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De São Paulo a Cachoeira do Marimbondo em automóvel
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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De São Paulo a Cachoeira do Marimbondo em automóvel
Álbum vernacular, que retrata a viagem de uma família pela cachoeira do Marimbondo. Localizadas no Rio Grande, na fronteira com Minas Gerais, o complexo era formado pelas cachoeiras do Ferrador, um paredão com cerca de 28 metros de altura, da Andorinha e dos Patos.
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Fotografias da Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Fotografias da Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
Vistas da via férrea que liga Curitiba a Paranaguá, através da Serra do Mar. O primeiro trecho, de Paranaguá a Morretes, foi inaugurado em 17 de novembro de 1883. Entre Morretes e Roça Nova há 14 túneis, trecho considerado "o maior atestado da capacidade e arrojo da engenharia brasileira". Em 5 de fevereiro de 1885 foi inaugurado o trecho entre Morretes e Curityba, com a presença do imperador D. Pedro II e a princesa Isabel. A linha possui 110 km de extensão, 14 túneis, 57 pontes, 15 viadutos, 9 caixas d'água, 9 estações e 5 postos telegráficos (paradas).
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Álbum Fotografias da Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Álbum Fotografias da Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
Vistas da via férrea que liga Curitiba a Paranaguá, através da Serra do Mar. O primeiro trecho, de Paranaguá a Morretes, foi inaugurado em 17 de novembro de 1883. Entre Morretes e Roça Nova há 14 túneis, trecho considerado "o maior atestado da capacidade e arrojo da engenharia brasileira". Em 5 de fevereiro de 1885 foi inaugurado o trecho entre Morretes e Curityba, com a presença do imperador D. Pedro II e a princesa Isabel. A linha possui 110 km de extensão, 14 túneis, 57 pontes, 15 viadutos, 9 caixas d'água, 9 estações e 5 postos telegráficos (paradas).
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vale do rio Ipiranga (o Véu da Noiva)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vale do rio Ipiranga (o Véu da Noiva)
"Garganta" formada pelo Pico do Diabo (à esquerda) e outro morro, entre cortada pelo rio Ipiranga, cuja queda d'água chama-se "Véu da Noiva".
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vale do rio Ipiranga (o Véu da Noiva)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vale do rio Ipiranga (o Véu da Noiva)
"Garganta" formada pelo Pico do Diabo e outro morro, entrecortada pelo rio Ipiranga, cuja queda d'água chama-se "Véu da Noiva".
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Cascata "Véu da Noiva", no rio Ipiranga, km 66
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cascata "Véu da Noiva", no rio Ipiranga, km 66
Aspecto da cascata "Véu da Noiva", no rio Ipiranga, situada no km 66.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Cascata "Véu da Noiva", no rio Ipiranga, km 66
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cascata "Véu da Noiva", no rio Ipiranga, km 66
Aspecto da cascata "Véu da Noiva", no rio Ipiranga, situada no km 66.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

O Pico do Diabo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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O Pico do Diabo
Vista do Pico do Diabo a partir do ponto descrito na imagem anterior.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 12
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Túnel nº 12
Vista dos túneis 11 e 12 a partir do "Pico do Diabo". Vê-se pontilhão situado na entrada do túnel nº 11 e uma fenda aberta naturalmente na rocha.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

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