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Lua Branca
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
CG_31_020_001g.pdf
Lua Branca
Atribuição de autoria a J. Otaviano riscada e substituída por F. Gonzaga. Deve ter sido a partitura que deu início à acusação de plágio.
Casa Vieira Machado
s.d.

Lua branca
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
CG_39_043_001g.pdf
Lua branca
Poesia grafada ao final da partitura. Há um catálogo no final.
Casa Vieira Machado
s.d.

Lua branca
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
CG_39_045_001g.pdf
Lua branca
Há um catálogo no final.
Casa Vieira Machado
s.d.

Casa de Caboco (sobre motivo de Francisca Gonzaga)
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
CG_42_001_001g.pdf
Casa de Caboco (sobre motivo de Francisca Gonzaga)
"(sobre motivo de Francisca Gonzaga)" grafado abaixo do título e "(da série regional)" grafado abaixo do gênero. Poema grafado ao final da partitura Em 1930, a imprensa carioca noticiou um caso de plágio envolvendo a composição “Casa de Caboclo” de autoria de Chiquinha Gonzaga. A canção foi levada ao público pela primeira vez na representação da peça “Não venhas” (1903), de Baptista Coelho. O caso envolveu o maestro Heckel Tavares que, após acordo com a maestrina, foi proibido de realizar qualquer tipo de transação envolvendo a composição. Além disso, resultou também da negociação a exigência de Chiquinha para que, nos discos e na música comercializados pelas Casas Edison e Vieira Machado, fosse incluído o complemento “Sobre motivos da Maestrina Chiquinha Gonzaga”.
Luiz Peixoto
s.d.

Rosas desfolhadas
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
CG_48_011_003g.pdf
Rosas desfolhadas
Parte editada: 48_11_003 e 005 corrspondem à partitura; 004 e 006 são contracapas; 007 é um manuscrito com a letra
Lilinda Fernandes
s.d.

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