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Morro do Castelo, ponta do Calabouço e morro do Pão de Açucar; vistos da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0004.jpg
Morro do Castelo, ponta do Calabouço e morro do Pão de Açucar; vistos da Ilha das Cobras
Autoria não identificada
Rua da Carreira ; Ilha das Cobras ; Centro
circa 1900

Vista do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0140.jpg
Vista do Rio de Janeiro
A ilha das Cobras, desde a fundação da cidade fez parte de seu sistema de defesa com a construção do forte de Santa Margarida em 1641. No entanto, o forte não foi suficiente para conter as investidas do corsário francês Dugay Trouin, em 1711. Depois de expulsos os invasores, a ilha foi fortificada novamente em 1735, com a construção do Forte São José, que além de fortaleza foi usado como prisão, abrigando, inclusive, Tiradentes. No primeiro Império a ilha passou para o Ministério da Marinha, que construiu dois diques e um hospital. Ainda hoje a ilha permanece com instalações navais, além de ter, tombados, a porta em granito da antiga fortaleza e o frontispício da capela da luz.
Autoria não identificada
Ilha das Cobras
circa 1890