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Anjos, esculturas de Alfredo Ceschiatti, na Catedral  Metropolitana Nossa Senhora Aparecida
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Anjos, esculturas de Alfredo Ceschiatti, na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida
Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, a Catedral de Brasília ou Catedral de Nossa Senhora de Aparecida foi o primeiro monumento a ser criado em Brasília. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958. Teve sua estrutura pronta em 1960, onde apareciam somente a área circular de setenta metros de diâmetro, da qual se elevam dezesseis colunas de concreto (pilares de secção parabólica) num formato hiperboloide, que pesam noventa toneladas. O engenheiro Joaquim Cardozo foi o responsável pelo cálculo estrutural que permitiu a construção da catedral. Em 31 de maio de 1970, foi inaugurada de fato, já nesta data com os vidros externos transparentes. Possui 40 metros de altura com 16 arcos de concreto armado circundados por um espelho d'água. Na área externa encontram-se os sinos que foram doados pelo governo espanhol, batizados com o nome de Santa Maria, Nina, Pinta e Pilarica. A cruz metálica de 12 m de altura, no topo, foi benzida pelo Papa Paulo VI, doador do altar. Na entrada, os quatro evangelistas: à direita São João, à esquerda São Mateus, São Lucas e São Marcos, em bronze, medindo 3 m de altura, de autoria de Alfredo Ceschiatti. São eles: à direita São João, à esquerda São Mateus, São Lucas e São Marcos em bronze, medindo 3 m de altura, de Alfredo Ceschiatti e Dante Croce, produzidas em 1968. O interior é banhado por luz natural filtrada pelos vitrais coloridos de Marianne Peretti, inaugurados em 1990, e lá vê-se a "Anunciação a Maria" de Athos Bulcão, a Via Sacra de Di Cavalcanti, a primeira réplica da Pietá de Michelangelo, feita de mármore e resina e pesando 600 kg, doada por Paulo Xavier. Abaixo do Altar, réplica do Santo Sudário. Da cúpula da Catedral, presos por cabos de aço, pendem três anjos. O maior pesa trezentos quilos e mede 4,45 metros. O médio pesa 200 quilos e tem 3,40 metros. O menor pesa 100 quilos e mede 2,20 metros. A cruz, medindo 12 metros de altura, foi ali colocada no dia 21 de abril de 1968. Benta pelo Papa Paulo VI, guarda no seu interior duas relíquias: um fragmento da Cruz de Cristo e a Cruz Peitoral do primeiro Arcebispo de Brasília, D José Newton de Almeida Baptista.
Marcel Gautherot
Início da Esplanada dos Ministérios s/ nº - Asa Sul
circa 1970

"O Meteoro", escultura de Bruno Giorgi, no Palácio dos Arcos ou Palácio Itamaraty
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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"O Meteoro", escultura de Bruno Giorgi, no Palácio dos Arcos ou Palácio Itamaraty
O Meteoro, escultura de Bruno Giorgi, uma esfera de 50 toneladas esculpida em mármore de Carrara, seccionada em cinco gomos vazados pousados sobre um espelho d'água, encontra-se no lago do Palácio dos Arcos ou Palácio do Itamaraty. Bruno Giorgi nasceu em 1905, em Mococa, São Paulo. Foi para Roma com sua família em 1911. No começo da década de 20, estudou desenho e escultura. Ele é conhecido como um dos mais importantes escultores do País. Foi extraditado da Itália para o Brasil em 1935, após cumprir quatro anos de pena por conspiração contra o regime fascista. Em 1937, em Paris, freqüentou as academias La Grande Chaumière e Ranson. A convite do ministro Gustavo Capanema, em 1943, trabalhou para o Rio de Janeiro e instalou ateliê na Praia Vermelha. Dos monumentos públicos de sua autoria destacam-se o Monumento à Juventude Brasileira, de 1947, nos jardins do Ministério da Educação e Saúde, atual Palácio da Cultura, no Rio de Janeiro; Candangos, de 1960, na Praça Três Poderes, e Meteoro, de 1967, no lago do edifício do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; Integração, de 1989, no Memorial da América Latina, em São Paulo. O artista faleceu no Rio de Janeiro em 1993.
Marcel Gautherot
Palácio Itamaraty (também conhecido como Palácio dos Arcos)
circa 1968

