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José Bonifácio (desenho em livro ou periódico)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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José Bonifácio (desenho em livro ou periódico)
José Bonifácio de Andrada e Silva (Santos, SP, 13/06/1763 - Niterói, RJ, 06/04/1838): estadista, poeta, professor, cientista, político, militar e naturalista. O "Patriarca da Independência". Foi o tutor de D. Pedro II durante o período da Regência. Irmão do desembargador e político Andrada Machado [Antônio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e Silva] (Santos, SP, 01/11/1773 - Rio de Janeiro, 05/12/1845) e do político Martim Francisco Ribeiro de Andrada (Santos, SP, 19/4/1775 - Santos, SP, 23/02/1844). Tio de seu homônimo José Bonifácio de Andrada e Silva, "O Moço" (Bordéus, Gironda, França, 08/11/1827 - São Paulo, 26/10/1886), poeta, jurista, professor e político, filho de Martim Francisco.
s.d.

José Bonifácio (desenho em livro ou periódico)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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José Bonifácio (desenho em livro ou periódico)
José Bonifácio de Andrada e Silva (Santos, SP, 13/06/1763 - Niterói, RJ, 06/04/1838): estadista, poeta, professor, cientista, político, militar e naturalista. O "Patriarca da Independência". Foi o tutor de D. Pedro II durante o período da Regência. Irmão do desembargador e político Andrada Machado [Antônio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e Silva] (Santos, SP, 01/11/1773 - Rio de Janeiro, 05/12/1845) e do político Martim Francisco Ribeiro de Andrada (Santos, SP, 19/4/1775 - Santos, SP, 23/02/1844). Tio de seu homônimo José Bonifácio de Andrada e Silva, "O Moço" (Bordéus, Gironda, França, 08/11/1827 - São Paulo, 26/10/1886), poeta, jurista, professor e político, filho de Martim Francisco.
s.d.

Estátua de José Bonifácio
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Estátua de José Bonifácio
Estátua de José Bonifácio de Andrada e Silva, de autoria de Louis Rochet, inaugurada em 07/09/1872. José Bonifácio de Andrada e Silva (Santos, SP, 13/06/1763 - Niterói, RJ, 06/04/1838): estadista, poeta, professor, cientista, político, militar e naturalista. O "Patriarca da Independência". Foi o tutor de D. Pedro II durante o período da Regência. Irmão do desembargador e político Andrada Machado [Antônio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e Silva] (Santos, SP, 01/11/1773 - Rio de Janeiro, 05/12/1845) e do político Martim Francisco Ribeiro de Andrada (Santos, SP, 19/4/1775 - Santos, SP, 23/02/1844). Tio de seu homônimo José Bonifácio de Andrada e Silva, "O Moço" (Bordéus, Gironda, França, 08/11/1827 - São Paulo, 26/10/1886), poeta, jurista, professor e político, filho de Martim Francisco. Louis Rochet (Paris, França, 24/08/1813 - Paris, França, 21/01/1878): escultor.
Augusto Malta
Largo de São Francisco - Centro
circa 1910

Estátua de José Bonifácio
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Estátua de José Bonifácio
Estátua de José Bonifácio de Andrada e Silva, de autoria de Louis Rochet, inaugurada em 07/09/1872. José Bonifácio de Andrada e Silva (Santos, SP, 13/06/1763 - Niterói, RJ, 06/04/1838): estadista, poeta, professor, cientista, político, militar e naturalista. O "Patriarca da Independência". Foi o tutor de D. Pedro II durante o período da Regência. Irmão do desembargador e político Andrada Machado [Antônio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e Silva] (Santos, SP, 01/11/1773 - Rio de Janeiro, 05/12/1845) e do político Martim Francisco Ribeiro de Andrada (Santos, SP, 19/4/1775 - Santos, SP, 23/02/1844). Tio de seu homônimo José Bonifácio de Andrada e Silva, "O Moço" (Bordéus, Gironda, França, 08/11/1827 - São Paulo, 26/10/1886), poeta, jurista, professor e político, filho de Martim Francisco. Louis Rochet (Paris, França, 24/08/1813 - Paris, França, 21/01/1878): escultor.
Augusto Malta
Largo de São Francisco - Centro
circa 1910

Assinatura de José Bonifácio (reprodução)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Assinatura de José Bonifácio (reprodução)
Assinatura de José Bonifácio de Andrada e Silva. José Bonifácio de Andrada e Silva (Santos, SP, 13/06/1763 - Niterói, RJ, 06/04/1838): estadista, poeta, professor, cientista, político, militar e naturalista. O "Patriarca da Independência". Foi o tutor de D. Pedro II durante o período da Regência. Irmão do desembargador e político Andrada Machado [Antônio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e Silva] (Santos, SP, 01/11/1773 - Rio de Janeiro, 05/12/1845) e do político Martim Francisco Ribeiro de Andrada (Santos, SP, 19/4/1775 - Santos, SP, 23/02/1844). Tio de seu homônimo José Bonifácio de Andrada e Silva, "O Moço" (Bordéus, Gironda, França, 08/11/1827 - São Paulo, 26/10/1886), poeta, jurista, professor e político, filho de Martim Francisco.
s.d.

