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-;-;-;-;-;-;Num sentido estrito...;Labirinto;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Companheiros/Fazer um discurso...;-;Bar doce lar;-;Marília: textura e contextura;-;Carta aos homens de boa vontade e poucas armas;-;-;-;-;-;-;Adeus ao velho Braga;-;-;-;-;Ainda escritor e leitor;-;A boca do inferno;-;Em 1946, Sagarana...;-;-;O braço direito: dossiê (A criada... fala sozinha...);-;-;-;Parcimônia/Parcimonioso/Aleijadinho...;-;-;-;-;A geração de 45;-;-;Aluna, entre outros;-;Boca no trombone;-;O barco;-;-;-;Brasil participa de congresso de mágica na Itália;-;-;Começar "Vamos matar vovô" com a família...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;João Garrafinha: toucinho preso em...;-;-;Raízes do Brasil 1ª edição...;-;-;-;Pedro Viaduto [pg 12] é Pedro Gabriel...;-;-;-;-;-;A República de meus sonhos;-;-;-;Acendam a luz, por favor;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Nênia para o MDB;Vozes de Minas;Vamos olhar para trás;Ontens que choram;A pequena via do grande Braga;O elo partido;Um só pecado mortal...;Cão de estimação...;Direito autoral: Maria Julieta...;O olhar indireto...;O braço direito: dossiê (Ao bazar persa...);Fina e astuta, minha caligrafia...;Simão, filho de Chica da Silva...;Fumo/Deixar de fumar;Betinho: Volte p/o Brasil...;Simeão: estilita, o jovem com a fama...;Fantasma: dic. etimol...;Sintomático aparelho...;A história das casas de Maura;[Fotografia];A árvore do menino;A conquista do futuro;A esquerda ainda não entendeu o PT;A luz das entranhas e o anel de grau;Sevilha;A única e verdadeira entrevista com mulher nua;Abílio Santos Novais. Missa de 7º dia;Antologia em miniatura;As fontes ideológicas da sedição;Assalto na Lagoa;Aurora de um novo mundo;Ave, Eva;Já não se fazem cristãos como antigamente (Atos dos apóstolos)...;Chamada;Press statement from amnesty international;New York; A Heráclito;Ata do Sabadoyle - João Guimarães Rosa: as sete sereias do longe
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A República de meus sonhos
Crônica
Otto Lara Resende
Local não identificado
1969

Árvore brônquica...;-;-;-;-;-;Retórica e assombração;-;Em sombra.../Fomos levados...;-;-;-;Afonso Arinos: o Homem, o cidadão, o historiador;-;Um nome como...;-;-;Poluição da língua;-;-;-;-;A magna carta brasileira;-;-;Amantes afogados;A torta e a unha;-;-;A morte rompe o segredo;-;-;Anuário brasileiro de literatura - Irmãos Pongetti, editores - Rio 1940;-;-;-;Convém falar de outros alagoanos...;-;-;-;-;Telef. Teresinha...;-;-;-;-;-;Coronel Xavier Chaves, antigo povoado...;-;-;A peregrinação saborosa de Antônio Alçada;-;-;-;-;-;Um mandato a confirmar;-;-;-;-;O piano de Mário e o violino de Vitor;-;Receita nº 3;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (BD: Que é a confissão...);-;A roupa sob medida;-;-;-;1) Prata da casa. 2) A mulher do inocente;-;A velharia e os novíssimos;-;-;-;-;Só vale escrever o que passa no sangue;-;-;Meu querido precipício;-;-;-;-;-;-;Plano de pesquisa e microfilmagem nos arquivos portugueses;-;Cachorrinha d'água...;-;Conheço-te há três meses...;-;-;A construção dos demolidores;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Adeus, neguinho;Punhais de agosto;-;-;-;-;Poema em 2 movimentos;O braço direito: dossiê (O coveiro...);-;Se há um mistério que...;-;-;A façanha do presidente;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;No tempo da palmatória;Adeus, neguinho;Paris: ida e volta;[Circo-lar];O poeta, solitário no Marrocos, bebe: contribuição de Otto Lara Resende ao Plano de Salvação Nacional, organizado pelo I.P.C.G.V.D.;São desgraças do Brasil...;Eunice/À mão livre;O braço direito: dossiê (A cruz que aqui desembarcou...);O braço direito: dossiê (Xto veio ao mundo...);No ano de 1950, fez-se ainda...;O patrão: maneira subalterna...;Afirmam que o mundo...;Pedro Moreira Barbosa...;A guerra das vedetes;Acaba de aparecer o primeiro romance de Otto Lara Resende;Ainda Vinicius;As memórias de Eugênio Gudin;Assombração;A boca do inferno;Bola com o Brasil;Brasil, Portugal e o demônio;O sr. Otto Lara...;Versos para André
