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Hommage à Ana Cristina Cesar;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;[Exposição PUC-RJ];Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;-;Instituto Souza Leão - 1979;Acontece na feira;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;-;Das coisas desprovidas de peso;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;-;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Quatro posições para ler
Resenha
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
27 de fevereiro de 1976

O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;Noite Brasil;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;[Os leitores devem este livro];Tudo que eu nunca te disse;Consistente e emocionante;Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Instante;Romance com sabor de vício;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Ana Cristina Cesar;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;O que paira?;Versos do amor rasgado;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado
Artigo
Moacir Amancio
São Paulo
20 de junho de 1992

Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;Janelas, retalhos e palimpsestos;-;A teus pés;A poesia em novo formato;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;[Presépio];From Ana;A imaginação feminina no poder;-;Boletim informativo;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;O dia do papai;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Literatura brasileira antes e depois do achamento
Resenha
Manuel da Costa Pinto
São Paulo
Século XX

Literatur;[Olho vago perdido];Arte pau-brasil;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Poesia cult;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;As treze maneiras;-;Relatório de Atividades 1996;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;As duas faces da Conciliação;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Place de l´Etoile...;-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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América Latina ganha feira
Notícia
Antonio Carlos Seild
São Paulo
25 de maio de 1991

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Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
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Carta
Lembrança de Ivan Lessa. Comentários sobre Paris e Nova York. Referência à presença de Jorge Amado em Paris. Manifestação de descontentamento com a presença de brasileiros em Paris. Interesse em entrevistar Hannah Arendt e Pauline Kael. Comentários sobre detalhes da entrevista de Hannah Arendt. Considerações a respeito do filme O último tango em Paris
Sergio Augusto
Paris
18 de setembro de 1974

Jorge Amado
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Jorge Amado
Filho de fazendeiros de cacau, Jorge Amado nasceu no dia 10 de agosto de 1912 numa fazenda no município de Itabuna, sul da Bahia. Passou a infância em Ilhéus e foi em Salvador que terminou o curso secundário. Seu primeiro romance, "O país do carnaval", foi lançado em 1931. Dois anos depois Jorge casou-se com Matilde Garcia Rosa, com quem teve uma filha, mas o casamento durou pouco. Nesse mesmo ano de 1933 publicou "Cacau", sua segunda obra. Mudou-se para o Rio de Janeiro e em 1935 terminou a Faculdade Nacional de Direito. Militante comunista, foi obrigado a exilar-se na Argentina e no Uruguai entre 1941 e 1942, período em que fez longa viagem pela América Latina. De volta ao Brasil em 1945, e já separado de Matilde, casou-se com a também escritora Zélia Gattai. Ativo participante do cenário político brasileiro, foi eleito membro da Assembléia Nacional Constituinte pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), sendo o deputado federal mais votado do Estado de São Paulo. Em sua carreira como deputado foi o autor da lei, ainda em vigor, que assegura o direito à liberdade de culto religioso. Em 1947 o Partido Comunista foi posto na ilegalidade e Jorge, junto com a família, de novo exilou-se, dessa vez na França, onde ficou até ser expulso em 1950. Mudou-se então para a Tchecoslováquia, permanecendo até a volta para o Brasil, em 1952. Em 1955 abandona a vida política para dedicar-se somente à literatura, sempre com muito sucesso. Seus livros foram publicados em mais de 50 países, além de terem sido adaptados para o cinema, teatro e televisão. Entre suas obras de maior sucesso, destacam-se: "Jubiabá", "Mar morto", "Capitães da Areia", "Gabriela Cravo e Canela", "Tieta do Agreste" e "A Morte e a Morte de Quincas Berro D'água". O escritor morreu em Salvador em 6 de agosto de 2001.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
1941

