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Detalhe de edificação
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Detalhe de edificação
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro histórico
1970s

Janela de edificação
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRAL001-009.jpg
Janela de edificação
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro histórico
1970s

Detalhe de escada - voluta
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRAL001-019.jpg
Detalhe de escada - voluta
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro histórico
1970s

Altar da Igreja de Nossa Senhora da Corrente
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Altar da Igreja de Nossa Senhora da Corrente
A Igreja de Nossa Senhora da Corrente, também conhecida como Igreja dos Lemos, teve sua construção iniciada em 1764 mas foi concluída somente em 1790. Conhecida como uma das mais exuberantes igrejas do Brasil, integra o Centro Histórico de Penedo e é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 1964.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro histórico
1970s

Altar da Igreja de Nossa Senhora da Corrente
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRAL001-035.jpg
Altar da Igreja de Nossa Senhora da Corrente
A Igreja de Nossa Senhora da Corrente, também conhecida como Igreja dos Lemos, teve sua construção iniciada em 1764 mas foi concluída somente em 1790. Conhecida como uma das mais exuberantes igrejas do Brasil, integra o Centro Histórico de Penedo e é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 1964.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro histórico
1970s

Monumento à abertura dos portos às nações amigas
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Monumento à abertura dos portos às nações amigas
Inaugurado em 1900 - ano de comemoração do quarto centenário do Brasil -, se encontra na Praça São Sebastião, localizada em frente ao imponente Teatro Amazonas
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro histórico
circa 1975

Monumento à abertura dos portos às nações amigas
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Monumento à abertura dos portos às nações amigas
Inaugurado em 1900 - ano de comemoração do quarto centenário do Brasil -, se encontra na Praça São Sebastião, localizada em frente ao imponente Teatro Amazonas
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro histórico
circa 1975

Casa dos Sete Candeeiros - Portada
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa dos Sete Candeeiros - Portada
Considerada uma casa nobre urbana, com forte caráter defensivo, pertenceu aos jesuítas até a expulsão dos religiosos do país, tendo sido leiloada em seguida. A construção foi feita em alvenaria de pedra e cal, com divisórias do tipo parede francesa, e sua planta retangular foi desenvolvida em dois pavimentos mais o sótão. Foi chamada Casa dos Sete Candeeiros por causa de sete lampiões de azeite nela pendurados durante a estadia da corte de D. João VI, em 1808.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua São Francisco ; Centro
1970s

Casa da Torre de Garcia d'Ávila - abóbada cômodo lateral à capela
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa da Torre de Garcia d'Ávila - abóbada cômodo lateral à capela
O Castelo da Torre, também conhecido como Torre de Garcia D'Avila ou Casa da Torre, está localizado no município de Mata de São João, na Praia do Forte, ao norte de Salvador. Considerado o maior latifúndio do país e único exemplar de um castelo feudal nas Américas, integra um conjunto residencial-militar compreendido pelo próprio Castelo, sua Torre e seus anexos: o Forte Garcia D'Avila, o Porto do Açú da Torre e sua Ambiência, formada pelas áreas adjacentes. Hoje em ruínas, o complexo começou a ser erguido em 1551 por Garcia D'Avila, começando pela torre - por ele chamada Torre Singela de São Pedro de Rates -, depois o Solar e a Capela de Nossa Senhora da Conceição. Foi seu neto e herdeiro, Francisco Dias de Avila Caramurú, quem concluiu o Castelo da Torre em 1624. Garcia D'Avila chegou à Bahia em 1549 com o primeiro governador-geral do Brasil, Tomé de Souza, e logo foi nomeado "feitor e almoxarife da Cidade do Salvador e da Alfândega". Considerado protegido de Tomé de Souza, por seus serviços prestados à colônia foi recompensado com terras de sesmarias que dariam origem à fortificação. Morreu em maio de 1609.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praia do Forte
1970s