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Perfil de revelação difícil.
Arquivo/Coleção: Institucional IMS
ME1031_0023_07337
Perfil de revelação difícil.
Jornal do Brasil - Revista Programa
Rio de Janeiro ; Porto do Rio de Janeiro
14 - 20 November 2008

Rui Barbosa e Paulo de Frontin em meio à multidão em frente à navio
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
037SL05054.jpg
Rui Barbosa e Paulo de Frontin em meio à multidão em frente à navio
Autoria não identificada
Porto do Rio de Janeiro ; Saúde
circa 1918

[-]
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJPO24750.jpg
Navio francês perto do Porto do Rio de Janeiro
Com a construção da doca da Alfândega, na década de 1870, os primeiros projetos para o desenvolvimento do porto do Rio de Janeiro começaram a surgir. Até então, funcionava por meio de instalações dispersas, compreendendo os trapiches da Estrada de Ferro Central do Brasil, da Ilha dos Ferreiros, da enseada de São Cristóvão, da praça Mauá e os cais Dom Pedro II, da Saúde, do Moinho Inglês e da Gamboa. Em 1890, foi autorizado que a Empresa Industrial de Melhoramentos do Brasil e a The Rio de Janeiro Harbour and Docks, construíssem um conjunto de cais, armazéns e alpendres: entre a Ilha das Cobras e o Arsenal de Marinha e desde o Arsenal de Marinha até a Ponta do Caju. Em 1903, o governo federal contratou obras de melhoramentos com a firma C.H. Walker & Co. Ltd. Depois foram implantados o Cais da Gamboa e sete armazéns. A inauguração oficial do porto ocorreu em 20 de julho de 1910, passando a ser administrado por Demart & Cia. (1910), Compagnie du Port de Rio de Janeiro (1911 a 1922) e Companhia Brasileira de Exploração de Portos (1923 a 1933). Pela Lei nº 190, de 16 de janeiro de 1936, foi constituído o órgão federal autônomo denominado Administração do Porto do Rio de Janeiro, que recebeu as instalações em transferência ficando subordinado ao Departamento Nacional de Portos e Navegação, do Ministério da Viação e Obras Públicas. Mais tarde, o Decreto nº 72.439, de 9 de julho de 1973, aprovou a criação da Companhia Docas da Guanabara, atualmente Companhia Docas do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Porto do Rio de Janeiro
1966

Navio francês perto do Porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJPO24749.jpg
Navio francês perto do Porto do Rio de Janeiro
Com a construção da doca da Alfândega, na década de 1870, os primeiros projetos para o desenvolvimento do porto do Rio de Janeiro começaram a surgir. Até então, funcionava por meio de instalações dispersas, compreendendo os trapiches da Estrada de Ferro Central do Brasil, da Ilha dos Ferreiros, da enseada de São Cristóvão, da praça Mauá e os cais Dom Pedro II, da Saúde, do Moinho Inglês e da Gamboa. Em 1890, foi autorizado que a Empresa Industrial de Melhoramentos do Brasil e a The Rio de Janeiro Harbour and Docks, construíssem um conjunto de cais, armazéns e alpendres: entre a Ilha das Cobras e o Arsenal de Marinha e desde o Arsenal de Marinha até a Ponta do Caju. Em 1903, o governo federal contratou obras de melhoramentos com a firma C.H. Walker & Co. Ltd. Depois foram implantados o Cais da Gamboa e sete armazéns. A inauguração oficial do porto ocorreu em 20 de julho de 1910, passando a ser administrado por Demart & Cia. (1910), Compagnie du Port de Rio de Janeiro (1911 a 1922) e Companhia Brasileira de Exploração de Portos (1923 a 1933). Pela Lei nº 190, de 16 de janeiro de 1936, foi constituído o órgão federal autônomo denominado Administração do Porto do Rio de Janeiro, que recebeu as instalações em transferência ficando subordinado ao Departamento Nacional de Portos e Navegação, do Ministério da Viação e Obras Públicas. Mais tarde, o Decreto nº 72.439, de 9 de julho de 1973, aprovou a criação da Companhia Docas da Guanabara, atualmente Companhia Docas do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Porto do Rio de Janeiro
1966