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Acaba de aparecer o primeiro romance de Otto Lara Resende
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
6 de dezembro de 1963

Clima do homem/Nota internacional/Estabilização monetária/Alimento de pobres/Loucura dialética;Duas espécies de velhice;O obscuro sentido da tragédia;Rabo de papel e outros rabos;Poetas e cidades;Raízes: ontem, hoje;Tartufaria;Vila Rica, cidade livre;O pastel de vento e os bacuraus;Os vários nomes da lisonja;Incoerência e mundo novo;Eleições cá e lá;Visão de um transeunte;Por entre os astros subindo;Ratos e cometas;O apolíneo e o dionisíaco;Tiro pela culatra;O gigante vota, mas não lê;Cansado como um rio;Enfim, o grito das urnas;Voo rasante;O poético meio circulante;Franco-atirador;Precisa-se de um mágico;Papo de logradouro;Modos, senhores;Reminiscências;O quarto escuro dos aposentados;Uma casa muito engraçada;O médico do poeta;Três poetas e um prosador da Na geração;Gosto de complicar;Júpiter e o urubu;Quando a República não vomitava a morte;Santa Fé;Cidade e delírio: ontem e hoje;Hoje é ontem;Oliver Twist;Não é uma bobagem;Cineminha de segunda-feira;Sem contar a deslealdade e a desonestidade;Dinheiro voador;Valium-me, Deus!;O mundo, a esta altura;Execução pela alvorada;A batalha aérea vista do chão;Cala-te, boca;Capital do horror;Chuvaceiros: de 1500 a 1988;Começos de um poeta;Constituinte: o zoo;Cultura, uma revista e um milagre;Da mãe gentil ao feio gentílico;Deduções fáceis em torno de Minas;Desterro cultural;Dupla redenção;Esquecer e lembrar;Este sol impagável;Estudantes no Brasil: um exame de violência;Exumação do retrato;Fidel um homem contra o continente;Finlândia: a indústria moderna vizinha do pólo norte;General, sapo e rosa;Hong-Kong (hong-kong);Horóscopo do Brasil;Introito à incompreensão;Isto aqui e o voto;João Bolinha virou gente;Latifúndio ortográfico;Libertação da miséria;Língua legal;Literatura de Natal;Luz e sombras;Meditação serena sobre uma doutrina e seu chefe;Motivo de orgulho para a UFMG;Muitas profissões, uma úlcera e o intocavél pé de meia do mineiro;No país das maravilhas;Notícia sobre o Teatro de Câmera;O Brasil fala caô;O caminho da liberdade;O deserto povoado;O diálogo impossível;O disputado governo do inferno;O fim do mundo;O gado;O homem que planejou sua fome;O impiedoso olhar dinamarquês;O mistério da urna;O poeta e o onagro;O tatu de Kipling;O urubu e o sapateiro;Ontem hoje sempre;Otto na Academia;Outro dia mesmo;Passagem pelo estreito;Pátria de corpo inteiro;Peça licença e pague para ir lá fora;Pequenos artifícios;QB VII ou a nova receita do best seller;Que língua fala o homem-aranha?;Quem será o Abrante?;Recordação do preclaro e ilustre mestre;Saudade do futuro;Sim, as estátuas riem;Um pouco de Costa Rego;Um testemunho;Urnas milionárias;Vermelho, negro e amarelo;Zero com louvor;-
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Fidel um homem contra o continente
Reportagem
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
1960

Quebra-cabeça;Soberania de falsários;O Brasil aflito;Carochinha vai bem, obrigado;Uma voz no escuro;O pó que suja nossas estrebarias;Estrela de uma constelação;Os fantasmas e as ditaduras;Jornal de crítica;Uns rapazes que não sabiam filosofia descobriram Comte, por acaso em 1880;O que é preciso para a universidade: Muita coisa;Ouro de lei;Quem é o aldeão;O ciclotímico herói cobrado;Um grande tema e uma pequena crônica;Sombra de nossos desalentos e cansaços;Chaga de fogo (Detective store);Um marginal na Academia;Diamantina e seu colar de diamantes;O rei da Suécia vai bem;Mulheres na política;Por que Mallarmé morreu engasgado;Riscos e ameaças;Circo de focas;Eles sabem o que fazem;Um poeta italiano;O meu boi morreu lá no Piauí;Graça e desgraça;Portas fechadas;Loteca sueca para um grande de Espanha;Natal;O discreto Rangel;Rosa rosae rosam;Trazemos a roça dentro de nós;O escritor e a sua essência humana;Escritor e leitor;Olha ele aí;Willy Lewin, o bom professor de poesia;Onde começa a República;Instante dinamarquês;Prova de fogo;Mater dolorosa;Nossos queridos confrades;Tudo começa antes;O futuro passou de moda;O nome dos gringos;Essayons de parler franglais;Túnel, porão ou debaixo da