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Jânio Quadros e família
Arquivo/Coleção: Chico Albuquerque
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Jânio Quadros e família
Jânio Quadros com sua esposa Eloá do Valle Quadros e a filha do casal, Dirce Tutu Quadros.
Chico Albuquerque
26 de agosto de 1954

Jânio Quadros e família
Arquivo/Coleção: Chico Albuquerque
P003G222136-001.jpg
Jânio Quadros e família
Jânio Quadros com sua esposa Eloá do Valle Quadros e a filha do casal, Dirce Tutu Quadros.
Chico Albuquerque
26 de agosto de 1954

Jânio Quadros
Arquivo/Coleção: Chico Albuquerque
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Jânio Quadros
Chico Albuquerque
São Paulo
1954

Jânio Quadros na campanha à presidência de Juarez Távora
Arquivo/Coleção: Henri Ballot
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Jânio Quadros na campanha à presidência de Juarez Távora
Após o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1882 - 1954), em 23 de agosto de 1954, o general cearense Juarez Távora (1898 - 1975), na época comandante da Escola Superior de Guerra, assumiu a chefia do Gabinete Militar do governo de Café Filho. Em abril do ano seguinte, foi lançado candidato a presidente da República pela UDN, União Democrática Nacional. O então governador de São Paulo, Jânio Quadros (1917 - 1992), apóia Távora. As eleições presidenciais, realizadas no mês de outubro, deram a vitória a Juscelino Kubitscheck, lançado pelo Partido Social Democrático (PSD) e pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).
Henri Ballot
SP
1955

Jânio Quadros
Archive/Collection: Madalena Schwartz
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Jânio Quadros
Jânio da Silva Quadros nasceu em 25 de janeiro de 1917 em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Filho de paranaenses, chegou a morar em Curitiba antes de mudar-se para São Paulo na década de 1930. Em 1939 terminou o curso de Direito e trabalhou como advogado até entrar para a vida pública. Foi vereador (1947), deputado estadual (1950), prefeito (1953) e governador (1954) pelo estado de São Paulo. Pregava a moralidade administrativa e, na campanha para a prefeitura paulista, alcançou popularidade usando uma vassoura como símbolo da limpeza que prometia fazer nos órgãos públicos. Foi eleito presidente do Brasil em 1961, conquistando 48% dos votos, prometendo que varreria a corrupção do país. Teve um governo curto (de janeiro a agosto de 1961) e ambíguo, caracterizado por uma política interna conservadora e por ações externas progressistas. Para governar com maior autonomia e poderes em relação ao Congresso, Jânio renunciou ao cargo. Foi uma estratégia bastante ousada, já que imaginava que seu pedido não seria aceito pela população nem pelos conservadores, que temiam a posse de seu vice João Goulart (considerado esquerdista). Nem Jânio, nem Goulart (que estava numa viagem pela China e cujo nome fora vetado pelos ministros militares); com a renúncia, quem assumiu a presidência foi o presidente da Câmara dos Deputados, Ranieri Mazzilli, que governou o país por alguns dias. Jânio Quadros teve seus direitos políticos cassados em 1964, depois do golpe militar, só retornado à política no final da década de 1970. Em 1985 foi novamente eleito prefeito de São Paulo. Morreu em 16 de fevereiro de 1992.
Madalena Schwartz
Brasil
1982