"O Canto da Noite", escultura de Maria Martins, no Salão Nobre
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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"O Canto da Noite", escultura de Maria Martins, no Salão Nobre
O Palácio dos Arcos, projeto de Oscar Niemeyer é a sede do Ministério das Relações Exteriores, também conhecido como Palácio do Itamaraty é um edifício de planta quadrada, com quatro fachadas iguais, formadas por uma sucessão de arcos e circundados por um espelho d'água. O acesso ao prédio se faz através de passarelas. Em seu interior, encontram-se importantes obras, além dos jardins tropicais de Burle Marx, sua decoração baseia-se no contraste entre o antigo e o moderno. O Palácio do Itamaraty localiza-se na extremidade leste da Esplanada dos Ministérios. A pedra fundamental do palácio foi lançada em 12 de setembro de 1960, no entanto, devido às dificuldades técnicas para atender às inovações do projeto, este só foi efetivamente concluído e inaugurado, no Dia do Diplomata, em 20 de abril de 1970 pelo presidente Emílio Garrastazu Médici e pelo Ministro das Relações Exteriores, embaixador Mário Gibson Barbosa. Projetado por Oscar Niemeyer, a sede do Ministério das Relações Exteriores, também conhecido como Palácio do Itamaraty, caracteriza-se por ser um edifício de planta quadrada, com quatro fachadas iguais, formadas por uma sucessão de arcos circundados por um espelho d'água. O acesso ao prédio se faz através de passarelas. Em seu interior, encontram-se importantes obras, além dos jardins tropicais de Burle Marx. Sua decoração baseia-se no contraste entre o antigo e o moderno. À sua frente, sobre a água, está o "Meteoro", obra de Bruno Giorgi, uma esfera de 50 toneladas esculpida em mármore de Carrara, seccionada em cinco gomos vazados representando os cinco continentes. O Palácio do Itamaraty localiza-se na extremidade leste da Esplanada dos Ministérios.
Marcel Gautherot
Palácio Itamaraty (também conhecido como Palácio dos Arcos)
circa 1968

Anjos, proveniente da Igreja de São Pedro dos Clérigos, Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Anjos, proveniente da Igreja de São Pedro dos Clérigos, Rio de Janeiro
Anjos, século XVIII Proveniente da Igreja de São Pedro dos Clérigos, Rio de Janeiro, hoje demolida, de autor desconhecido, madeira entalhada e policromada, 135 cm.O Palácio dos Arcos, projeto de Oscar Niemeyer é a sede do Ministério das Relações Exteriores, também conhecido como Palácio do Itamaraty é um edifício de planta quadrada, com quatro fachadas iguais, formadas por uma sucessão de arcos e circundados por um espelho d'água. O acesso ao prédio se faz através de passarelas. Em seu interior, encontram-se importantes obras, além dos jardins tropicais de Burle Marx, sua decoração baseia-se no contraste entre o antigo e o moderno. O Palácio do Itamaraty localiza-se na extremidade leste da Esplanada dos Ministérios. A pedra fundamental do palácio foi lançada em 12 de setembro de 1960, no entanto, devido às dificuldades técnicas para atender às inovações do projeto, este só foi efetivamente concluído e inaugurado, no Dia do Diplomata, em 20 de abril de 1970 pelo presidente Emílio Garrastazu Médici e pelo Ministro das Relações Exteriores, embaixador Mário Gibson Barbosa. Projetado por Oscar Niemeyer, a sede do Ministério das Relações Exteriores, também conhecido como Palácio do Itamaraty, caracteriza-se por ser um edifício de planta quadrada, com quatro fachadas iguais, formadas por uma sucessão de arcos circundados por um espelho d'água. O acesso ao prédio se faz através de passarelas. Em seu interior, encontram-se importantes obras, além dos jardins tropicais de Burle Marx. Sua decoração baseia-se no contraste entre o antigo e o moderno. À sua frente, sobre a água, está o "Meteoro", obra de Bruno Giorgi, uma esfera de 50 toneladas esculpida em mármore de Carrara, seccionada em cinco gomos vazados representando os cinco continentes. O Palácio do Itamaraty localiza-se na extremidade leste da Esplanada dos Ministérios.
Marcel Gautherot
Palácio Itamaraty (também conhecido como Palácio dos Arcos)
circa 1968

