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-;-;-;-;Antes de assumir de Embaixada do Brasil em Honduras, o Embaixador João Cabral de Melo Neto;-;Cabala;-;-;-;2. A culpa é de Bsb. Salvador...;-;Nesse meio tempo...;-;-;O.P. e C.E. ambos/Lisboa, lembrança...;-;-;-;-;-;-;As duas novelas;-;-;-;-;-;-;-;Vieira da Silva/Jânio: justiça...;-;-;-;-;-;-;-;A radiosa aurora de Alceu;-;-;-;-;Reciclagem do papo;O domingo azul do mar;-;Bananas e mísseis;-;A honra de servir;Meu interesse pela obra...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Soneto das vacas de outrora;-;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (Domingo da Trindade, primeiro depois...);-;-;-;-;-;-;-;-;Ai, que saudades do Brasil;A boca do inferno;-;Walter Clark era...;Almoço;-;O retrato na gaveta;Laranja da Pérsia docinho [Serra d'água]...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Brasil: anti-pasárgada;A luz dos infelizes;O meu velho senado;FAB ou o Chico;Otto/Nunca teve...;Há dez anos...;Uma vez na vida e outra na morte;Conto O Gambá;Briga de beija-flor...;O braço direito: dossiê (Chegou aqui de mãos abanando...);Na concha de teus ouvidos...;Sentou-se ao...;Ratos de vis - Na Serra, ração...;A girafa é mais alta espécie...;Sois o selo do...;Casa da mãe Joana...;Pois não sabes que choraria?...;Rua General Dionísio  53/Jornal do Brasil;[Fotografia];A arte de desaprender o falso saber do nosso tempo;A comunidade e o momento político nacional;A escolha de Camille;A Fundação Catarinense de Cultura e a comissão organizadora do Prêmio Cruz e Souza;A libertação pela horticultura ou a importância de ver as coisas crescer;A morte de Machado de Assis;A paixão de Paul Valéry;Abalo nas letras;Adeus a Merquior;Asnos, doidos e subversivos;Autorretrato;Boas cartadas;Brasil cinza;Canção;Inverno;Correspondência: Jackson de Figueiredo e Alceu Amoroso Lima;Fausto e a estátua;Flores do bem
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Telegrama
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
15 de março de 1982

-;-;-;-;Bandeira do Brasil;Breve diário do apodrecimento;-;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (Ataque pelo Paulino à tenda espírita...);-;-;-;-;-;-;-;Bob confirma alinhamento;O príncipe e o sabiá;-;-;Aiii;-;A boca do inferno;-;Namorado morto;-;O braço direito: dossiê (Ver nota João Batista...);-;-;-;-;-;-;-;A gente não muda;-;Alô, alô, carnaval;-;-;-;-;Irmão casa burguesa;-;-;-;A monja;-;Como é q v. vai lá...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A avareza começa...;-;-;-;-;Os sertões/Os heréticos e os relapsos...;-;-;-;-;-;-;-;Ilha, crise, união;Ontem, dia 29.9.79...;-;-;-;Qual o tipo físico de mulher de sua preferência?;Convidado a falar numa reunião...;-;-;-;-;-;-;-;A remota e duvidosa vaquinha;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;O braço direito;Paris: ida e volta;Língua legal;Sete vezes sete;Medo;Un pueblo en España;Eu estou muito velha?...;O braço direito: dossiê (Consilium abeundi...);[Menino ande descalço...];Cadeia da infelicidade;O braço direito: dossiê (BD: Bucho de bode (apelido));Mas te revoltas num íntimo movimento...;Nome: Olandina. Apelido: Lanlã. Por que?...;Perna: caminhonete. Ney Maranhão:...;Medo de sumir no...;O mundo é velho. Novo é o olhar...;Cafuita, marido da Conceição...;Não me precipito do alto de minha loucura...;Botafogo - Rua General Dionísio, 53;[Fotografia];A arte e o rufianismo;A confissão da dor;A espera imóvel;A literatura tem refletido bem a realidade brasileira?;A morte de um idiota;A palavra de Alceu nos anos difíceis;A última lição de Edmundo Lins;Abertura de boca fechada;Arachibutyrophobia;As entranhas do bicho Brasil;Assaltada casa de Otto Lara;Autran Dourado;Brasil não controla dólares em passeio turístico;Texto sobre Jornal do Brasil;Carta a Lucio Rangel;O poeta se volta para o mundo;Subway;Artigo de poesia /Entreato (Verão no Rio)
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A remota e duvidosa vaquinha
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
27 de setembro de 1987

Azuis, verdes, castanhos
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Azuis, verdes, castanhos
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
13 de julho de 1992

