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Academia Brasileira de Letras
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Academia Brasileira de Letras
Possivelmente posse de Alceu Amoroso Lima na Academia Brasileira de Letras. Presentes, da esquerda para a direita: Fernando Magalhães e Alceu Amoroso Lima (Tristão de Ataíde).
Petit Trianon
dezembro de 1935

Academia Brasileira de Letras
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Academia Brasileira de Letras
Presentes da esquerda para a direita: Álvaro Lins (usando óculos escuros) e Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Mello.
Seabra's Clube
dezembro de 1957

Academia Brasileira de Letras
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Academia Brasileira de Letras
Entrega do primeiro exemplar do livro: ''Brasil, capital Brasília'', ao então presidente Juscelino Kubitschek. Dentre os presentes da esquerda para a direita estavam: Herbert Moses (1º, cortado). Juscelino Kubitschek de Oliveira (3º), Sarah Kubitschek (4ª), Osvaldo Orico (com o livro na mão), entre outras pessoas.
Agência Nacional
Catetinho
maio de 1958

Academia Brasileira de Letras
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Academia Brasileira de Letras
Comemoração do 62º aniversário da Academia Brasileira de Letras. Presentes da esquerda para a direita: Juscelino Kubitschek, Elmano Cardim, Pedro Calmon e Victor Nunes Leal.
Agência Nacional
Petit Trianon
20 de julho de 1959

Academia Brasileira de Letras
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Academia Brasileira de Letras
Construção do Mausoléu da Academia Brasileira de Letras. Dentre os presentes, Austregésilo de Athayde (segundo, da esquerda para a direita).
Cemitério São João Batista
novembro de 1960

Academia Brasileira de Letras
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Academia Brasileira de Letras
Projeto do Mausoléu da Academia Brasileira de Letras.
Rio de Janeiro
novembro de 1960

Academia Brasileira de Letras
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Academia Brasileira de Letras
Posse de Jorge Amado (assinando o livro) na Academia Brasileira de Letras. Dentre os presentes estava Josué Montello (ao fundo).
Alíbio Pereira
Petit Trianon
17 de julho de 1961

Aeroporto de Santa Cruz Hangar para dirigíveis e aviões
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Aeroporto de Santa Cruz Hangar para dirigíveis e aviões
Ao alto, o Graf Zeppelin por ocasião de viagem ao Rio de Janeiro. Abaixo, o hangar. O Graf Zeppelin esteve pela primeira vez no Brasil em 1930. Sua primeira parada foi Recife, em 22 de maio de 1930, Três dias depois, em 25 de maio, aterrissou no Rio de Janeiro. Foi aposentado em 1937, devido à explosão do dirigível Hindenburg, em 6 de maio de 1937. Batizado pela filha do pioneiro dos dirigíveis, o conde Ferdinand Graf von Zeppelin (1838 – 1917), em 8 de julho de 1928, data em que ele completaria 90 anos, o Graf Zeppelin D – LZ127 – graf significa conde – realizou seu primeiro voo em 18 de setembro do mesmo ano. Tinha aproximadamente 236 metros de comprimento e cerca de trinta metros de altura. O Graf Zeppelin tinha 10 cabines duplas, dois lavabos, banheiros masculino e feminino, restaurante, cozinha, sala de rádio, sala de navegação e sala de controle. Foi o primeiro balão dirigível a vir ao Brasil, o primeiro a transpor a linha equatorial atravessando o oceano Atlântico no hemisfério sul. O hangar dos zepelin, em Santa Cruz, foi inaugurado em 26 de dezembro de 1936. Aérea Brasileira, que atuou na Segunda Guerra Mundial (Diário de Notícias, 17 de janeiro de 1943). Tombado em março de 1998 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o prédio do hangar tem 274 metros de comprimento, 58 metros tanto de altura como de largura. Seu portão principal, o sul, possui duas folhas, cada uma pesando 80 toneladas - a abertura pode ser feita manualmente ou com motores. O portão norte, com 28 metros de largura e 26 metros de altura, era utilizado para ventilação e saída da torre de atracação. No topo do hangar, a 61 metros de altura, fica a torre de comando. É o último hangar gigante para dirigíveis no mundo
Autoria não identificada
Santa Cruz
1935

Agricultura - milho
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Agricultura - milho
Caminhões com carregamento de milho passando ao lado do Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã).
Maracanã
março de 1953