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João Goulart e Ataulfo Alves
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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João Goulart e Ataulfo Alves
Da esquerda para a direita: pessoa não identificada, João Goulart e Ataulfo Alves. João Goulart [João Belchior Marques Goulart] (São Borja, RS, 01/03/1919 - Mercedes, Argentina, 06/12/1976): político. Também conhecido como Jango. Presidente do Brasil entre 1961 e 1964. Ministro do Trabalho, Indústria e Comércio entre 1953 e 1954. Foi também deputado estadual e federal pelo Rio Grande do Sul. Ataulfo Alves [Ataulpho Alves de Souza] (Miraí, MG, 02/05/1909 - Rio de Janeiro, 20/04/1969): compositor e cantor. Pai do cantor e compositor Ataulpho Alves Júnior [Ataulpho Alves de Souza Júnior] (Rio de Janeiro, 05/08/1943 - Rio de Janeiro, 15/10/2017).
s.d.

Ataulfo Alves com Getúlio Vargas e João Goulart
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Ataulfo Alves com Getúlio Vargas e João Goulart
Da esquerda para a direita: Getúlio Vargas (presidente do Brasil), João Goulart (ministro do Trabalho, Indústria e Comércio) e Ataulfo Alves. Getúlio Vargas [Getúlio Dornelles Vargas] (São Borja, RS, 19/04/1882 - Rio de Janeiro, 24/08/1954): político e advogado. Presidente do Brasil entre 1930 e 1945 (tendo instituído, em 1937, a ditadura do Estado Novo) e entre 1951 e 1954. Foi deputado estadual pelo Rio Grande do Sul (1909-1913 e 1917-1924), deputado federal pelo RS (1924-1926), ministro da Fazenda (1926-1927), presidente (governador) do RS (1928-1930) e senador pelo RS (1946-1947). João Goulart [João Belchior Marques Goulart] (São Borja, RS, 01/03/1919 - Mercedes, Argentina, 06/12/1976): político. Também conhecido como Jango. Presidente do Brasil entre 1961 e 1964. Ministro do Trabalho, Indústria e Comércio entre 1953 e 1954. Foi também deputado estadual e federal pelo Rio Grande do Sul. Ataulfo Alves [Ataulpho Alves de Souza] (Miraí, MG, 02/05/1909 - Rio de Janeiro, 20/04/1969): compositor e cantor. Pai do cantor e compositor Ataulpho Alves Júnior [Ataulpho Alves de Souza Júnior] (Rio de Janeiro, 05/08/1943 - Rio de Janeiro, 15/10/2017).
Palácio do Catete
1953

Ataulfo Alves com Getúlio Vargas e João Goulart
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Ataulfo Alves com Getúlio Vargas e João Goulart
Da esquerda para a direita: Getúlio Vargas (presidente do Brasil), João Goulart (ministro do Trabalho, Indústria e Comércio) e Ataulfo Alves. Getúlio Vargas [Getúlio Dornelles Vargas] (São Borja, RS, 19/04/1882 - Rio de Janeiro, 24/08/1954): político e advogado. Presidente do Brasil entre 1930 e 1945 (tendo instituído, em 1937, a ditadura do Estado Novo) e entre 1951 e 1954. Foi deputado estadual pelo Rio Grande do Sul (1909-1913 e 1917-1924), deputado federal pelo RS (1924-1926), ministro da Fazenda (1926-1927), presidente (governador) do RS (1928-1930) e senador pelo RS (1946-1947). João Goulart [João Belchior Marques Goulart] (São Borja, RS, 01/03/1919 - Mercedes, Argentina, 06/12/1976): político. Também conhecido como Jango. Presidente do Brasil entre 1961 e 1964. Ministro do Trabalho, Indústria e Comércio entre 1953 e 1954. Foi também deputado estadual e federal pelo Rio Grande do Sul. Ataulfo Alves [Ataulpho Alves de Souza] (Miraí, MG, 02/05/1909 - Rio de Janeiro, 20/04/1969): compositor e cantor. Pai do cantor e compositor Ataulpho Alves Júnior [Ataulpho Alves de Souza Júnior] (Rio de Janeiro, 05/08/1943 - Rio de Janeiro, 15/10/2017).
Palácio do Catete
1953