Diamantina e seu colar de diamantes;O rei da Suécia vai bem;Mulheres na política;Sombra de nossos desalentos e cansaços;Chaga de fogo (Detective store);Um marginal na Academia;Circo de focas;Eles sabem o que fazem;Por que Mallarmé morreu engasgado;Riscos e ameaças;Graça e desgraça;Portas fechadas;Loteca sueca para um grande de Espanha;Natal;O discreto Rangel;Um poeta italiano;O meu boi morreu lá no Piauí;O escritor e a sua essência humana;Escritor e leitor;Olha ele aí;Rosa rosae rosam;Trazemos a roça dentro de nós;Mater dolorosa;Nossos queridos confrades;Tudo começa antes;O futuro passou de moda;O nome dos gringos;Essayons de parler franglais;Willy Lewin, o bom professor de poesia;Onde começa a República;Instante dinamarquês;Prova de fogo;Está na hora;João-povão;Quarenta, quatrocentos, quatrocentão;O amestrador amestrado;Túnel, porão ou debaixo da cama;O gato morto e sua alma;O outro Brasil;O Brasil aflito;Carochinha vai bem, obrigado;Uma voz no escuro;O pó que suja nossas estrebarias;Estrela de uma constelação;Os fantasmas e as ditaduras;Jornal de crítica;Quebra-cabeça;Soberania de falsários;Quem é o aldeão;O ciclotímico herói cobrado;Um grande tema e uma pequena crônica;Uns rapazes que não sabiam filosofia descobriram Comte, por acaso em 1880;O que é preciso para a universidade: Muita coisa;Ouro de lei;Caniço motorizado;Carlos Drummond de Andrade num instante de pessimismo;CDA, ou melhor: o Carlos;Com o embaixador Marques Rebelo;Como dói!;Constituinte: a outra;Conto de Natal;Convento maldito;Desculpem, mas esse gato é meu;Epopeia trágica (Scott of the antartic);Fala, Brasil;Faróis altos;Garotas e melodias (Painting the clouds with sunshine);Grito plebliscitário e republicano;Jubileu: ecos de um tiro;Justiça revolucionária;Livro e mercado;Mãe, filha amiga;Menino só;Missão pontifícia;Mobilização da mediocridade;Musas e urnas;No torvelim da mascarada;O controvertido verde de nossa mata;O diabo feito mulher (Rancho notorious);O ideal do mineiro é viver pobre para morrer rico;O jumento do Visconde;O leão e a gazela;O marujo foi na onda (The sawlor beware);O moinho;O século do pai;O sorriso do retrato;Os donos da enchente;Poeta e polemista;Proibido ser feliz;Quem roubou o cimélio;Romancistas dos inadaptados;Sejamos otimistas;Sim, vale a pena calar - berram os alto-falantes;Solo de cuíca;Touros bravos (The brave bulls);Tragicomédia do poder;Um certo cansaço;Um moralista pelo avesso;Uma carioca na montanha;Uma palavra de maus bofes;Uma tarde, antigamente;Vai-te embora, menina morta;Vítimas do pecado;Volta a Simão, o caolho;Voo cego
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CDA, ou melhor: o Carlos
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
16 de agosto de 1987

Chegamos juntos ao mundo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Chegamos juntos ao mundo
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
3 de julho de 1991

Pra trás, Brasil;Chorinho disfarçado;Tocaia;Discurso de Otto;Verde é verde;Flores castigadas da burguesia;Introdução à mentira;Você, Prestes e o doutor Jô;O sétimo anjo;Fraternidade na poesia;Qual é o signo do Brasil?;No banco do mundo;Todos os homens são iguais;Scaramouche;Nosso jeito de ser;O fulgurante legado de uma vertigem;Escarmento;Voto de Sísifo;Fuga e presença;Paulo Carneiro viveu muitos anos em Paris;Que rei sou eu?;Memorial JK;Quem deve ler o quê;Meninão invisível;Sem título;Culpem o Brasil;O gato com o rabo de fora;Essa estrela, essa cruz;O grande Celso e a pequena Itú;Obrigado por me matares;Graciliano revisitado;Um caso de honra (The winslow boy);Está escrito nas estrelas;Rubem e Danilo se encontram em Brasília;Os cardeais e os canibais;Há vendilhões no templo;Poemas da praça e do crepúsculo;Quem tem medo de Léon Bloy;Mistura e mistério;Silêncio e palavra;Curso de meia hora;Síndrome da fuga;Um lápis e uma vaca;O pecado de ser mineiro;História breve da literatura brasileira;Livros e vinhos;Receita de poeta;Sob o sol da glória;O campeão invisível;De um polo a outro;Uma bailarina chamada Baderna;O pombo apunhalado;Somos todos suspeitos e vítimas;Definição de quadrúpede;O roteiro perdido;Exílio, seus ecos;Porque as mulheres vivem muito;Recriação poética de um professor e seu reino perdido;Não há, neste momento;Carta ao jovem filho;Cacatua e cujo;Cidades de ninguém;Cineminha particular;Da boca para fora;Entre, seu Jovino;Estão todos caladinhos;Eutrapelia;Ilha, crise, união;Infelicidade matemática;J.E. do D.C.;Juro que foi ontem;Lêdo Ivo está cansado;Lembrai-vos de Graciliano;Leviandade irrequieta;Luzes no quarto de despejo;Macu brasilnaimático;Mário de Andrade continua;Morte e progresso;Nadando em dinheiro;Natal à brasileira;O ágio das bruxas;O áspero direito à vida;O brilho discreto da estrela solitária;O direito e a torta;O elo partido;O errado destino do discurso;O medo sobre à cabeça;O santo e seu cavalo;O voto e o bode;Os mais e os menos votados;Os miseráveis (Il miserabili);Os quatro mineiros abrem o jogo;Os que não devem nascer (Ditte menneskebarn);País culposo;Pedra para digerir;Por culpa de Maurice Baring;Por que as mulheres escrevem?;Realismo e ficção;Santo Eduardo Frieiro;Saudades de 1500;Três exercícios cifrados;Trinta e oito acadêmicos escolhem um novo companheiro de imortalidade;Vamos invadir os Estados Unidos;Vamos sair do brejo
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Da boca para fora
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
January - March 1988

