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Nós queremos que você se divirta
Arquivo/Coleção: Stefania Bril
012SB002738
Nós queremos que você se divirta
Stefania Bril
Avenida João Dias
1973

Hotel Palm, largo do Capim e ladeira do meio, rumo ao vale do Anhangabaú
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Hotel Palm, largo do Capim e ladeira do meio, rumo ao vale do Anhangabaú
Militão Augusto de Azevedo
Largo do Bexiga, atual largo do Riachuelo
1860

Rebanho de ovelhas
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Rebanho de ovelhas
Rebanho de ovelhas e carneiros, em meio a vegetação. Ao fundo pode-se ver edificações, de onde pessoas observam a cena. Trata-se, por associação a outras imagens, de uma das paralelas à várzea do Carmo, provavelmente em direção a região do Glicério, bairro com menor índice de urbanização. A composição formal da fotografia remete à fase pictórica do autor.
Vincenzo Pastore
Provavelmente rua paralela à várzea do Carmo
circa 1910

Carroça de cervejaria atolada na lama
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Carroça de cervejaria atolada na lama
Carroça de cervejaria atolada na lama, em terreno descampado. Homens tentam desatolar a carroça.
Vincenzo Pastore
São Paulo
circa 1910

Cavalo da carroça de limpeza pública caído no chão
Archive/Collection: Vincenzo Pastore
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Cavalo da carroça de limpeza pública caído no chão
Cavalo da carroça de limpeza pública caído no chão, e grupo de pessoas ao redor. Rua 25 de Março esquina com rua Lourenço Gnecco, em frente ao Mercado Municipal, cuja parede se vê na imagem. Ao fundo, edificações do Pátio do Colégio, com vista do torreão do Palácio do Governo à direita. À esquerda, fundos do edifício da Secretaria de Segurança Pública.
Vincenzo Pastore
Rua 25 de Março esquina com rua Lourenço Gnecco, em frente ao Mercado Municipal
circa 1910

Paranoia: “inventando a loucura e o arrependimento de Deus"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “inventando a loucura e o arrependimento de Deus"
Cenas da cidade de São Paulo. Dois cachorros, um com vestimentas.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “para pequenos paquidermes"
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “para pequenos paquidermes"
Cenas da cidade de São Paulo. Tromba e cabeça de elefantes.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Efeitos da Revolução de 1924 - Vítimas de estilhaços de granada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Vítimas de estilhaços de granada
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Companhia Antarctica Paulista
1924

Efeitos da Revolução de 1924 – Cavalo, vítima de um estilhaço de granada
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 – Cavalo, vítima de um estilhaço de granada
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua do Triunfo ; Santa Ifigênia
5 de julho de 1924

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