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Cais Pharoux e adjacências
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Cais Pharoux e adjacências
Vista panorâmica da marinha da cidade, a partir da ilha das Cobras. Vê-se a igreja da Candelária, com a cúpula ainda em construção. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1865

George Leuzinger, sentado à esquerda, em companhia de outros homens não identificados
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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George Leuzinger, sentado à esquerda, em companhia de outros homens não identificados
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras ; Centro
circa 1865

Panorama do Rio de Janeiro, Pão de Açúcar ao fundo
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Panorama do Rio de Janeiro, Pão de Açúcar ao fundo
Tirada da Ilha das Cobras, esta fotografia nos dá um panorama da principal orla marítima da cidade. À direita vemos o Morro do Castelo com a igreja e o antigo Colégio dos Jesuítas. Construída em 1567, quando da chegada dos padres jesuítas na cidade, a igreja guardava verdadeiras relíquias, como a sepultura de Estácio de Sá e a imagem do padroeiro São Sebastião. Foi destruída, porém, em 1922, junto com o morro do Castelo. O Externato Santo Inácio, instituído desde 1903, em Botafogo, aproveitou alguma de suas relíquias, como o sino.
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1865

Arsenal da Guerra, Praia do Peixe e Alfândega; a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Arsenal da Guerra, Praia do Peixe e Alfândega; a partir da Ilha das Cobras
Ao fundo, à esquerda, vemos o Morro do Castelo com a igreja e o antigo Colégio dos Jesuítas. Mais à frente, da esquerda para a direita, a Ponta do Calabouço e o Arsenal de Guerra, onde hoje funciona o Museu Histórico Nacional. Em primeiro plano, à direita, está o prédio da Alfândega, e logo atrás vemos as torres da Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo, cuja fachada foi toda feita em cantaria. Ao seu lado está a antiga Catedral.
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1866

Arsenal da Marinha e Mosteiro de São Bento; a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Arsenal da Marinha e Mosteiro de São Bento; a partir da Ilha das Cobras
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1866

Praia de D. Manoel e Alfândega; a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Praia de D. Manoel e Alfândega; a partir da Ilha das Cobras
A Praia de D. Manoel era um pedaço bastante movimentado do centro da cidade, servindo inclusive de porto para os padres da Companhia de Jesus, quando estes ocupavam o Morro do Castelo.
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1866

Arsenal da Marinha, Praia dos Mineiros e Candelária; a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Arsenal da Marinha, Praia dos Mineiros e Candelária; a partir da Ilha das Cobras
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1866

Dique da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Dique da Ilha das Cobras
Antes da Independência os navios brasileiros eram encalhados nas coroas da Guanabara para reparos ou levados para o Maranhão, cuja diferença de marés facilitava esse tipo de operação. O dique da Ilha das Cobras começou a ser construído em 1824, numa iniciativa do Marquês do Paraná. Sua construção só terminou em 1861 por conta de atrasos nos trabalhos, já que o inglês Henry Law, para quem havia sido encomendada a tarefa, desistiu da obra, alegando dificuldades para sua execução. O local escolhido foi a parte noroeste da ilha, em frente ao Arsenal (este no continente), e recebeu o nome de Dique Imperial.
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1866