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Estátua de D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estátua de D. Pedro I
A estátua eqüestre de D. Pedro I foi feita na França por Louis Rochet , cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861, Rochet montou o monumento na praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos. A praça era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais onde se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Marc Ferrez
Praça Tiradentes
circa 1870

Rua Direita, atual Rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Direita, atual Rua Primeiro de Março
Em destaque, à esquerda, a Igreja da Ordem Terceira do Carmo, e, à direita, parte do Hotel de France, demolido na década de 1930. As torres que vemos ao fundo da imagem pertencem à Igreja da Candelária.
Marc Ferrez
Centro
circa 1870

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igreja Matriz de Nossa Senhora da Glória
Marc Ferrez
Largo do Machado
circa 1870

Cascata do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cascata do Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1870

Convento e igreja do Carmo, ligados por passadiço acima da rua Sete de Setembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Convento e igreja do Carmo, ligados por passadiço acima da rua Sete de Setembro
Tanto a Capela Imperial (oficialmente Igreja de N. S. do Monte do Carmo) como a Igreja da Ordem 3ª do Carmo surgiram no século XVIII, e juntamente com o Paço compõem o Largo D. Pedro II. A capela foi palco do casamento de Pedro I com Leopoldina e da sagração do próprio Pedro I e de seu filho. No século XX tornou-se a catedral metropolitana do Rio de Janeiro. À direita, em frente à Igreja do Carmo, está o Hotel de France, demolido na década de 1930.
Marc Ferrez
Largo do Paço ; atual Praça XV de Novembro
circa 1870

Paço Imperial, ao fundo, o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Paço Imperial, ao fundo, o Morro do Castelo
Marc Ferrez
Largo do Paço, atual Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1870

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Passeio Público
O Passeio Público é o primeiro parque público do Brasil, uma imensa área verde bem no centro da cidade. Originalmente obra urbanística de Mestre Valentim, que planejou e executou o jardim, a fonte dos jacarés e as pirâmides, que ainda permanecem. Foi reformado pelo arquiteto e paisagista Auguste Marie Glaziou em 1862.
Marc Ferrez
Centro
circa 1870

Palácio Imperial em São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Imperial em São Cristóvão
Marc Ferrez
São Cristóvão
circa 1870

Homem posa para foto; ao fundo, o Hospital Nacional de Alienados (atual UFRJ)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Homem posa para foto; ao fundo, o Hospital Nacional de Alienados (atual UFRJ)
O Hospício Dom Pedro II, criado em 1852, veio substituir a enfermaria que existia na Santa Casa de Misericórdia.
Marc Ferrez
Urca ; Praia da Saudade
circa 1870