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Arquivo/Coleção: Dom João de Orleans e Bragança
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Joaquim Insley Pacheco
1870

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Arquivo/Coleção: Dom João de Orleans e Bragança
P005DJ0381.jpg

Princesa Isabel, Conde d'Eu e os filhos D. Pedro de Alcântara, príncipe do Grão-Pará, D. Luís Maria e D. Antônio Gastão
Alberto Henschel
circa 1880

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Arquivo/Coleção: Dom João de Orleans e Bragança
P005DJ0378.jpg

Joaquim Insley Pacheco
Rio de Janeiro
circa 1870

Aleia de palmeiras imperiais no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0102.jpg
Aleia de palmeiras imperiais no Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1865

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0098.jpg
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1875

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0097.jpg
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1875

Palmeira-fuso
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0095.jpg
Palmeira-fuso
A Hyophorbe Verschaffelti é popularmente conhecida como palmeira-fuso e é proveniente da região da Maurícia.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1875

Palmeira cariota (cariota urens)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0094.jpg
Palmeira cariota (cariota urens)
A palmeira cariota (urens) é originária do Sudeste Asiático, nas regiões da Índia, Sri Lanka, Mianmar e Malásia. No Brasil é popularmente conhecida como palmeira-de-rabo-de-peixe, pois seus folíolos tem o mesmo formato que o rabo de um peixe.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1875

Árvore-do-viajante
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0093.jpg
Árvore-do-viajante
Proveniente de Madagascar, a ravenala madagascariense, mas conhecida como Árvore-do-viajante é erroneamente confundida como uma palmeira. Na realidade tratasse de uma herbácea de tronco alto, igual as bananeiras.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1875

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