diários Associados
036ACASA0076F003.jpg
Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Inspirado na Maison de Répos de Artistes Dramatiques Français, fundada em 1840 pelo barão Isidore Taylor (1789 - 1879), nos arredores de Paris, o ator Leopoldo Fróes (1882 - 1932) criou no Rio de Janeiro, então a capital administrativa e cultural do Brasil, a Casa dos Artistas, destinada a profissionais idosos que viveram da música, do teatro, do cinema, da televisão, do rádio ou do circo, tanto como estrelas como atuando nos bastidores. Foi oficialmente fundada em 13 de agosto de 1918, no Teatro Trianon, por 68 profissionais. Seus primeiros presidente e vice-presidente foram os atores Leopoldo Fróes e Eduardo Leite (1868 - 1920), eleitos poucos dias depois. A sede social da Casa dos Artistas ficava na rua Espírito Santo, 53. O terreno do Retiro dos Artistas, localizado em Jacarepaguá, foi doado pelo tcheco Frederico Figner (1866 - 1947), fundador da Casa Edison, pioneiro na comercialização de fonógrafos no Brasil. A primeira sede do Retiro dos Artistas foi inaugurada em 25 de abril de 1919 (A Noite, 26 de abril de 1919, primeira coluna). A pedra fundamental da atual sede, no mesmo terreno da primeira, foi lançada em 20 de novembro de 1922, e a inauguração aconteceu em 20 de janeiro de 1925
Jacarepaguá
1931

Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Arquivo/Coleção: Diários Associados
036ACASA0076F004.jpg
Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Inspirado na Maison de Répos de Artistes Dramatiques Français, fundada em 1840 pelo barão Isidore Taylor (1789 - 1879), nos arredores de Paris, o ator Leopoldo Fróes (1882 - 1932) criou no Rio de Janeiro, então a capital administrativa e cultural do Brasil, a Casa dos Artistas, destinada a profissionais idosos que viveram da música, do teatro, do cinema, da televisão, do rádio ou do circo, tanto como estrelas como atuando nos bastidores. Foi oficialmente fundada em 13 de agosto de 1918, no Teatro Trianon, por 68 profissionais. Seus primeiros presidente e vice-presidente foram os atores Leopoldo Fróes e Eduardo Leite (1868 - 1920), eleitos poucos dias depois. A sede social da Casa dos Artistas ficava na rua Espírito Santo, 53. O terreno do Retiro dos Artistas, localizado em Jacarepaguá, foi doado pelo tcheco Frederico Figner (1866 - 1947), fundador da Casa Edison, pioneiro na comercialização de fonógrafos no Brasil. A primeira sede do Retiro dos Artistas foi inaugurada em 25 de abril de 1919 (A Noite, 26 de abril de 1919, primeira coluna). A pedra fundamental da atual sede, no mesmo terreno da primeira, foi lançada em 20 de novembro de 1922, e a inauguração aconteceu em 20 de janeiro de 1925
Jacarepaguá
1931