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Ata de inauguração
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ata de inauguração
Fac-símile da ata de inauguração da "linha de Tibagy no trecho entre as estações de Ilha Grande e Salto Grande" da E.F. Sorocabana.
Valério Vieira
Ourinho
1909

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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As irmãs siamesas Rosalina e Maria Davel
No consultório dos doutores Camillo Fonseca e Henrique Morize, foram realizadas experiências radiográficas nas gêmeas siamesas Rosalina e Maria Davel nascidas em 1893, no Espírito Santo, que chegaram ao Rio de Janeiro em junho (A Imprensa, 23 de junho de 1899, na terceira coluna). Elas foram fotografadas por Marc Ferrez em várias posições (O Cachoeirano, 2 de julho de 1899, na última coluna). A cirurgia para separá-las, realizada em 30 de maio de 1900, na Casa de Saúde São Sebastião, no Rio de Janeiro, pelo médico Eduardo Chapot Prevost (1864 - 1907), foi a primeira do gênero que foi bem sucedida em todo o mundo. Maria morreu cinco dias após a cirurgia devido a uma grave infecção e Rosalina viveu até pelo menos 75 anos, tendo casado e tido filhos (A Imprensa, 11 de agosto de 1900, na primeira coluna).
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
1899

Marc Ferrez em meio a grupo de astrônomos brasileiros e estrangeiros durante a expedição para a observação do eclipse solar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Marc Ferrez em meio a grupo de astrônomos brasileiros e estrangeiros durante a expedição para a observação do eclipse solar
Em 1912, o fotógrafo Marc Ferrez foi um dos integrantes da comitiva do presidente do Brasil, Marechal Hermes da Fonseca (1855 – 1923), que havia ido para Passa Quatro, em Minas Gerais, observar o eclipse solar ocorrido em 10 de outubro daquele ano. Também estiveram presentes ao evento o então diretor do Observatório Nacional, Henrique Morize (1860 – 1930), o diretor do Jardim Botânico, Graciano dos Santos Neves (1868 – 1922), delegações estrangeiras de astrônomos do Observatório de Greenwich (Inglaterra), do Bureau de Longitudes (França), do Observatório Nacional do Chile, do Observatório Nacional de Córdoba (Argentina), do Observatório de La Plata (Argentina) e do então recém-criado Observatório Astronômico e Meteorológico de São Paulo. Havia também representantes da imprensa e outras autoridades (Gazeta de Notícias, 11 de outubro de 1912, na quinta coluna sob o título “Marechal Hermes e o eclipse“). O chefe da comissão inglesa era Arthur Stanley Eddington (1882 - 1944); o da francesa, Milan Stefanick (1880 - 1919); do Observatório de Córdoba, Carlos Dillon Perrine (1867 - 1951); da comissão chilena, Friedrich Wilhelm Ristenpart (1868-1913); do Observatório de La Plata, William Joseph Hussey (1862-1926); e, finalmente, do Observatório de São Paulo, José Nunes Belfort Mattos (1862- 1926). Um dos objetivos das expedições era confirmar a Teoria da Relatividade, do cientista alemão Albert Einstein (1879 - 1955). A comissão brasileira foi chefiada por Henrique Morize e contava com os astrônomos Mario Rodrigues de Souza (1889-1973), Domingos Fernandes Costa (1882-1956), Alix Corrêa de Lemos (1877 - 1957) e Gualter Macedo Soares (1891 - 19?), com o voluntário Antônio Alves Ferreira da Silva (18? - 19?), com o fotógrafo Augusto Soucasaux (1871-1962) e com o médico Camillo Fonseca (18? - 1923).Não se sabe se Ferrez teve alguma função específica na comitiva do governo já que a fotografia do fenômeno ficou a cargo de profissionais do Observatório Nacional. Produziu fotografias estereoscópicas dos acampamentos na cidade, que estão sob a guarda do Instituto Moreira Salles.
Augusto Soucasaux
Passa Quatro
1912

