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Banhistas na Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na Praia de Copacabana
Guilherme Santos
Praia de Copacabana ; altura da rua Barão de Ipanema
circa 1930

Banhistas na Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na Praia de Copacabana
Guilherme Santos
Praia de Copacabana ; altura da rua Bolívar
circa 1930

Banhistas na Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na Praia de Copacabana
Guilherme Santos
Praia de Copacabana ; altura da rua Barão de Ipanema
circa 1930

Banhistas na Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na Praia de Copacabana
Guilherme Santos
Copacabana
circa 1930

Retrato de Pauline Caroline Lefebvre, sogra de Marc Ferrez
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Retrato de Pauline Caroline Lefebvre, sogra de Marc Ferrez
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1906

Mulher negra não identificada
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mulher negra não identificada
Marc Ferrez
Salvador
circa 1885

Mulher negra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mulher negra
Esta fotografia foi divulgada até 2022 com o título: "Mulher negra da Bahia".
Marc Ferrez
Salvador ; BA
circa 1876

Homens, mulheres e crianças, possivelmente escravizados, e o administrador (ou feitor) trabalham em terreiro de secagem de café
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Homens, mulheres e crianças, possivelmente escravizados, e o administrador (ou feitor) trabalham em terreiro de secagem de café
O trabalho escravo e o café eram os dois grandes pilares que sustentavam o Império do Brasil. A escravidão só foi abolida em 1888, sob forte pressão dos grupos abolicionistas e dos próprios escravos, que por meio da fuga, resistência mais recorrente no final do século, minavam pouco a pouco a exploração da sua própria força de trabalho..As fotografias de Ferrez no terreiro de secagem da fazenda Monte Café, assim como outras imagens de trabalhadores escravizados em diversas fazendas, vem sido discutidas recentemente por historiadores e cientistas sociais. Há consenso entre eles ao apontar para o apaziguamento da violência da escravidão nessas fotografias. Ferrez realizou essas imagens por encomenda dos donos das fazendas, e do Centro da Lavoura e do Comercio, entidade dos senhores do café que, entre outros, organizava a propaganda do café brasileiro no exterior, por meio da participação em feiras e eventos mundiais e universais. A composição das fotografias, possivelmente organizada por Ferrez em busca de uma aparente imagem de eficiência e modernidade no trabalho das fazendas, busca de fato apagar as marcas da escravização, base da economia do café e da riqueza dos fazendeiros.
Marc Ferrez
Fazenda Monte Café ; Vale do Paraíba
circa 1882