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Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Theatro Municipal
Em estilo eclético, o Theatro Municipal foi desenhado por Francisco de Oliveira Passos, engenheiro e filho do prefeito Pereira Passos. O projeto foi escolhido por licitação sob anonimato, e o engenheiro ganhou com o pseudonimo de Áquila. Ninguém pôs em dúvida o resultado, seja pela reconhecida integridade do prefeito, seja pela comissão julgadora que tinha nomes importantes, como: Rodolfo Bernadelli, o ministro Lauro Muller, Paulo de Frontin, Adolfo Morales de los Rios, Artur Azevedo, Tristão Alencar e Araripe Júnior. Foi inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos. O Theatro exerce desde sua inauguração um importante papel para a cultura carioca e nacional, recebendo em seu palco importantes artistas, orquestras e companhias de balé.
Autoria não identificada
Av. Rio Branco
circa 1930

Praça Floriano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Floriano
A Praça Floriano foi construída pela Prefeitura, durante governo de Carlos Sampaio. Com o fim das obras de abertura da avenida Central, uma vasta área, que era limitada pelos edifícios do Theatro Municipal, Palácio Monroe e Biblioteca Nacional, havia sido deixada de lado. Logo Carlos Sampaio a incluiu em seu plano de embelezamento da cidade para as comemorações do Centenário da Independência, contando também com a ajuda da iniciativa privada (principalmente Francisco Serrador, dono da Companhia Cinematográfica Brasileira, e os irmãos Vivaldi e Ademar Leite Ribeiro). A Companhia Cinematográfica foi a responsável pela construção dos grandes edifícios com cinemas e teatros, que contribuíram para que a praça, até hoje, fosse mais conhecida como Cinelândia.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Praça Floriano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Floriano
A Praça Floriano foi construída pela Prefeitura, durante governo de Carlos Sampaio. Com o fim das obras de abertura da avenida Central, uma vasta área, que era limitada pelos edifícios do Theatro Municipal, Palácio Monroe e Biblioteca Nacional, havia sido deixada de lado. Logo Carlos Sampaio a incluiu em seu plano de embelezamento da cidade para as comemorações do Centenário da Independência, contando também com a ajuda da iniciativa privada (principalmente Francisco Serrador, dono da Companhia Cinematográfica Brasileira, e os irmãos Vivaldi e Ademar Leite Ribeiro). A Companhia Cinematográfica foi a responsável pela construção dos grandes edifícios com cinemas e teatros, que contribuíram para que a praça, até hoje, fosse mais conhecida como Cinelândia.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Monroe
O palácio Monroe foi idealizado a princípio para figurar na Exposição de Saint-Louis, comemoração norte-americana pela incorporação do Estado da Louisiana à União em 1803. O Presidente Rodrigues Alves requisitou as verbas necessárias ao Congresso para que o Brasil comparecesse com um pavilhão no evento, mas estipulou logo que o edifício deveria ser reerguido na cidade do Rio de Janeiro, finda a amostra. O projeto é do coronel-arquiteto Francisco Marcelino de Souza Aguiar. Sua inauguração em solo brasileiro deu-se em 1906 sendo denominado Palácio Monroe, em homenagem ao presidente dos EUA James Monroe. Abrigou a Câmara dos Deputados e acolheu o Senado e várias repartições públicas. Foi derrubado em 1976.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes.
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1930

Flamengo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Flamengo
Não há consenso entre pesquisadores sobre a origem do nome Flamengo, bairro da zona sul do Rio de Janeiro. Alguns sustentam que deve-se a prisioneiros de guerra holandeses (também chamados flamengos) que moraram na região no século XVI, vindos de Pernambuco. Outros afirmam que o nome deve-se aos flamingos (ou flamengos), belas aves de penugem vermelha que vinham para o Brasil das regiões banhadas pelo Mediterrâneo. A história do bairro começa logo após a chegada dos colonizadores portugueses, já que em 1565, quando Estácio de Sá fundou seu aldeamento no Morro Cara de Cão, já existia uma casa de pedra no Flamengo, provavelmente a primeira deste tipo no Brasil, embora não se saiba sua localização precisa nem quem a construiu. Era aí que ficava a olaria de Villegaignon, que tomou a baía de Guanabara em 1555, aliado aos índios tamoios. O Flamengo só se tornou bairro residencial em meados do século XVIII, e durante o Segundo Reinado e no começo da República era a praia preferida das famílias cariocas para banhos de mar.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1930

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