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Carta
Notícias sobre a vida familiar. Comentários sobre política
Erico Verissimo
Porto Alegre
17 de março de 1964

Rabo de papel e outros rabos;Clima do homem/Nota internacional/Estabilização monetária/Alimento de pobres/Loucura dialética;Duas espécies de velhice;O obscuro sentido da tragédia;Vila Rica, cidade livre;O pastel de vento e os bacuraus;Os vários nomes da lisonja;Incoerência e mundo novo;Poetas e cidades;Raízes: ontem, hoje;Tartufaria;Ratos e cometas;O apolíneo e o dionisíaco;Tiro pela culatra;O gigante vota, mas não lê;Eleições cá e lá;Visão de um transeunte;Por entre os astros subindo;Precisa-se de um mágico;Cansado como um rio;Enfim, o grito das urnas;Voo rasante;O poético meio circulante;Franco-atirador;O quarto escuro dos aposentados;Papo de logradouro;Modos, senhores;Reminiscências;Quando a República não vomitava a morte;Santa Fé;Uma casa muito engraçada;O médico do poeta;Três poetas e um prosador da Na geração;Gosto de complicar;Júpiter e o urubu;Hoje é ontem;Cidade e delírio: ontem e hoje;Sem contar a deslealdade e a desonestidade;Dinheiro voador;Valium-me, Deus!;O mundo, a esta altura;Execução pela alvorada;Oliver Twist;Não é uma bobagem;Cineminha de segunda-feira;A batalha aérea vista do chão;Cala-te, boca;Capital do horror;Chuvaceiros: de 1500 a 1988;Começos de um poeta;Constituinte: o zoo;Cultura, uma revista e um milagre;Da mãe gentil ao feio gentílico;Deduções fáceis em torno de Minas;Desterro cultural;Dupla redenção;Esquecer e lembrar;Este sol impagável;Estudantes no Brasil: um exame de violência;Exumação do retrato;Fidel um homem contra o continente;Finlândia: a indústria moderna vizinha do pólo norte;General, sapo e rosa;Hong-Kong (hong-kong);Horóscopo do Brasil;Introito à incompreensão;Isto aqui e o voto;João Bolinha virou gente;Latifúndio ortográfico;Libertação da miséria;Língua legal;Literatura de Natal;Luz e sombras;Meditação serena sobre uma doutrina e seu chefe;Motivo de orgulho para a UFMG;Muitas profissões, uma úlcera e o intocavél pé de meia do mineiro;No país das maravilhas;Notícia sobre o Teatro de Câmera;O Brasil fala caô;O caminho da liberdade;O deserto povoado;O diálogo impossível;O disputado governo do inferno;O fim do mundo;O gado;O homem que planejou sua fome;O impiedoso olhar dinamarquês;O mistério da urna;O poeta e o onagro;O tatu de Kipling;O urubu e o sapateiro;Ontem hoje sempre;Otto na Academia;Outro dia mesmo;Passagem pelo estreito;Pátria de corpo inteiro;Peça licença e pague para ir lá fora;Pequenos artifícios;QB VII ou a nova receita do best seller;Que língua fala o homem-aranha?;Quem será o Abrante?;Recordação do preclaro e ilustre mestre;Saudade do futuro;Sim, as estátuas riem;Um pouco de Costa Rego;Um testemunho;Urnas milionárias;Vermelho, negro e amarelo;Zero com louvor;-
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Visão de um transeunte
Artigo
Otto Lara Resende
Local não identificado
outubro de 1965

Una sola flor
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Una sola flor
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
5 de setembro de 1991

