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Olinda, casario e telhados
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Olinda, casario e telhados
Não se sabe o dia da fundação de Olinda; sabe-se que o povoado prosperou tanto, que em 1537, já estava elevado à categoria de vila. Em 12 de março de 1537, Duarte Coelho enviou ao rei de Portugal, D.João III, o Foral, carta de doação que descrevia todos os lugares e benfeitorias existentes na Vila de Olinda. Recebeu o título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO, em 1982. É considerada uma das localidades coloniais mais bem preservadas do Brasil.
Marcel Gautherot
Olinda
circa 1955

Olinda, casario e telhados
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Olinda, casario e telhados
Não se sabe o dia da fundação de Olinda; sabe-se que o povoado prosperou tanto, que em 1537, já estava elevado à categoria de vila. Em 12 de março de 1537, Duarte Coelho enviou ao rei de Portugal, D.João III, o Foral, carta de doação que descrevia todos os lugares e benfeitorias existentes na Vila de Olinda. Recebeu o título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO, em 1982. É considerada uma das localidades coloniais mais bem preservadas do Brasil.
Marcel Gautherot
Olinda
circa 1955

Igreja de Nossa Senhora do Carmo
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Igreja de Nossa Senhora do Carmo
Não se sabe o dia da fundação de Olinda; sabe-se que o povoado prosperou tanto, que em 1537, já estava elevado à categoria de vila. Em 12 de março de 1537, Duarte Coelho enviou ao rei de Portugal, D.João III, o Foral, carta de doação que descrevia todos os lugares e benfeitorias existentes na Vila de Olinda. Recebeu o título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO, em 1982. É considerada uma das localidades coloniais mais bem preservadas do Brasil.
Marcel Gautherot
Olinda
circa 1955

Convento de São Francisco - Igreja de Nossa Senhora das Neves
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Convento de São Francisco - Igreja de Nossa Senhora das Neves
Não se sabe o dia da fundação de Olinda; sabe-se que o povoado prosperou tanto, que em 1537, já estava elevado à categoria de vila. Em 12 de março de 1537, Duarte Coelho enviou ao rei de Portugal, D.João III, o Foral, carta de doação que descrevia todos os lugares e benfeitorias existentes na Vila de Olinda. Recebeu o título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO, em 1982. É considerada uma das localidades coloniais mais bem preservadas do Brasil. O Convento de São Francisco é parte de um conjunto arquitetônico barroco de excepcional importância, que inclui a Igreja de Nossa Senhora das Neves, a Capela de São Roque, o claustro e a sacristia.
Marcel Gautherot
Ladeira de São Francisco, 280
circa 1955

Convento de São Francisco e Igreja de Nossa Senhora das Neves
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Convento de São Francisco e Igreja de Nossa Senhora das Neves
Não se sabe o dia da fundação de Olinda; sabe-se que o povoado prosperou tanto, que em 1537, já estava elevado à categoria de vila. Em 12 de março de 1537, Duarte Coelho enviou ao rei de Portugal, D.João III, o Foral, carta de doação que descrevia todos os lugares e benfeitorias existentes na Vila de Olinda. Recebeu o título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO, em 1982. É considerada uma das localidades coloniais mais bem preservadas do Brasil. O Convento de São Francisco é parte de um conjunto arquitetônico barroco de excepcional importância, que inclui a Igreja de Nossa Senhora das Neves, a Capela de São Roque, o claustro e a sacristia.
Marcel Gautherot
Ladeira de São Francisco, 280
circa 1955

Olinda, cruzeiro em frente ao Convento de São Francisco - Igreja de Nossa Senhora das Neves
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Olinda, cruzeiro em frente ao Convento de São Francisco - Igreja de Nossa Senhora das Neves
Não se sabe o dia da fundação de Olinda; sabe-se que o povoado prosperou tanto, que em 1537, já estava elevado à categoria de vila. Em 12 de março de 1537, Duarte Coelho enviou ao rei de Portugal, D.João III, o Foral, carta de doação que descrevia todos os lugares e benfeitorias existentes na Vila de Olinda. Recebeu o título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO, em 1982. É considerada uma das localidades coloniais mais bem preservadas do Brasil. O Convento de São Francisco é parte de um conjunto arquitetônico barroco de excepcional importância, que inclui a Igreja de Nossa Senhora das Neves, a Capela de São Roque, o claustro e a sacristia.
Marcel Gautherot
Ladeira de São Francisco, 280
circa 1955

