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Rio Vaza-Barris ao sul
Arquivo/Coleção: Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
P001FBAC06.jpg
Rio Vaza-Barris ao sul
"Mais um flagrante da ocupação do leito seco do rio Vaza-Barris por batalhões de infantaria. O fato de estar combatendo no período das secas auxiliou o exército. Na medida em que os combates foram se estendendo, uma das preocupações do alto comando da Quarta Expedição e do próprio ministro Carlos Machado Bittencourt foi a de que o período da cheia se iniciasse, pois este fato poderia trazer embaraços às tropas. "Nos leitos até então secos, dos regatos, acachoariam rios de águas barrentas, e o Vaza-Barris, intumescido de repente, transmudar-se-ia em onda enorme e dilatada, rolando transbordante, intransponível, cortando todas as comunicações" (Euclides da Cunha). Além disso, as águas poderiam provocar doenças, como coseqüência da formação de poças e pequenos lagos resultantes das enxurradas." 00000tmp
Flávio de Barros
Rio Vasa-Barris
1897

Rios Vaza-Barris e Umburanas
Arquivo/Coleção: Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
P001FBAC08.jpg
Rios Vaza-Barris e Umburanas
"Vemos aqui o encontro entre os leitos dos rios Vaza-Barris (em destaque, em seu trecho de curva ao sul de Canudos) e Umburanas (abaixo da imagem, correndo perpendicular ao Vaza-Barris), em imagem registrada do alto de Pelados. Durante as cheias, o rio Umburanas desaguava no Vaza-Barris, bem próximo às duas igrejas e à praça principal de Belo Monte. Na seca, seu leito, igualmente ao do Vaza-Barris, servia de caminho para a população local, e durante os combates suas encostas foram utilizadas como trincheiras naturais. Na fotografia, podemos observar soldados e barracas de campanha instaladas no leito do Vaza-Barris após o final dos combates." ALB02-25
Flávio de Barros
Rios Vaza-Barris e Umburanas
1897