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Palácio Nova Friburgo, atual Palácio do Catete
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Nova Friburgo, atual Palácio do Catete
O palácio foi construído para residência do Barão de Nova Friburgo e sua família, entre 1866 e 1890, quando tornou-se o Palácio do Catete, residência dos presidentes republicanos, entre 1897 e 1960. Atualmente, ali funciona o Museu da República. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Autoria não identificada
Catete
1866

Palácio Nova Friburgo, Atual Museu da República
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Nova Friburgo, Atual Museu da República
O atual Museu da República está sediado em um prédio construído para servir de residência ao Barão de Nova Friburgo, Antônio Clemente Pinto, comerciante e fazendeiro de café. A construção, iniciada em 1858, foi concluída nove anos depois. Mais tarde, com o advento da República, em 1897, o palacete tornou-se o símbolo da República brasileira ao servir de sede do Poder Executivo e palácio presidencial, logo sendo conhecido com Palácio do Catete. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Catete
circa 1866

O Catete visto da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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O Catete visto da Glória
As origens do Catete nos remetem ao quinhentismo, quando governava a cidade o português Antônio Salema. Foi ele quem integrou o bairro na vida dos colonizadores, tornando-o passagem para o engenho de açúcar d'El Rei, que havia sido fundado na lagoa Rodrigo de Freitas. No século XVI, chácaras e olarias começaram a aparecer nas proximidades de um dos braços do rio Carioca. Segundo o historiador Felisbelo Freire, a partir de documentos de arquivos, o nome Catete significava "mato escondido" ou "mato cerrado", mas também pode ser o nome de um pássaro e de uma vila de Angola.
Marc Ferrez
Catete
circa 1880

Chegada do presidente argentino Julio Roca ao Palácio do Catete
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Chegada do presidente argentino Julio Roca ao Palácio do Catete
Autoria não identificada
Catete
9 de agosto de 1899

Continência a ministro não identificado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Continência a ministro não identificado
A. de Barros Lobo
Palácio do Catete ; Catete
16 de junho de 1910

Palácio do Catete
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio do Catete
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Catete
circa 1905

Vista do bairro do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do bairro do Catete
Marc Ferrez
Catete
circa 1890

Vista panorâmica do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista panorâmica do Catete
Marc Ferrez
Catete
circa 1890

Rua Dona Luiza e Santo Amaro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Dona Luiza e Santo Amaro
Em fotografia tirada de Santa Teresa, vemos as ruas Santo Amaro e Dona Luiza. A rua Santo Amaro foi aberta em 1852, onde era a vasta chácara do então diretor do Banco do Brasil, Amaro Velho Silva. Dois anos antes fora aberta a rua Dona Luiza, na chácara de D. Luíza Clemente da Silva Couto, cercada por palmeiras e terminando numa pequena elevação. Hoje a rua chama-se Cândido Mendes.
Georges Leuzinger
Catete
circa 1865

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