cama;O gato morto e sua alma;O outro Brasil;Está na hora;João-povão;Quarenta, quatrocentos, quatrocentão;O amestrador amestrado;Caniço motorizado;Carlos Drummond de Andrade num instante de pessimismo;CDA, ou melhor: o Carlos;Com o embaixador Marques Rebelo;Como dói!;Constituinte: a outra;Conto de Natal;Convento maldito;Desculpem, mas esse gato é meu;Epopeia trágica (Scott of the antartic);Fala, Brasil;Faróis altos;Garotas e melodias (Painting the clouds with sunshine);Grito plebliscitário e republicano;Jubileu: ecos de um tiro;Justiça revolucionária;Livro e mercado;Mãe, filha amiga;Menino só;Missão pontifícia;Mobilização da mediocridade;Musas e urnas;No torvelim da mascarada;O controvertido verde de nossa mata;O diabo feito mulher (Rancho notorious);O ideal do mineiro é viver pobre para morrer rico;O jumento do Visconde;O leão e a gazela;O marujo foi na onda (The sawlor beware);O moinho;O século do pai;O sorriso do retrato;Os donos da enchente;Poeta e polemista;Proibido ser feliz;Quem roubou o cimélio;Romancistas dos inadaptados;Sejamos otimistas;Sim, vale a pena calar - berram os alto-falantes;Solo de cuíca;Touros bravos (The brave bulls);Tragicomédia do poder;Um certo cansaço;Um moralista pelo avesso;Uma carioca na montanha;Uma palavra de maus bofes;Uma tarde, antigamente;Vai-te embora, menina morta;Vítimas do pecado;Volta a Simão, o caolho;Voo cego
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Justiça revolucionária
Artigo
Otto Lara Resende
Local não identificado
dezembro de 1966

Povo e populismo;Lição de esperança;Um pouco de Costa Rego;Depoimento a contragosto;Ontem, hoje, amanhã;Depressa, um albornoz para o Brasil;Os caminhos da providência;Escandinávia: quatro países numa só lição de cultura;Idiotas impunes;O aéreo prazer do texto;Solução britânica;Lobato e o cinema;Cidadãos amestrados e cães democráticos;Uma velha revista nova;O defunto vai bem, obrigado;O poeta e o poder;Otto Lara Resende interpreta Elis, um sucesso de corpo inteiro;Quatro poemas em prosa;Palíndromo e capicua;In cassum frustraque;Cai, cai balão;Sugestão de um patriota empírico;Loucos de todo gênero;O fio da meada;Do acadêmico Otto Lara Resende para Leo Gilson;Vem aí a República;O homem, este personagem;Em cena a palavra;Fábrica de não, medo e silêncio;Calça de veludo à vista;Luz sob o eclipse;Com Hamilton, amigo de Jackson;Sarney pede estudos para melhorar ensino da língua;Jaratataca;Machado, Galante, Jardim;Começos: ontem e hoje;Da maledicência nos cabeleireiros;Pecadora imaculada;O vandalismo fascista;Entrada proibida;Gato e rato;Sempre houveram;Lazer criativo;Testamento do desencantado;Morra Ouro Preto;De rei a rei;Um artista e um homem do tempo;Epicédio para uma carta;Ler e escrever;A graça de esquecer;Cansado como um rio;Carinhoso;Carta a uma moça teimosa;Cena e contracena;Certo de que ali estava uma consciência moral;Cineminha de segunda-feira;Confissões de uma gorda;Conversinha pogonológica;Coreografia da violência;Crônica aérea com desfecho antecipado;Cruéis dominadores (The whip hand);Cuidado: todos somos índios;Da arte de por títulos;De sol a sol;Eles sabem o que fazem;Encanto e engasgo;Errata dominical;Escrever perigosamente;Estado Novo, velha desculpa;Festa no formigueiro;Glauber e Otto;Hoje o verbete é automóvel;Imaginação e realidade;Já matou seu comunista hoje?;Livraria antigamente;Nosso irado e terno amigo;Nota internacional;O lado oculto da gruta;O mal das grades;O muro não é mineiro;O novo brado retumbante;O poder militar no Brasil;O policiado caminho da oclocracia;O quatriênio e o cesto;O tranquilo horizonte do convívio;O voo atropelado;Papo de sumiço;Poetas não sonham;Portugal: um murro no coração;Quanto custa ser brasileiro;Rabo de papel;Retorno ao amanuense;Sete vezes sete;Simples registro;Só um pedido: andem ligeiro;Tarzan e a fúria selvagem;Tem uma pedra no meio do caminho;Uma certa ideia da França;Valsa dos quinze anos, capítulo dezessete;Pretensão à parte;Rondó do tempo sem tempo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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O poder militar no Brasil
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
22 de outubro de 1966