Ler e escrever;Um artista e um homem do tempo;Epicédio para uma carta;Depoimento a contragosto;Ontem, hoje, amanhã;Povo e populismo;Lição de esperança;Um pouco de Costa Rego;O aéreo prazer do texto;Depressa, um albornoz para o Brasil;Os caminhos da providência;Escandinávia: quatro países numa só lição de cultura;Idiotas impunes;Otto Lara Resende interpreta Elis, um sucesso de corpo inteiro;Quatro poemas em prosa;Solução britânica;Lobato e o cinema;Cidadãos amestrados e cães democráticos;Uma velha revista nova;O defunto vai bem, obrigado;O poeta e o poder;O fio da meada;Do acadêmico Otto Lara Resende para Leo Gilson;Palíndromo e capicua;In cassum frustraque;Cai, cai balão;Sugestão de um patriota empírico;Loucos de todo gênero;Calça de veludo à vista;Luz sob o eclipse;Com Hamilton, amigo de Jackson;Vem aí a República;O homem, este personagem;Em cena a palavra;Fábrica de não, medo e silêncio;Pecadora imaculada;Sarney pede estudos para melhorar ensino da língua;Jaratataca;Machado, Galante, Jardim;Começos: ontem e hoje;Da maledicência nos cabeleireiros;Testamento do desencantado;Morra Ouro Preto;De rei a rei;O vandalismo fascista;Entrada proibida;Gato e rato;Sempre houveram;Lazer criativo;A graça de esquecer;Cansado como um rio;Carinhoso;Carta a uma moça teimosa;Cena e contracena;Certo de que ali estava uma consciência moral;Cineminha de segunda-feira;Confissões de uma gorda;Conversinha pogonológica;Coreografia da violência;Crônica aérea com desfecho antecipado;Cruéis dominadores (The whip hand);Cuidado: todos somos índios;Da arte de por títulos;De sol a sol;Eles sabem o que fazem;Encanto e engasgo;Errata dominical;Escrever perigosamente;Estado Novo, velha desculpa;Festa no formigueiro;Glauber e Otto;Hoje o verbete é automóvel;Imaginação e realidade;Já matou seu comunista hoje?;Livraria antigamente;Nosso irado e terno amigo;Nota internacional;O lado oculto da gruta;O mal das grades;O muro não é mineiro;O novo brado retumbante;O poder militar no Brasil;O policiado caminho da oclocracia;O quatriênio e o cesto;O tranquilo horizonte do convívio;O voo atropelado;Papo de sumiço;Poetas não sonham;Portugal: um murro no coração;Quanto custa ser brasileiro;Rabo de papel;Retorno ao amanuense;Sete vezes sete;Simples registro;Só um pedido: andem ligeiro;Tarzan e a fúria selvagem;Tem uma pedra no meio do caminho;Uma certa ideia da França;Valsa dos quinze anos, capítulo dezessete;Pretensão à parte;Rondó do tempo sem tempo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Só um pedido: andem ligeiro
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
7 de setembro de 1976

Silvas, os ilustríssimos
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Silvas, os ilustríssimos
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
22 de janeiro de 1992