Uma lufada de otimismo;Mudemos o regime;Cano ou ralo - eis a questão;O filho temporão;Érico;Poeira sonâmbula;Ficção e realidade: à mão livre;Conversa remunerada;Escrever e ler;Político, tríplice coroado;Luz e sombra;Uma pátria: procura-se;Carrossel de encantos;Ver, gostar e amar;Neurose a caminho da cura;Cineminha de segunda-feira;O poeta e o dragão;Coração da República;Por que não me ufano do meu país;História nova;Terra de camisa aberta;Estação dos Anjos: o anjo que se ri;Traças e dromedários;O Brasil do primeiro mundo;O poeta, coitado;De carne, osso e papel;Ora, acontece as vezes;Começando a andar;Este mundo sensato;Quando a República era jovem;Já está valendo o escrito;Três vagabundos;Mara Maru;Vitória do urubu;O Brasil precisa de paz;Mária digam por favor;Vozes de Minas;O remorso;Dilúvio impresso;Pai dos burros;Estrela temporariamente apagada;Retórica de assombração;Eu, pescador, me confesso;Letra morta;Miragem à distância;O duplo e sua pepita de ouro;Conclusão taxativa;O riso indignado;O encontro;O segredo de Minas;Pátria adiada;Literatura... pra quê?;Morto e asfalto;Cala e fala o passado;Com o revolucionário Schmidt;Como era verde o meu Leblon;Constituinte: o feijão e o sonho;Conversa com Emílio Moura;De mais e de menos;Em busca de um acionista do Brasil;Entre lobo e cão;Esse encontro vai dar samba;Farpas alegres;Fogo e omissão;Hoje é dia de Marília;Joia de dor e favela;Lucros e perdas;Machado como burocrata foi também genial;Manuel Anselmo;Nava para dar e vender;O diabo no meio do rodamoinho;O futuro vem aí;O povo e o fradinho;O sindicato do crime;O tigre pode arrotar;Ode aos calhordas;Otto Lara Resende I/II.;Passagem de nível;Preâmbulo e título I são aprovados;Rosas e outras flores de retórica;Saudades do Fla-Flu;Sim e não;Suspense;Um boy para presidente;Um menino inútil;Uma carta para você;Vida e arte;Zero à esquerda
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Uma carta para você
Reportagem
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
24 de dezembro de 1966

Timbrada, mas falsa
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Timbrada, mas falsa
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
7 de agosto de 1992

Mária digam por favor;Vozes de Minas;O remorso;Dilúvio impresso;Pai dos burros;Estrela temporariamente apagada;Retórica de assombração;Eu, pescador, me confesso;Letra morta;Miragem à distância;O duplo e sua pepita de ouro;Conclusão taxativa;O riso indignado;O encontro;O segredo de Minas;Pátria adiada;Literatura... pra quê?;Morto e asfalto;Uma lufada de otimismo;Mudemos o regime;Cano ou ralo - eis a questão;O filho temporão;Érico;Poeira sonâmbula;Ficção e realidade: à mão livre;Escrever e ler;Político, tríplice coroado;Luz e sombra;Uma pátria: procura-se;Carrossel de encantos;Conversa remunerada;Ver, gostar e amar;Neurose a caminho da cura;Cineminha de segunda-feira;O poeta e o dragão;Coração da República;Por que não me ufano do meu país;História nova;Terra de camisa aberta;Traças e dromedários;O Brasil do primeiro mundo;O poeta, coitado;De carne, osso e papel;Ora, acontece as vezes;Estação dos Anjos: o anjo que se ri;Este mundo sensato;Quando a República era jovem;Já está valendo o escrito;Três vagabundos;Mara Maru;Vitória do urubu;O Brasil precisa de paz;Começando a andar;Cala e fala o passado;Com o revolucionário Schmidt;Como era verde o meu Leblon;Constituinte: o feijão e o sonho;Conversa com Emílio Moura;De mais e de menos;Em busca de um acionista do Brasil;Entre lobo e cão;Esse encontro vai dar samba;Farpas alegres;Fogo e omissão;Hoje é dia de Marília;Joia de dor e favela;Lucros e perdas;Machado como burocrata foi também genial;Manuel Anselmo;Nava para dar e vender;O diabo no meio do rodamoinho;O futuro vem aí;O povo e o fradinho;O sindicato do crime;O tigre pode arrotar;Ode aos calhordas;Otto Lara Resende I/II.;Passagem de nível;Preâmbulo e título I são aprovados;Rosas e outras flores de retórica;Saudades do Fla-Flu;Sim e não;Suspense;Um boy para presidente;Um menino inútil;Uma carta para você;Vida e arte;Zero à esquerda
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Rosas e outras flores de retórica
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
16 de setembro de 1979

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