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Avenida Beira-Mar, a partir da Avenida Central
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Beira-Mar, a partir da Avenida Central
F Manzière
Centro
circa 1908

Pedra do Índio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Pedra do Índio
F Manzière
Praia das Flechas
circa 1908

Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ilha das Cobras
F Manzière
Centro
circa 1908

Jardim da Praça da República
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Jardim da Praça da República
Também conhecida como Campo de Santana, a praça da República recebeu este nome por ter sido o cenário da Proclamação da República no Brasil. O marechal Deodoro da Fonseca morava em frente à praça. Originalmente a região da praça da República chamava-se campo de São Domingos, em referência a igreja que ficava onde hoje se localiza a estação da estrada de ferro Central do Brasil (antiga estrada de ferro Dom Pedro II). O campo de São Domingos era a região de fronteira entre a área urbana e área rural da cidade do Rio de Janeiro.
Autoria não identificada
Centro
circa 1900

Copacabana
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Copacabana
Copacabana fazia parte da Gávea até o século XVIII, e toda a área era chamada de Sacopenapã (ou Sacopenapan), até ser erguida por pescadores uma capela de pedras onde se levantaria o Forte. A capela era em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, de origem boliviana, cuja imagem foi trazida por peruleiros (mercadores de prata que viajavam entre o Rio de Janeiro, Bolívia e Peru).
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1900

Fortaleza de Santa Cruz vista do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0003.jpg
Fortaleza de Santa Cruz vista do Pão de Açúcar
A fortaleza de Santa Cruz localiza-se na cidade de Niterói, na entrada da banda oriental da baía de Guanabara. Junto com a fortaleza de São João - localizada na banda ocidental da baía, no bairro da Urca - e o forte Tamandaré da Lage - localizado na ilha da Lage, na entrada da baía -, a Fortaleza de Santa Cruz teve papel fundamental na defesa da baía de Guanabara e das cidades que a margeam. Em 1584 os portugueses ocuparam a região fundando uma bateria chamada de Nossa Senhora da Guia, que foi responsável pelo repelimento de uma esquadra neerlandesa em 1599, sob o comando do almirante Olivier van Noort, que buscava suprimentos e água potável. Em 1612 foi denominada de fortaleza de Santa Cruz da Barra por ordem do rei Felipe III de Espanha
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1900

Quinta da Boa Vista
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Quinta da Boa Vista
A origem da Quinta da Boa Vista está na Fazenda de São Cristóvão, uma das muitas propriedades jesuítas absorvidas pela coroa portuguesa quando da expulsão dos padres daquela ordem. Posta à venda, a fazenda dividiu-se em chácaras. Uma destas colocava-se numa elevação de terreno às margens dos Rios Joana e Maracanã, de onde se desfrutava uma "boa vista". Quando D. João chegou ao Rio, comprou a propriedade e realizaram-se reformas, ampliações no interior, tornando-se realmente um palácio. No reinado de Pedro II, tomou formas neoclássicas e teve o seu entorno ajardinado por Glaziou entre 1866 e 1876. A Quinta Imperial ficou de tal maneira bela, que levou Oliveira Viana a chamá-la de "Versalhes Tropical". Além de sua beleza e situação, que lhe deram ares de Versalhes, a Quinta tem importância histórica porque lá residiram um rei de Portugal, os dois imperadores e as três imperatrizes do Brasil. Lá também nasceram a futura rainha de Portugal, D. Maria da Glória, e a Princesa Isabel, várias vezes regente, quase imperatriz. Na República, funcionou no palácio a primeira Assembléia Constituinte do novo regime e, a partir de 1892, ali se instalou o Museu Nacional, hoje importante centro de pesquisas nas áreas de Ciências Humanas e Naturais.
Autoria não identificada
São Cristóvão
circa 1900

Praça XV de Novembro vista do alto da torre da igreja do Carmo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Praça XV de Novembro vista do alto da torre da igreja do Carmo
O largo inicialmente abrigou uma capela dedicada a Nossa Senhora do Ó, no século XVI. Mais tarde, os frades Carmelitas instalaram no local o seu convento. Ali se instalaram, desde o século XVII, a Câmara e a Cadeia Pública e a Fazenda Real, além dos Armazéns Reais e a Casa da Moeda. No século XVIII, o logradouro ganhou importância sobretudo administrativa, até porque o Rio de Janeiro havia se tornado capital da Colônia. Na segunda metade do século XVIII foram realizadas obras importantes, como a transformação dos Armazéns Reais em sede do governo do Vice-Reinado, a construção da Igreja da Ordem Terceira do Carmo e a instalação do monumental chafariz de Mestre Valentim no largo. No Império, o largo foi chamado de D. Pedro II, e na passagem da República, o nome foi modificado para praça XV de Novembro, data da proclamação republicana. Em 1902, foi construído o Cais Pharoux que substituiu o antigo, colonial, do século XVIII.
Autoria não identificada
Centro
circa 1915

Avenida Beira Mar
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Avenida Beira Mar
A Avenida Beira Mar, que liga o centro à zona sul da cidade, começou a ser planejada em 1903 pelo prefeito Pereira Passos, o mesmo que planejou a abertura da Avenida Central (atual Rio Branco), que na época ainda estava pela metade. Passos a imaginou como a Promenade des Anglais, em Nice, na França, e também como um prolongamento da Rio Branco. A avenida contornaria a baía até o fim de Botafogo, partindo do antigo Cais da Glória ou Praia das Areias de Espanha. Foi inaugurada em 1905, adornada por colunetas que foram destruídas por ressacas.
Autoria não identificada
Glória
circa 1910