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Estátua do General Gurjão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estátua do General Gurjão
Praça Batista Campos, foi uma importante praça que abrigava o palacete onde funcionava a Assembléia, a Câmara Municipal e o Tesouro Provincial. O Monumento ao General foi erguido e inaugurado em 1882.
Autoria não identificada
Praça Batista Campos
circa 1910

Palácio Lauro Sodré, antigo Palácio dos Governadores
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Lauro Sodré, antigo Palácio dos Governadores
Palácio Lauro Sodré, antigo Palácio dos Governadores, é um prédio histórico datado de 1772. A partir de 1994 é a sede do Museu Histórico do Estado do Pará (MHEP).
Autoria não identificada
Museu Histórico do Estado do Pará
circa 1910

Praça da República, antigo Largo da Pólvora
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça da República, antigo Largo da Pólvora
Praça da República trazendo em destaque o monumento à República, tendo no fundo, à direita, o Teatro da Paz. A praça da república, local central de Belém, foi construída no século XVIII e tinha como nome "largo da Campina". Era lugar destinado ao enterro de escravos e pessoas pobres. No império, o espaço abrigou um depósito de pólvora, que deu origem ao seu segundo nome, largo da Pólvora. Depois da queda do governo imperial, os republicanos colocaram um monumento em alusão à proclamação da República, de onde advém o nome que por hoje a praça é conhecida.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Praça da República, antigo Largo da Pólvora
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça da República, antigo Largo da Pólvora
A Praça da República, local central de Belém, foi construída no século XVIII e tinha como nome "Largo da Campina". Era lugar destinado ao enterro de escravos e pessoas pobres. No império, o espaço abrigou um depósito de pólvora, que deu origem ao seu segundo nome, Largo da Pólvora. Depois do governo imperial ter caído, os republicanos colocaram um monumento em alusão à proclamação da República, donde advém o nome que por hoje a praça é conhecida.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Praça da República, antigo Largo da Pólvora
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
007A5P3F08-038.jpg
Praça da República, antigo Largo da Pólvora
A praça da república, local central de Belém, foi construída no século XVIII e tinha como nome "largo da Campina". Era lugar destinado ao enterro de escravos e pessoas pobres. No império, o espaço abrigou um depósito de pólvora, que deu origem ao seu segundo nome, largo da Pólvora. Depois da queda do governo imperial, os republicanos colocaram um monumento em alusão à proclamação da República, de onde advém o nome que por hoje a praça é conhecida.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Obras de Aldemir Martins
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Obras de Aldemir Martins
Aldemir Martins (Ingazeiras CE 1922 - São Paulo SP 2006). Pintor, gravador, desenhista, ilustrador. Em 1941, participa da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira (1922-1967), Raimundo Cela (1890-1954), Inimá de Paula (1918-1999) e Mario Baratta (1915-1983), um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passa a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Aldemir Martins produz desenhos, xilogravuras, aquarelas e pinturas. Atua também como ilustrador na imprensa cearense. Em 1945, viaja para o Rio de Janeiro, e, menos de um ano depois, muda-se para São Paulo, onde realiza sua primeira individual e retoma a carreira de ilustrador. Entre 1949 e 1951, freqüenta os cursos do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - MASP e torna-se monitor da instituição. Estuda história da arte com Pietro Maria Bardi (1900-1999) e gravura com Poty Lazzarotto (1924-1998). Em 1959, recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna e permanece por dois anos na Itália. Desde o início da carreira sua produção é figurativa, e o artista emprega um repertório formal constantemente retomado: aves, sobretudo os galos; cangaceiros, inspirados nas figuras de cerâmica popular; gatos, realizados com linhas sinuosas; e ainda flores e frutas. Nas pinturas emprega cores intensas e contrastantes.
Marcel Gautherot
Belém
circa 1957