Poeta é o Dante;Luto e guerra na festa do sol;Cinco poemas antigos;Queremos já;Napoleão de hospício;Desculpa das arábias;Sonhos e pesadelos;O trono vazio;Guignard e 60 aprendizes;Com o diretor Josué Montello;Romance e jornal;No horizonte do Brasil;O insaciável antropófago;Eu tu ele: nós;Variações sobre a lua;Ontens que choram;Conto de Natal;Ler para criticar;Missão pontifícia;Convento de Aretino;O bezerro, a vaca e o boi;Tragédia do meu destino;O latido do sol;Uma boa nova;O preso nº 3535;Ilusões e desilusões;O Marrocos, uma encruzilhada;Falou, bicho;O que for soará;Segundo;Divórcio;Muchas gracias, señores;Crônica em que se pretendia dizer e não disse;Silêncio: o imprevisível;O moinho;Favor não acordar o bebê;O que vem por aí;Jackson de Figueiredo;Linhas cruzadas;Vamos olhar para trás;Jubileu está de volta;Que fazer?;Cuidado com os elevadores;Sinos de San Fernando (Bells of San Fernando);Um biscoito que virou pirâmide;O diabo existe;Entreato;Um certo afã de contar tudo;Galo de pena;O secreto mel das letras femininas;Justiça para a Justiça;Pode ser que sim, pode ser que não;Cave canem: pode explodir;Quem herda não rouba;Casa de ruínas e sombras;Credo olímpico;De Otto Lara Resende à Tribuna;Diamante da boca da mina;Dica de criança (ou de pai coruja);Discurso do aluno Otto Lara Resende, orador da turma de diplomandos de 1938;Do diálogo ao demônio;Eles sabem o que fazem;Entulho e engulho;Está na hora de assobiar;Evasão, invasão;França: é isso aí;Graça e desgraça de escrever;História de uma escola de arte;Incipit : Visceralmente escritora;Laços de família;Legião ignota;Lembrança de Bernanos;Liberal: ser ou não ser;Literariamente com a morte de Clarice;Lotação esgotada;Matar ou morrer (Hight noon);Mel nos olhos;Monges condenados;Na grande área;Namoro antigo;Natal: um menino inútil;O Brasil pecador se confessa;O burro empacado;O candidato de calva à mostra;O feijão também é um sonho;O gato epicurista;O nó da violência;O passado é azul;O penhasco e o chá;O pintor e sua opção;O por ora indescartável;O sagrado horror ao nosso irmão português;Onda de verão;Orthographya: facto alphabetico e metaphyco;Os astros vêem longe;Os fantasmas da catedral;Pérolas;Por que Grahan Greene não veio ao Brasil;Porta mágica;Prestígio da história;Quando Michel Simon chegou ao Brasil...;Quatro livros mineiros;Reciclagem do papo;Rosa dos ventos;Som e sentido de nove histórias;Terceiro;Testemunhos sobre o Modernismo...;Tudo bem, com nuvens;Um antecipador;Um gato na presidência;Um lugar para Maria Julieta/A entrevista que não houve;Um poeta cristão;Uma quimera chamada Brasil;Uma voz a menos;Vou ali e não volto;Welcome, Rosalynn;Em 1860 quando se tomava café e rapé era raro não haver sessão por falta de quórum
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Quem herda não rouba
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
1 de junho de 1980

Sob o sol da glória;O campeão invisível;De um polo a outro;Uma bailarina chamada Baderna;O pombo apunhalado;Livros e vinhos;Receita de poeta;Porque as mulheres vivem muito;Recriação poética de um professor e seu reino perdido;Não há, neste momento;Carta ao jovem filho;Somos todos suspeitos e vítimas;Definição de quadrúpede;O roteiro perdido;Exílio, seus ecos;Discurso de Otto;Verde é verde;Flores castigadas da burguesia;Introdução à mentira;Pra trás, Brasil;Chorinho disfarçado;Tocaia;No banco do mundo;Todos os homens são iguais;Você, Prestes e o doutor Jô;O sétimo anjo;Fraternidade na poesia;Qual é o signo do Brasil?;Fuga e presença;Paulo Carneiro viveu muitos anos em Paris;Que rei sou eu?;Memorial JK;Scaramouche;Nosso jeito de ser;O fulgurante legado de uma vertigem;Escarmento;Voto de Sísifo;Culpem o Brasil;O gato com o rabo de fora;Essa estrela, essa cruz;O grande Celso e a pequena Itú;Obrigado por me matares;Graciliano revisitado;Quem deve ler o quê;Meninão invisível;Sem título;Quem tem medo de Léon Bloy;Mistura e mistério;Silêncio e palavra;Curso de meia hora;Um caso de honra (The winslow boy);Está escrito nas estrelas;Rubem e Danilo se encontram em Brasília;Os cardeais e os canibais;Há vendilhões no templo;Poemas da praça e do crepúsculo;História breve da literatura brasileira;Síndrome da fuga;Um lápis e uma vaca;O pecado de ser mineiro;Cacatua e cujo;Cidades de ninguém;Cineminha particular;Da boca para fora;Entre, seu Jovino;Estão todos caladinhos;Eutrapelia;Ilha, crise, união;Infelicidade matemática;J.E. do D.C.;Juro que foi ontem;Lêdo Ivo está cansado;Lembrai-vos de Graciliano;Leviandade irrequieta;Luzes no quarto de despejo;Macu brasilnaimático;Mário de Andrade continua;Morte e progresso;Nadando em dinheiro;Natal à brasileira;O ágio das bruxas;O áspero direito à vida;O brilho discreto da estrela solitária;O direito e a torta;O elo partido;O errado destino do discurso;O medo sobre à cabeça;O santo e seu cavalo;O voto e o bode;Os mais e os menos votados;Os miseráveis (Il miserabili);Os quatro mineiros abrem o jogo;Os que não devem nascer (Ditte menneskebarn);País culposo;Pedra para digerir;Por culpa de Maurice Baring;Por que as mulheres escrevem?;Realismo e ficção;Santo Eduardo Frieiro;Saudades de 1500;Três exercícios cifrados;Trinta e oito acadêmicos escolhem um novo companheiro de imortalidade;Vamos invadir os Estados Unidos;Vamos sair do brejo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Pra trás, Brasil
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
12 de junho de 1983

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