[-]
Archive/Collection: Marcel Gautherot
010RJPO24748_1.jpg
Navio francês perto do Porto do Rio de Janeiro
Com a construção da doca da Alfândega, na década de 1870, os primeiros projetos para o desenvolvimento do porto do Rio de Janeiro começaram a surgir. Até então, funcionava por meio de instalações dispersas, compreendendo os trapiches da Estrada de Ferro Central do Brasil, da Ilha dos Ferreiros, da enseada de São Cristóvão, da praça Mauá e os cais Dom Pedro II, da Saúde, do Moinho Inglês e da Gamboa. Em 1890, foi autorizado que a Empresa Industrial de Melhoramentos do Brasil e a The Rio de Janeiro Harbour and Docks, construíssem um conjunto de cais, armazéns e alpendres: entre a Ilha das Cobras e o Arsenal de Marinha e desde o Arsenal de Marinha até a Ponta do Caju. Em 1903, o governo federal contratou obras de melhoramentos com a firma C.H. Walker & Co. Ltd. Depois foram implantados o Cais da Gamboa e sete armazéns. A inauguração oficial do porto ocorreu em 20 de julho de 1910, passando a ser administrado por Demart & Cia. (1910), Compagnie du Port de Rio de Janeiro (1911 a 1922) e Companhia Brasileira de Exploração de Portos (1923 a 1933). Pela Lei nº 190, de 16 de janeiro de 1936, foi constituído o órgão federal autônomo denominado Administração do Porto do Rio de Janeiro, que recebeu as instalações em transferência ficando subordinado ao Departamento Nacional de Portos e Navegação, do Ministério da Viação e Obras Públicas. Mais tarde, o Decreto nº 72.439, de 9 de julho de 1973, aprovou a criação da Companhia Docas da Guanabara, atualmente Companhia Docas do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Porto do Rio de Janeiro
1966

[-]
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJPO24748.jpg
Navio francês perto do Porto do Rio de Janeiro
Com a construção da doca da Alfândega, na década de 1870, os primeiros projetos para o desenvolvimento do porto do Rio de Janeiro começaram a surgir. Até então, funcionava por meio de instalações dispersas, compreendendo os trapiches da Estrada de Ferro Central do Brasil, da Ilha dos Ferreiros, da enseada de São Cristóvão, da praça Mauá e os cais Dom Pedro II, da Saúde, do Moinho Inglês e da Gamboa. Em 1890, foi autorizado que a Empresa Industrial de Melhoramentos do Brasil e a The Rio de Janeiro Harbour and Docks, construíssem um conjunto de cais, armazéns e alpendres: entre a Ilha das Cobras e o Arsenal de Marinha e desde o Arsenal de Marinha até a Ponta do Caju. Em 1903, o governo federal contratou obras de melhoramentos com a firma C.H. Walker & Co. Ltd. Depois foram implantados o Cais da Gamboa e sete armazéns. A inauguração oficial do porto ocorreu em 20 de julho de 1910, passando a ser administrado por Demart & Cia. (1910), Compagnie du Port de Rio de Janeiro (1911 a 1922) e Companhia Brasileira de Exploração de Portos (1923 a 1933). Pela Lei nº 190, de 16 de janeiro de 1936, foi constituído o órgão federal autônomo denominado Administração do Porto do Rio de Janeiro, que recebeu as instalações em transferência ficando subordinado ao Departamento Nacional de Portos e Navegação, do Ministério da Viação e Obras Públicas. Mais tarde, o Decreto nº 72.439, de 9 de julho de 1973, aprovou a criação da Companhia Docas da Guanabara, atualmente Companhia Docas do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Porto do Rio de Janeiro
1966

Navio francês perto do Porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJPO24748-24750.jpg
Navio francês perto do Porto do Rio de Janeiro
Com a construção da doca da Alfândega, na década de 1870, os primeiros projetos para o desenvolvimento do porto do Rio de Janeiro começaram a surgir. Até então, funcionava por meio de instalações dispersas, compreendendo os trapiches da Estrada de Ferro Central do Brasil, da Ilha dos Ferreiros, da enseada de São Cristóvão, da praça Mauá e os cais Dom Pedro II, da Saúde, do Moinho Inglês e da Gamboa. Em 1890, foi autorizado que a Empresa Industrial de Melhoramentos do Brasil e a The Rio de Janeiro Harbour and Docks, construíssem um conjunto de cais, armazéns e alpendres: entre a Ilha das Cobras e o Arsenal de Marinha e desde o Arsenal de Marinha até a Ponta do Caju. Em 1903, o governo federal contratou obras de melhoramentos com a firma C.H. Walker & Co. Ltd. Depois foram implantados o Cais da Gamboa e sete armazéns. A inauguração oficial do porto ocorreu em 20 de julho de 1910, passando a ser administrado por Demart & Cia. (1910), Compagnie du Port de Rio de Janeiro (1911 a 1922) e Companhia Brasileira de Exploração de Portos (1923 a 1933). Pela Lei nº 190, de 16 de janeiro de 1936, foi constituído o órgão federal autônomo denominado Administração do Porto do Rio de Janeiro, que recebeu as instalações em transferência ficando subordinado ao Departamento Nacional de Portos e Navegação, do Ministério da Viação e Obras Públicas. Mais tarde, o Decreto nº 72.439, de 9 de julho de 1973, aprovou a criação da Companhia Docas da Guanabara, atualmente Companhia Docas do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Porto do Rio de Janeiro
1966