Obras de Aldemir Martins
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Obras de Aldemir Martins
Aldemir Martins (Ingazeiras CE 1922 - São Paulo SP 2006). Pintor, gravador, desenhista, ilustrador. Em 1941, participa da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira (1922-1967), Raimundo Cela (1890-1954), Inimá de Paula (1918-1999) e Mario Baratta (1915-1983), um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passa a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Aldemir Martins produz desenhos, xilogravuras, aquarelas e pinturas. Atua também como ilustrador na imprensa cearense. Em 1945, viaja para o Rio de Janeiro, e, menos de um ano depois, muda-se para São Paulo, onde realiza sua primeira individual e retoma a carreira de ilustrador. Entre 1949 e 1951, freqüenta os cursos do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - MASP e torna-se monitor da instituição. Estuda história da arte com Pietro Maria Bardi (1900-1999) e gravura com Poty Lazzarotto (1924-1998). Em 1959, recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna e permanece por dois anos na Itália. Desde o início da carreira sua produção é figurativa, e o artista emprega um repertório formal constantemente retomado: aves, sobretudo os galos; cangaceiros, inspirados nas figuras de cerâmica popular; gatos, realizados com linhas sinuosas; e ainda flores e frutas. Nas pinturas emprega cores intensas e contrastantes.
Marcel Gautherot
Belém
circa 1957

Obras de Aldemir Martins
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Obras de Aldemir Martins
Aldemir Martins (Ingazeiras CE 1922 - São Paulo SP 2006). Pintor, gravador, desenhista, ilustrador. Em 1941, participa da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira (1922-1967), Raimundo Cela (1890-1954), Inimá de Paula (1918-1999) e Mario Baratta (1915-1983), um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passa a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Aldemir Martins produz desenhos, xilogravuras, aquarelas e pinturas. Atua também como ilustrador na imprensa cearense. Em 1945, viaja para o Rio de Janeiro, e, menos de um ano depois, muda-se para São Paulo, onde realiza sua primeira individual e retoma a carreira de ilustrador. Entre 1949 e 1951, freqüenta os cursos do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - MASP e torna-se monitor da instituição. Estuda história da arte com Pietro Maria Bardi (1900-1999) e gravura com Poty Lazzarotto (1924-1998). Em 1959, recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna e permanece por dois anos na Itália. Desde o início da carreira sua produção é figurativa, e o artista emprega um repertório formal constantemente retomado: aves, sobretudo os galos; cangaceiros, inspirados nas figuras de cerâmica popular; gatos, realizados com linhas sinuosas; e ainda flores e frutas. Nas pinturas emprega cores intensas e contrastantes.
Marcel Gautherot
Belém
circa 1957

Obras de Aldemir Martins
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Obras de Aldemir Martins
Aldemir Martins (Ingazeiras CE 1922 - São Paulo SP 2006). Pintor, gravador, desenhista, ilustrador. Em 1941, participa da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira (1922-1967), Raimundo Cela (1890-1954), Inimá de Paula (1918-1999) e Mario Baratta (1915-1983), um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passa a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Aldemir Martins produz desenhos, xilogravuras, aquarelas e pinturas. Atua também como ilustrador na imprensa cearense. Em 1945, viaja para o Rio de Janeiro, e, menos de um ano depois, muda-se para São Paulo, onde realiza sua primeira individual e retoma a carreira de ilustrador. Entre 1949 e 1951, freqüenta os cursos do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - MASP e torna-se monitor da instituição. Estuda história da arte com Pietro Maria Bardi (1900-1999) e gravura com Poty Lazzarotto (1924-1998). Em 1959, recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna e permanece por dois anos na Itália. Desde o início da carreira sua produção é figurativa, e o artista emprega um repertório formal constantemente retomado: aves, sobretudo os galos; cangaceiros, inspirados nas figuras de cerâmica popular; gatos, realizados com linhas sinuosas; e ainda flores e frutas. Nas pinturas emprega cores intensas e contrastantes.
Marcel Gautherot
Belém
circa 1957