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Avenida Presidente Vargas
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Avenida Presidente Vargas
A idéia da abertura da Avenida Presidente Vargas surgiu no governo de Henrique Dodsworth, que serviria como prolongamento da Avenida do Mangue até o Cais dos Mineiros, atual Arsenal da Marinha. Para colocar o projeto em prática o governo precisou demolir prédios e igrejas e destruir velhas ruas, além de enfrentar a oposição da população mais pobre, que estava sendo despejada de suas casas na região. A avenida foi assim batizada em homenagem ao presidente Getúlio Vargas, e representa um dos principais canais de comunicação entre o centro da cidade e a região norte.
José Medeiros
Centro
1946

Avenida Presidente Vargas
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Avenida Presidente Vargas
A idéia da abertura da Avenida Presidente Vargas surgiu no governo de Henrique Dodsworth, que serviria como prolongamento da Avenida do Mangue até o Cais dos Mineiros, atual Arsenal da Marinha. Para colocar o projeto em prática o governo precisou demolir prédios e igrejas e destruir velhas ruas, além de enfrentar a oposição da população mais pobre, que estava sendo despejada de suas casas na região. A avenida foi assim batizada em homenagem ao presidente Getúlio Vargas, e representa um dos principais canais de comunicação entre o centro da cidade e a região norte.
José Medeiros
Centro
1946

Homens em frente a tapumes no bairro da Lapa
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Homens em frente a tapumes no bairro da Lapa
Em meados do século XVIII a Lapa era uma praia, conhecida como das Areias de Espanha. A explicação para o nome não é muito clara, mas alguns pesquisadores sustentam que poderia se referir à semelhança das areias cariocas com a areia das praias espanholas. Entre a praia e um morro próximo, chamado das Mangueiras, havia apenas um campo despovoado, e foi aí que o padre Ângelo Siqueira Ribeiro do Prado começou a levantar em 1751 um seminário e uma capela em louvor à Nossa Senhora da Lapa. Padre Ângelo faleceu no início do século XIX e então a capela foi cedida, em 1810, aos frades carmelitas, desde 1808 desalojados do convento construído por eles, localizado em frente ao Paço Imperial e então ocupado pela rainha D. Maria I, a Louca. Os carmelitas então ampliaram o seminário e transformaram a capela em igreja, colocando no altar-mor a imagem da padroeira num camarim talhado por Mestre Valentim. A capela vizinha ao seminário, datada de 1773, pertence à Irmandade do Divino Espírito Santo, que promovia grandes festas que mobilizavam toda a cidade. O Largo primitivo passou a chamar-se da Lapa na época de D. João VI. O bairro, aliás, havia sido batizado Lapa do Desterro por ter nascido à sombra do Morro do Desterro, que foi renomeado Morro de Santa Teresa. A despeito de toda atmosfera religiosa na qual surgiu, a Lapa ficou mais conhecida como um bairro boêmio, com uma intensa vida noturna. Se antes era ponto de encontro de malandros e jogadores nos inúmeros cabarés das redondezas, hoje abriga casas de espetáculos e bares que atraem principalmente a juventude da cidade.
José Medeiros
Lapa
circa 1955

Haroldo Costa à frente do elenco de "Orfeu da Conceição"
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Haroldo Costa à frente do elenco de "Orfeu da Conceição"
O ator Haroldo Costa iniciou sua carreia no Teatro Experimental do Negro, onde atuou na peça "O Filho Pródigo", com direção de Lúcio Cardoso. Fundou a companhia de dança Brasiliana, onde era diretor artístico e bailarino. Depois de viajar com a companhia durante 5 anos ao redor do mundo, Haroldo voltou ao Brasil e foi convidado por Vinicius de Moraes para trabalhar na peça "Orfeu da Conceição", assumindo o papel principal. A peça é um marco na dramaturgia brasileira. Escrita por Vinicius de Moraes e musicada por Tom Jobim, teve seu cenário produzido por Oscar Niemeyer. Estreou em 1956, e já em 1959 um diretor francês, Marcel Camus, filmou "Orfeu Negro", baseado na peça do poetinha, ganhando o Oscar de melhor filme estrangeiro e a Palma de Ouro no Festival de Cannes do mesmo ano.
José Medeiros
Teatro Municipal, Cinelândia
1956