Jorge Amado
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Jorge Amado
Filho de fazendeiros de cacau, Jorge Amado nasceu no dia 10 de agosto de 1912 numa fazenda no município de Itabuna, sul da Bahia. Passou a infância em Ilhéus e foi em Salvador que terminou o curso secundário. Seu primeiro romance, "O país do carnaval", foi lançado em 1931. Dois anos depois Jorge casou-se com Matilde Garcia Rosa, com quem teve uma filha, mas o casamento durou pouco. Nesse mesmo ano de 1933 publicou "Cacau", sua segunda obra. Mudou-se para o Rio de Janeiro e em 1935 terminou a Faculdade Nacional de Direito. Militante comunista, foi obrigado a exilar-se na Argentina e no Uruguai entre 1941 e 1942, período em que fez longa viagem pela América Latina. De volta ao Brasil em 1945, e já separado de Matilde, casou-se com a também escritora Zélia Gattai. Ativo participante do cenário político brasileiro, foi eleito membro da Assembléia Nacional Constituinte pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), sendo o deputado federal mais votado do Estado de São Paulo. Em sua carreira como deputado foi o autor da lei, ainda em vigor, que assegura o direito à liberdade de culto religioso. Em 1947 o Partido Comunista foi posto na ilegalidade e Jorge, junto com a família, de novo exilou-se, dessa vez na França, onde ficou até ser expulso em 1950. Mudou-se então para a Tchecoslováquia, permanecendo até a volta para o Brasil, em 1952. Em 1955 abandona a vida política para dedicar-se somente à literatura, sempre com muito sucesso. Seus livros foram publicados em mais de 50 países, além de terem sido adaptados para o cinema, teatro e televisão. Entre suas obras de maior sucesso, entre romances, novelas e contos, destacam-se "Jubiabá", "Mar morto", Capitães da Areia, "Gabriela Cravo e Canela", "Tieta do Agreste" e "A Morte e a Morte de Quincas Berro D'água", entre outros. O escritor morreu em Salvador em 6 de agosto de 2001.
Madalena Schwartz
Brasil
1982

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Archive/Collection: Lêdo Ivo (LI)
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Carta
Dossiê.
Jorge Amado
Local não identificado
Século XX

-;No NE se queima alfazema [que cheira bem]...;-;-;-;-;-;-;-;Um menino inútil;-;-;-;Algumas coisas são de ontem...;-;-;-;Vida;-;-;-;-;Braga, movido a amor;-;-;O místico da ação;-;-;-;O braço direito: dossiê (Para onde vai a colherzinha?...);-;-;-;A fruição da liberdade;-;-;-;Algumas histórias de morte;-;Som e sentido de nove histórias;-;-;A labor dispute turns violent;-;-;-;Olha o boi voando;-;-;-;Bumbo de mais, caixa de menos;1889 - 1989: República é voto;-;Murilo Mendes;-;-;-;Charles Lindberg voou de NY a Paris...;-;-;-;-;-;-;Digo perereca e ela ri: banguela...;-;-;-;A morte de Homo Economicus;-;-;-;-;Tape-recorder ou conversa mole;-;-;-;Os Bezerras de Ponte de Lima e Viana do Castelo;-;-;-;-;-;-;Política;Otto Lara Resende...;-;-;-;-;-;Descuidista. Carteirista, em Portugal...;-;A obra do poeta Carlos Drummond de Andrade tema duma conferência do adido cultural do Brasil, no Grupo de Estudos Brasileiros;-;-;-;Anacíclico verso ou palíndromo;-;-;-;-;-;Asistirá al entierro de su propia pierna;-;-;-;-;A pesca;-;-;-;-;-;-;-;Duas histórias a bordo;-;-;-;Não é a tarde, nem é o cinzento...;-;-;[Capa];-;-;-;A voz de Vossa Senhoria;-;-;-;Autógrafos;1537. Papa Paulo III...;-;-;-;Ad Immortalitatem;O braço direito: dossiê (São 9 horas da noite...);-;-;-;Fluxo e refluxo;-;-;-;O braço direito: dossiê (Pau-de-sebo...);-;-;-;-;Picasso - acho/Procuro...;-;-;-;A aproximação do aniversário;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Proibido de ser feliz;Seria inútil, senão pretensioso...;Enfim, chegou o dia...;Padronização de...;O braço direito: dossiê (BD: O maquiavelismo dos jesuítas...);O braço direito: dossiê (Anchieta fundou...);Olhar cúmplice. Olhar de ócio. De ressentimento...;Acordo/Abro os olhos...;Jonhandean/La jeunesse Theóphile...;A Europa curvou-se ante o Brasil...;A empolgação Brizola;A propósito do centenário de nascimento de Getúlio Vargas;AI 5: Fim;Anotações da agenda;Aprender a ler;As confissões de Nelson Rodrigues;Boa conversa;A boca do inferno;Soneto de domingo;O pai, o chefe, o rei/Vozes do retrato;Adeus ao amigo;Graham Greene no Brasil
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Telegrama
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
24 de março de 1979

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