Acampamento da comissão francesa para observação do eclipse solar com o grande coelostato de 10 metros de distância
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Acampamento da comissão francesa para observação do eclipse solar com o grande coelostato de 10 metros de distância
Em 1912, o fotógrafo Marc Ferrez foi um dos integrantes da comitiva do presidente do Brasil, Marechal Hermes da Fonseca (1855 – 1923), que havia ido para Passa Quatro, em Minas Gerais, observar o eclipse solar ocorrido em 10 de outubro daquele ano. Também estiveram presentes ao evento o então diretor do Observatório Nacional, Henrique Morize (1860 – 1930), o diretor do Jardim Botânico, Graciano dos Santos Neves (1868 – 1922), delegações estrangeiras de astrônomos do Observatório de Greenwich (Inglaterra), do Bureau de Longitudes (França), do Observatório Nacional do Chile, do Observatório Nacional de Córdoba (Argentina), do Observatório de La Plata (Argentina) e do então recém-criado Observatório Astronômico e Meteorológico de São Paulo. Havia também representantes da imprensa e outras autoridades (Gazeta de Notícias, 11 de outubro de 1912, na quinta coluna sob o título “Marechal Hermes e o eclipse“). O chefe da comissão inglesa era Arthur Stanley Eddington (1882 - 1944); o da francesa, Milan Stefanick (1880 - 1919); do Observatório de Córdoba, Carlos Dillon Perrine (1867 - 1951); da comissão chilena, Friedrich Wilhelm Ristenpart (1868-1913); do Observatório de La Plata, William Joseph Hussey (1862-1926); e, finalmente, do Observatório de São Paulo, José Nunes Belfort Mattos (1862- 1926). Um dos objetivos das expedições era confirmar a Teoria da Relatividade, do cientista alemão Albert Einstein (1879 - 1955). A comissão brasileira foi chefiada por Henrique Morize e contava com os astrônomos Mario Rodrigues de Souza (1889-1973), Domingos Fernandes Costa (1882-1956), Alix Corrêa de Lemos (1877 - 1957) e Gualter Macedo Soares (1891 - 19?), com o voluntário Antônio Alves Ferreira da Silva (18? - 19?), com o fotógrafo Augusto Soucasaux (1871-1962) e com o médico Camillo Fonseca (18? - 1923).Não se sabe se Ferrez teve alguma função específica na comitiva do governo já que a fotografia do fenômeno ficou a cargo de profissionais do Observatório Nacional. Produziu fotografias estereoscópicas dos acampamentos na cidade, que estão sob a guarda do Instituto Moreira Salles.
Augusto Soucasaux
Passa Quatro
outubro de 1912

Vista do acampamento montado para observação do eclipse solar em frente a Igreja Nossa Senhora do Patrocínio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do acampamento montado para observação do eclipse solar em frente a Igreja Nossa Senhora do Patrocínio
O eclipse total do Sol foi testemunhado por astrônomos brasileiros e estrangeiros em Sobral, no Ceará, em 29 de maio de 1919. Foram os resultados obtidos pelas fotografias do fenômeno produzidas por astrônomos britânicos que permitiram a comprovação da Teoria da Relatividade de Einstein, inaugurando um novo momento na história da ciência.
Autoria não identificada
Praça do Patrocínio
maio de 1919

Vista do acampamento montado para observação do eclipse solar em frente a Igreja Nossa Senhora do Patrocínio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do acampamento montado para observação do eclipse solar em frente a Igreja Nossa Senhora do Patrocínio
O eclipse total do Sol foi testemunhado por astrônomos brasileiros e estrangeiros em Sobral, no Ceará, em 29 de maio de 1919. Foram os resultados obtidos pelas fotografias do fenômeno produzidas por astrônomos britânicos que permitiram a comprovação da Teoria da Relatividade de Einstein, inaugurando um novo momento na história da ciência.
Autoria não identificada
Praça do Patrocínio
maio de 1919

Museu do Ouro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Museu do Ouro
O Museu do Ouro foi inaugurado em 16 de maio de 1946 e localiza-se na antiga Casa da Real Intendência e Fundição do Ouro de Sabará, órgão da coroa portuguesa criado em meados do século XVIII, responsável pela cunhagem e tributação do ouro extraído da antiga Comarca do Rio das Velhas. Era o local onde morava o Intendente.
Marcel Gautherot
Rua da Intendência
circa 1967

Museu do Ouro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Museu do Ouro
O Museu do Ouro foi inaugurado em 16 de maio de 1946 e localiza-se na antiga Casa da Real Intendência e Fundição do Ouro de Sabará, órgão da coroa portuguesa criado em meados do século XVIII, responsável pela cunhagem e tributação do ouro extraído da antiga Comarca do Rio das Velhas. Era o local onde morava o Intendente.
Marcel Gautherot
Rua da Intendência
circa 1967

Museu do Ouro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Museu do Ouro
O Museu do Ouro foi inaugurado em 16 de maio de 1946 e localiza-se na antiga Casa da Real Intendência e Fundição do Ouro de Sabará, órgão da coroa portuguesa criado em meados do século XVIII, responsável pela cunhagem e tributação do ouro extraído da antiga Comarca do Rio das Velhas. Era o local onde morava o Intendente.
Marcel Gautherot
Rua da Intendência
circa 1967