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Araucária (Araucaria Cunninghami)
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Araucária (Araucaria Cunninghami)
Fotografia de árvores, identificadas cientificamente no Jardim Botânico.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1867

Lago e coqueiro no Jardim Botânico
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Lago e coqueiro no Jardim Botânico
Vista das árvores no Jardim Botânico.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1867

Estátua equestre de D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Estátua equestre de D. Pedro I
A estátua eqüestre de D. Pedro I foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Auguste Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos. A praça Tiradentes era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, seu nome mudou para praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido o nome praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Georges Leuzinger
Praça da Indepedência, atual Praça Tiradentes ; Centro
circa 1867

Casa da Moeda, atual Arquivo Nacional, a partir do Campo de Santana
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Casa da Moeda, atual Arquivo Nacional, a partir do Campo de Santana
Georges Leuzinger
Praça da República ; Centro
circa 1866

Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
Archive/Collection: Pedro Corrêa do Lago
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Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
Praça com a Estatua de Dom Pedro I. (no cavallo). A estátua eqüestre de D. Pedro I foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861, Rochet montou o monumento na Praça da Constituição, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos. A Praça era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Igreja da Ordem Terceira do Carmo, na antiga rua Direita (atual Primeiro de Março)
Archive/Collection: Pedro Corrêa do Lago
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Igreja da Ordem Terceira do Carmo, na antiga rua Direita (atual Primeiro de Março)
Quando, em 1835, a nobreza começou a se mudar para São Cristóvão, a fim de acompanhar a família real, a rua Direita acolheu o melhor comércio da cidade para dar conta das demandas da "boa sociedade". A fotografia mostra o trecho onde funcionava a chique confeitaria do francês Carceller. O nome da rua foi mudado para 1º de Março, data que celebra o fim da Guerra do Paraguai (1865-70).
Georges Leuzinger
Centro
circa 1870

Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
Georges Leuzinger
Centro
circa 1866

Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
A Praça era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara. A estátua eqüestre de D. Pedro I foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na Praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1866

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Passeio Público
O Passeio Público foi o primeiro jardim planejado e autorizado da cidade, tendo sido instalado onde se encontrava a Lagoa do Boqueirão, aterrada. Foi projetado por Mestre Valentim, que queria caminhos retos que se cruzassem, vegetação brasileira, as duas pirâmides da foto e o chafariz dos jacarés e dos meninos. Em 1860 passou por uma reforma comandada pelo botânico francês Glaziou, que projetou um Passeio Público mais romântico, com caminhos curvos, lagos, ilhas, grutas e repuxos. Foram plantadas também espécimes vegetais importadas. Sua reinauguração foi em 1862.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865