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Maceió
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ALMA17021.jpg
Maceió
Maceió é capital de Alagoas e foi fundada em 5 de dezembro de 1815.
Marcel Gautherot
Maceió
circa 1958

Maceió
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ALMA17022.jpg
Maceió
Maceió é capital de Alagoas e foi fundada em 5 de dezembro de 1815.
Marcel Gautherot
Maceió
circa 1958

Maceió
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Maceió
Maceió é capital de Alagoas e foi fundada em 5 de dezembro de 1815.
Marcel Gautherot
Maceió
circa 1958

Maceió
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Maceió
Maceió é capital de Alagoas e foi fundada em 5 de dezembro de 1815.
Marcel Gautherot
Maceió
circa 1958

Praia de Itapuã
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Praia de Itapuã
A praia de Itapuã, em Salvador, além de ter inspirado o fotógrafo francês, também inspirou poesias de Vinicius de Moraes e Dorival Caymmi. É um cartão-postal da cidade.
Marcel Gautherot
Itapuã
circa 1957

Praia de Itapuã
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BAIT15031.jpg
Praia de Itapuã
A praia de Itapuã, em Salvador, além de ter inspirado o fotógrafo francês, também inspirou poesias de Vinicius de Moraes e Dorival Caymmi. É um cartão-postal da cidade.
Marcel Gautherot
Itapuã
circa 1957

Puxada do Xaréu
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BAXA06175.jpg
Puxada do Xaréu
A puxada da rede do xareu (um tipo de peixe) é uma das heranças mais interessantes dos tempos da escravidão, sobretudo pelo aspecto folclórico, que transforma um labor fatigante em uma das mais agradáveis atrações das praias baianas. Era uma atividade que exigia um esforço tremendo e um número muito grande de homens para a tarefa. Os pescadores iam para o mar de madrugada ou às vezes até à noite, para lançar a enorme rede, para só então de manhã puxarem. A puxada da rede era acompanhada de cânticos na maioria em ritmo triste que representavam a dificuldade da vida daqueles que tiram o seu sustento do mar. Além dos cânticos, os atabaques e as batidas sincronizadas dos pés davam o ritmo para que os homens não desanimassem e continuassem a puxar a enorme rede, o que dava um ar de ritual e beleza àquela atividade. Quando enfim terminavam de puxar a rede, eram entoados cânticos em agradecimento à pescaria e o peixe era partilhado entre os pescadores e começava o festejo em comemoração.
Marcel Gautherot
BA
circa 1950

Puxada do Xaréu
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Puxada do Xaréu
A puxada da rede do xareu (um tipo de peixe) é uma das heranças mais interessantes dos tempos da escravidão, sobretudo pelo aspecto folclórico, que transforma um labor fatigante em uma das mais agradáveis atrações das praias baianas. Era uma atividade que exigia um esforço tremendo e um número muito grande de homens para a tarefa. Os pescadores iam para o mar de madrugada ou às vezes até à noite, para lançar a enorme rede, para só então de manhã puxarem. A puxada da rede era acompanhada de cânticos na maioria em ritmo triste que representavam a dificuldade da vida daqueles que tiram o seu sustento do mar. Além dos cânticos, os atabaques e as batidas sincronizadas dos pés davam o ritmo para que os homens não desanimassem e continuassem a puxar a enorme rede, o que dava um ar de ritual e beleza àquela atividade. Quando enfim terminavam de puxar a rede, eram entoados cânticos em agradecimento à pescaria e o peixe era partilhado entre os pescadores e começava o festejo em comemoração.
Marcel Gautherot
BA
circa 1950

Puxada do Xaréu
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BAXA06177.jpg
Puxada do Xaréu
A puxada da rede do xareu (um tipo de peixe) é uma das heranças mais interessantes dos tempos da escravidão, sobretudo pelo aspecto folclórico, que transforma um labor fatigante em uma das mais agradáveis atrações das praias baianas. Era uma atividade que exigia um esforço tremendo e um número muito grande de homens para a tarefa. Os pescadores iam para o mar de madrugada ou às vezes até à noite, para lançar a enorme rede, para só então de manhã puxarem. A puxada da rede era acompanhada de cânticos na maioria em ritmo triste que representavam a dificuldade da vida daqueles que tiram o seu sustento do mar. Além dos cânticos, os atabaques e as batidas sincronizadas dos pés davam o ritmo para que os homens não desanimassem e continuassem a puxar a enorme rede, o que dava um ar de ritual e beleza àquela atividade. Quando enfim terminavam de puxar a rede, eram entoados cânticos em agradecimento à pescaria e o peixe era partilhado entre os pescadores e começava o festejo em comemoração.
Marcel Gautherot
BA
circa 1950