Navios no Porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJPO11446.jpg
Navios no Porto do Rio de Janeiro
Com a construção da doca da Alfândega, na década de 1870, os primeiros projetos para o desenvolvimento do porto do Rio de Janeiro começaram a surgir. Até então, funcionava por meio de instalações dispersas, compreendendo os trapiches da Estrada de Ferro Central do Brasil, da Ilha dos Ferreiros, da enseada de São Cristóvão, da praça Mauá e os cais Dom Pedro II, da Saúde, do Moinho Inglês e da Gamboa. Em 1890, foi autorizado que a Empresa Industrial de Melhoramentos do Brasil e a The Rio de Janeiro Harbour and Docks, construíssem um conjunto de cais, armazéns e alpendres: entre a Ilha das Cobras e o Arsenal de Marinha e desde o Arsenal de Marinha até a Ponta do Caju. Em 1903, o governo federal contratou obras de melhoramentos com a firma C.H. Walker & Co. Ltd. Depois foram implantados o Cais da Gamboa e sete armazéns. A inauguração oficial do porto ocorreu em 20 de julho de 1910, passando a ser administrado por Demart & Cia. (1910), Compagnie du Port de Rio de Janeiro (1911 a 1922) e Companhia Brasileira de Exploração de Portos (1923 a 1933). Pela Lei nº 190, de 16 de janeiro de 1936, foi constituído o órgão federal autônomo denominado Administração do Porto do Rio de Janeiro, que recebeu as instalações em transferência ficando subordinado ao Departamento Nacional de Portos e Navegação, do Ministério da Viação e Obras Públicas. Mais tarde, o Decreto nº 72.439, de 9 de julho de 1973, aprovou a criação da Companhia Docas da Guanabara, atualmente Companhia Docas do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Porto do Rio de Janeiro
circa 1955

Navios no Porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJPO11445.jpg
Navios no Porto do Rio de Janeiro
Com a construção da doca da Alfândega, na década de 1870, os primeiros projetos para o desenvolvimento do porto do Rio de Janeiro começaram a surgir. Até então, funcionava por meio de instalações dispersas, compreendendo os trapiches da Estrada de Ferro Central do Brasil, da Ilha dos Ferreiros, da enseada de São Cristóvão, da praça Mauá e os cais Dom Pedro II, da Saúde, do Moinho Inglês e da Gamboa. Em 1890, foi autorizado que a Empresa Industrial de Melhoramentos do Brasil e a The Rio de Janeiro Harbour and Docks, construíssem um conjunto de cais, armazéns e alpendres: entre a Ilha das Cobras e o Arsenal de Marinha e desde o Arsenal de Marinha até a Ponta do Caju. Em 1903, o governo federal contratou obras de melhoramentos com a firma C.H. Walker & Co. Ltd. Depois foram implantados o Cais da Gamboa e sete armazéns. A inauguração oficial do porto ocorreu em 20 de julho de 1910, passando a ser administrado por Demart & Cia. (1910), Compagnie du Port de Rio de Janeiro (1911 a 1922) e Companhia Brasileira de Exploração de Portos (1923 a 1933). Pela Lei nº 190, de 16 de janeiro de 1936, foi constituído o órgão federal autônomo denominado Administração do Porto do Rio de Janeiro, que recebeu as instalações em transferência ficando subordinado ao Departamento Nacional de Portos e Navegação, do Ministério da Viação e Obras Públicas. Mais tarde, o Decreto nº 72.439, de 9 de julho de 1973, aprovou a criação da Companhia Docas da Guanabara, atualmente Companhia Docas do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Porto do Rio de Janeiro
circa 1955