Hora da metanoia;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;O namorado da professora;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Um anjo mudou de endereço;Onde reina a calmaria;Cantando na chuva (Singing in the rain);Saudade póstuma;Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Um crítico lúcido e honesto;Fifi, o sanguinário;Lá e cá más fadas há;Sete vezes sete;Conversa com um varão da República;É mais difícil criar os filhos hoje?;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Pesa um cansaço geral;Lembrai-vos de 46;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Livrarias e nostalgia;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;Em seguida, o pior;Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Exercício;Os outros não existem;Guernica, meu amor;Quem não tem pena dos poetas hoje;O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Da arte de se exibir;Vacina constitucional;O crime de não perdoar;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;Na curva do tempo;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
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Geração sem rebeldia
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
1946

Há dez, 20 anos
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Há dez, 20 anos
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
30 de outubro de 1992

Uma boa nova;O preso nº 3535;Ilusões e desilusões;Ler para criticar;Missão pontifícia;Convento de Aretino;O bezerro, a vaca e o boi;Tragédia do meu destino;O latido do sol;Segundo;Divórcio;O Marrocos, uma encruzilhada;Falou, bicho;O que for soará;Linhas cruzadas;Muchas gracias, señores;Crônica em que se pretendia dizer e não disse;Silêncio: o imprevisível;O moinho;Favor não acordar o bebê;O que vem por aí;Jackson de Figueiredo;Um biscoito que virou pirâmide;Vamos olhar para trás;Jubileu está de volta;Que fazer?;Cuidado com os elevadores;Sinos de San Fernando (Bells of San Fernando);Cave canem: pode explodir;Quem herda não rouba;O diabo existe;Entreato;Um certo afã de contar tudo;Galo de pena;O secreto mel das letras femininas;Justiça para a Justiça;Pode ser que sim, pode ser que não;O trono vazio;Poeta é o Dante;Luto e guerra na festa do sol;Cinco poemas antigos;Queremos já;Napoleão de hospício;Desculpa das arábias;Sonhos e pesadelos;Guignard e 60 aprendizes;Com o diretor Josué Montello;Conto de Natal;Romance e jornal;No horizonte do Brasil;O insaciável antropófago;Eu tu ele: nós;Variações sobre a lua;Ontens que choram;Casa de ruínas e sombras;Credo olímpico;De Otto Lara Resende à Tribuna;Diamante da boca da mina;Dica de criança (ou de pai coruja);Discurso do aluno Otto Lara Resende, orador da turma de diplomandos de 1938;Do diálogo ao demônio;Eles sabem o que fazem;Entulho e engulho;Está na hora de assobiar;Evasão, invasão;França: é isso aí;Graça e desgraça de escrever;História de uma escola de arte;Incipit : Visceralmente escritora;Laços de família;Legião ignota;Lembrança de Bernanos;Liberal: ser ou não ser;Literariamente com a morte de Clarice;Lotação esgotada;Matar ou morrer (Hight noon);Mel nos olhos;Monges condenados;Na grande área;Namoro antigo;Natal: um menino inútil;O Brasil pecador se confessa;O burro empacado;O candidato de calva à mostra;O feijão também é um sonho;O gato epicurista;O nó da violência;O passado é azul;O penhasco e o chá;O pintor e sua opção;O por ora indescartável;O sagrado horror ao nosso irmão português;Onda de verão;Orthographya: facto alphabetico e metaphyco;Os astros vêem longe;Os fantasmas da catedral;Pérolas;Por que Grahan Greene não veio ao Brasil;Porta mágica;Prestígio da história;Quando Michel Simon chegou ao Brasil...;Quatro livros mineiros;Reciclagem do papo;Rosa dos ventos;Som e sentido de nove histórias;Terceiro;Testemunhos sobre o Modernismo...;Tudo bem, com nuvens;Um antecipador;Um gato na presidência;Um lugar para Maria Julieta/A entrevista que não houve;Um poeta cristão;Uma quimera chamada Brasil;Uma voz a menos;Vou ali e não volto;Welcome, Rosalynn;Em 1860 quando se tomava café e rapé era raro não haver sessão por falta de quórum
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Mel nos olhos
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
1 de novembro de 1977