Anjos, proveniente da Igreja de São Pedro dos Clérigos, Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Anjos, proveniente da Igreja de São Pedro dos Clérigos, Rio de Janeiro
Anjos, século XVIII Proveniente da Igreja de São Pedro dos Clérigos, Rio de Janeiro, hoje demolida, de autor desconhecido, madeira entalhada e policromada, 135 cm.O Palácio dos Arcos, projeto de Oscar Niemeyer é a sede do Ministério das Relações Exteriores, também conhecido como Palácio do Itamaraty é um edifício de planta quadrada, com quatro fachadas iguais, formadas por uma sucessão de arcos e circundados por um espelho d'água. O acesso ao prédio se faz através de passarelas. Em seu interior, encontram-se importantes obras, além dos jardins tropicais de Burle Marx, sua decoração baseia-se no contraste entre o antigo e o moderno. O Palácio do Itamaraty localiza-se na extremidade leste da Esplanada dos Ministérios. A pedra fundamental do palácio foi lançada em 12 de setembro de 1960, no entanto, devido às dificuldades técnicas para atender às inovações do projeto, este só foi efetivamente concluído e inaugurado, no Dia do Diplomata, em 20 de abril de 1970 pelo presidente Emílio Garrastazu Médici e pelo Ministro das Relações Exteriores, embaixador Mário Gibson Barbosa. Projetado por Oscar Niemeyer, a sede do Ministério das Relações Exteriores, também conhecido como Palácio do Itamaraty, caracteriza-se por ser um edifício de planta quadrada, com quatro fachadas iguais, formadas por uma sucessão de arcos circundados por um espelho d'água. O acesso ao prédio se faz através de passarelas. Em seu interior, encontram-se importantes obras, além dos jardins tropicais de Burle Marx. Sua decoração baseia-se no contraste entre o antigo e o moderno. À sua frente, sobre a água, está o "Meteoro", obra de Bruno Giorgi, uma esfera de 50 toneladas esculpida em mármore de Carrara, seccionada em cinco gomos vazados representando os cinco continentes. O Palácio do Itamaraty localiza-se na extremidade leste da Esplanada dos Ministérios.
Marcel Gautherot
Palácio Itamaraty (também conhecido como Palácio dos Arcos)
circa 1968

Teatro Nacional Cláudio Santoro, "O sol faz a festa", relevo de Athos Bulcão
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Teatro Nacional Cláudio Santoro, "O sol faz a festa", relevo de Athos Bulcão
O Teatro Nacional Cláudio Santoro foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. A construção teve início no dia 30 de julho de 1960, e a estrutura ficou pronta em 30 de janeiro de 1961, mas por cinco anos a obra ficou parada. A Sala Martins Pena ficou pronta em 1966 e, após dez anos de atividade, foi fechada para reforma e finalização do teatro que ocorreu em 21 de abril de 1981. O relevo de Athos Bulcão, também de 1966, chama-se relevo é chamado de "O sol faz a festa".
Marcel Gautherot
Setor Cultural Norte Via N 2 - em frente ao Conjunto Nacional de Brasília
circa 1966

Via Crucis, Passos da Paixão, esculturas de Aleijadinho, Cristo no Passo do Horto
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Via Crucis, Passos da Paixão, esculturas de Aleijadinho, Cristo no Passo do Horto
O escultor Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1730-1814), maior artista do barroco brasileiro foi o autor dos Passos da Paixão de Cristo, em Congonhas, Minas Gerais. Entre 1796 e 1799, ele executou, ao lado dos ajudantes de seu ateliê, as 66 figuras em cedro instaladas em grupos: ceia, horto, prisão, flagelação, coroação de espinhos, cruz às costas e crucificação. Também trabalharam na obra os pintores Manuel da Costa Ataíde e Francisco Xavier Carneiro. O primeiro cuidou das policromias das imagens da ceia, flagelação e crucificação e o outro do restante das peças, trabalho só finalizado em 1819. Cristo no Passo do Horto.
Marcel Gautherot
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos
circa 1970

Via Crucis, Passos da Paixão, esculturas de Aleijadinho, São João Evangelista no Passo do Horto
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Via Crucis, Passos da Paixão, esculturas de Aleijadinho, São João Evangelista no Passo do Horto
O escultor Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1730-1814), maior artista do barroco brasileiro foi o autor dos Passos da Paixão de Cristo, em Congonhas, Minas Gerais. Entre 1796 e 1799, ele executou, ao lado dos ajudantes de seu ateliê, as 66 figuras em cedro instaladas em grupos: ceia, horto, prisão, flagelação, coroação de espinhos, cruz às costas e crucificação. Também trabalharam na obra os pintores Manuel da Costa Ataíde e Francisco Xavier Carneiro. O primeiro cuidou das policromias das imagens da ceia, flagelação e crucificação e o outro do restante das peças, trabalho só finalizado em 1819. São João Evangelista no Passo do Horto.
Marcel Gautherot
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos
circa 1970

Via Crucis, Passos da Paixão, esculturas de Aleijadinho, São Tiago no Passo do Horto
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Via Crucis, Passos da Paixão, esculturas de Aleijadinho, São Tiago no Passo do Horto
O escultor Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1730-1814), maior artista do barroco brasileiro foi o autor dos Passos da Paixão de Cristo, em Congonhas, Minas Gerais. Entre 1796 e 1799, ele executou, ao lado dos ajudantes de seu ateliê, as 66 figuras em cedro instaladas em grupos: ceia, horto, prisão, flagelação, coroação de espinhos, cruz às costas e crucificação. Também trabalharam na obra os pintores Manuel da Costa Ataíde e Francisco Xavier Carneiro. O primeiro cuidou das policromias das imagens da ceia, flagelação e crucificação e o outro do restante das peças, trabalho só finalizado em 1819. São Tiago no Passo do Horto.
Marcel Gautherot
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos
circa 1970