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Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Primeiro de Março, Convento do Carmo e Igreja de Nossa Senhora do Carmo à esquerda
Vista do Largo do Paço, Rua Primeiro de Março e à esquerda, em primeiro plano a Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo, ainda sem sua torra e ao lado a Igreja da Ordem Terceira do Carmo. Não havia ainda linha de bondes na rua 7 de setembro. Conhecido no século XIX, ora como Largo do Paço, ora como Praça D. Pedro II, o logradouro abriga prédios importantes da arquitetura brasileira. Na foto, da esquerda para a direita, vemos o convento do Carmo, a Capela Imperial, e a Igreja de Nossa Senhora do Carmo. Todas as obras foram obras do século XVIII, sendo que a fachada da Igreja do Carmo é feita toda ela de cantaria.
Marc Ferrez
Largo do Paço (atual praça XV)
circa 1890

Hotel Villa Moreau
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel Villa Moreau
O Hotel Villa Moreau ficava na subida da rua Conde de Bonfim, na Tijuca, e pertencia a uma família de franceses. O hotel, que ficava na encosta de uma montanha, possuía um interessante sistema de bondinhos (plano inclinado) que fazia o transporte dos turistas. Em 1908 o prédio foi comprado pela Congregação das Missionárias do Sagrado Coração de Jesus, que aí instalaram o Colégio Regina Coeli.
Marc Ferrez
Rua Conde de Bonfim, Tijuca
circa 1887

Rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Primeiro de Março
Conhecido no século XIX, ora como Largo do Paço, ora como Praça D. Pedro II, e como Rua Direita, o logradouro abriga prédios importantes da arquitetura brasileira.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Vista do Igreja da Ordem Terceira do Carmo e da rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita).
Marc Ferrez
Rua Primeiro de Março, Centro ; Rua Primeiro de Março ; Centro
circa 1882

Igreja de Santa Cruz dos Militares
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Santa Cruz dos Militares
Vista da Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita), à esquerda Igreja de Santa Cruz dos Militares, à direita Igreja da Ordem terceira do Carmo e ao fundo o Morro do Castelo.
Marc Ferrez
Primeiro de Março 36, Centro
circa 1890

Largo do Paço
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Paço
Largo do Paço e Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita).
Marc Ferrez
Rua Primeiro de Março, Centro
circa 1880

Rua do Ouvidor
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Ouvidor
Antiga rua de Aleixo Manuel (um dos mais abastados habitantes da cidade após sua fundação, no Morro do Castelo), a rua do Ouvidor passou a chamar-se assim quando aí o primeiro magistrado da Capitania estabeleceu residência efetiva. Depois da chegada de D. João VI em 1808, e com a abertura dos portos ao comércio internacional, estrangeiros - principalmente ingleses e franceses - começaram a se estabelecer na cidade, trabalhando como atacadistas, importadores e varejistas, comercializando produtos como jóias, alfaias de luxo, tecidos e livros. Grandes modistas, cabeleireiros e doceiros ajudaram a transformar a Ouvidor numa das ruas de maior prestígio do Rio antigo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Rua do Ouvidor
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Ouvidor
Antiga rua de Aleixo Manuel (um dos mais abastados habitantes da cidade após sua fundação, no Morro do Castelo), a rua do Ouvidor passou a chamar-se assim quando aí o primeiro magistrado da Capitania estabeleceu residência efetiva. Depois da chegada de D. João VI em 1808, e com a abertura dos portos ao comércio internacional, estrangeiros - principalmente ingleses e franceses - começaram a se estabelecer na cidade, trabalhando como atacadistas, importadores e varejistas, comercializando produtos como jóias, alfaias de luxo, tecidos e livros. Grandes modistas, cabeleireiros e doceiros ajudaram a transformar a Ouvidor numa das ruas de maior prestígio do Rio antigo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Rua do Ouvidor
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Rua do Ouvidor
Antiga rua de Aleixo Manuel (um dos mais abastados habitantes da cidade após sua fundação, no Morro do Castelo), a rua do Ouvidor passou a chamar-se assim quando aí o primeiro magistrado da Capitania estabeleceu residência efetiva. Depois da chegada de D. João VI em 1808, e com a abertura dos portos ao comércio internacional, estrangeiros - principalmente ingleses e franceses - começaram a se estabelecer na cidade, trabalhando como atacadistas, importadores e varejistas, comercializando produtos como jóias, alfaias de luxo, tecidos e livros. Grandes modistas, cabeleireiros e doceiros ajudaram a transformar a Ouvidor numa das ruas de maior prestígio do Rio antigo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890