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Vista panorâmica do centro da cidade
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista panorâmica do centro da cidade
Vista aérea e panorâmica da região central da cidade, podendo-se destacar no centro da imagem a praça e a catedral da Sé e, no primeiro plano, o Pátio do Colégio, cercado por área arborizada.
Gal Oppido
Centro da cidade
11 de janeiro de 2004

Vista panorâmica dos Jardins e do espigão da Paulista
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista panorâmica dos Jardins e do espigão da Paulista
Vista aérea e panorâmica da cidade, vendo-se o bairro dos Jardins, à esquerda, e o espigão da Paulista, à direita. Ao fundo, no centro da imagem, o Pico do Jaraguá.
Gal Oppido
Região dos bairros de Cerqueira César, Jardins e Bela Vista
11 de janeiro de 2004

Vista panorâmica da região da Luz
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista panorâmica da região da Luz
Vista aérea e panorâmica da cidade, vendo-se em primeiro plano a região da Luz. Destaca-se o arvoredo do Jardim da Luz, cercado pelos edifícios da Pinacoteca e da Estação da Luz, à esquerda.
Gal Oppido
Região da Luz
11 de janeiro de 2004

Vista panorâmica da represa Billings
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista panorâmica da represa Billings
Vista aérea e panorâmica da represa Billings, na região do Parque Residencial Cocaia, distrito do Grajaú, zona sul da cidade. Esta represa supre parte da água potável para a região metropolitana, mas tem também outros usos, como recreação, controle de enchente e geração de energia.
Gal Oppido
Distrito do Grajaú, zona sul da cidade
10 de janeiro de 2004

Museu Diocesano Dom José
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Museu Diocesano Dom José
O Museu Dom José foi fundado em 1951, sendo uma das principais instituições de guarda da memória da cidade de Sobral. É considerado pelo Conselho Internacional de Museus (Icom) como a 5º mais importante no que se refere à guarda e preservação de objetos de arte-sacra e decorativa no Brasil.
Augusto Carlos da Silva Telles
Dom José
circa 1970

Série Xingu - Urucum
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Urucum
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975

Série Xingu - Urucum
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Urucum
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975

Série Xingu - Homem do povo Mehinako prepara a pasta de urucum
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Homem do povo Mehinako prepara a pasta de urucum
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975

Série Xingu - Homem do povo Mehinako prepara a pasta de urucum
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Homem do povo Mehinako prepara a pasta de urucum
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975