Olinda, cruzeiro em frente ao Convento de São Francisco - Igreja de Nossa Senhora das Neves
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Olinda, cruzeiro em frente ao Convento de São Francisco - Igreja de Nossa Senhora das Neves
Não se sabe o dia da fundação de Olinda; sabe-se que o povoado prosperou tanto, que em 1537, já estava elevado à categoria de vila. Em 12 de março de 1537, Duarte Coelho enviou ao rei de Portugal, D.João III, o Foral, carta de doação que descrevia todos os lugares e benfeitorias existentes na Vila de Olinda. Recebeu o título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO, em 1982. É considerada uma das localidades coloniais mais bem preservadas do Brasil. O Convento de São Francisco é parte de um conjunto arquitetônico barroco de excepcional importância, que inclui a Igreja de Nossa Senhora das Neves, a Capela de São Roque, o claustro e a sacristia.
Marcel Gautherot
Ladeira de São Francisco, 280
circa 1955

Catedral Sé de Olinda e o prédio da caixa d´água
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Catedral Sé de Olinda e o prédio da caixa d´água
Não se sabe o dia da fundação de Olinda; sabe-se que o povoado prosperou tanto, que em 1537, já estava elevado à categoria de vila. Em 12 de março de 1537, Duarte Coelho enviou ao rei de Portugal, D.João III, o Foral, carta de doação que descrevia todos os lugares e benfeitorias existentes na Vila de Olinda. Recebeu o título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO, em 1982. É considerada uma das localidades coloniais mais bem preservadas do Brasil. A Sé de Olinda representou, durante três séculos, o centro da vida religiosa do Estado de Pernambuco. Seu primeiro prédio foi construído no período 1537/1540. Com a criação do bispado de Olinda, em 1676, a Sé foi elevada à posição de catedral. Mais tarde o prédio teve a fachada substituída e sofreu diversas outras intervenções também no interior que descaracterizaram o estilo original. Entre 1974 e 1976 a edificação foi restaurada, readquirindo até onde foi possível suas feições originais de transição entre a renascença e o barroco. Construída em 1934 com projeto do arquiteto Luis Nunes, a Caixa D’Água, no Alto da Sé, é um marco da arquitetura moderna brasileira. Neste projeto, pela primeira vez, foi utilizado formas e modelações arquitetônicas modernas. O uso de pilotis, a forma pura da construção, a utilização de uma fachada cega e outra totalmente vazada com cobogós (pela primeira vez utilizado como elemento decorativo de ventilação) foram inspiradas nos conceitos de Le Corbusier
Marcel Gautherot
Rua Bispo Coutinho, s/n – Alto da Sé.
circa 1955

Sobrado mourisco na Rua do Amparo
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Sobrado mourisco na Rua do Amparo
Não se sabe o dia da fundação de Olinda; sabe-se que o povoado prosperou tanto, que em 1537, já estava elevado à categoria de vila. Em 12 de março de 1537, Duarte Coelho enviou ao rei de Portugal, D.João III, o Foral, carta de doação que descrevia todos os lugares e benfeitorias existentes na Vila de Olinda. Recebeu o título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO, em 1982. É considerada uma das localidades coloniais mais bem preservadas do Brasil. Antiga residência do início do século XVII com um balcão em madeira com muxarabis de influência árabe, apoiado em cachorros de pedra e portas de madeira com vergas e ombreiras retas em pedra. Uma das construções mais típicas do século XVIII existentes em Pernambuco. Sobreviveu à onda de descaracterização, provocada pela vinda da Família Real portuguesa para o Brasil. A arquitetura do prédio possui vários elementos característicos da influência árabe.No andar térreo, vêem-se duas portas de vergas e ombreiras retas, ambas de pedra. No andar superior, portais iguais aos do térreo. O balcão é em muxarabi, apoiado sobre cachorros de pedra.
Marcel Gautherot
Rua do Amparo, 28
circa 1955