Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Aterro do Flamengo - vista aérea
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJAT29331.jpg
Aterro do Flamengo - vista aérea
Foi durante o governo de Carlos Lacerda, em 1961, que as obras do Parque do Aterro do Flamengo começaram. O aterro propriamente dito foi resultado do desmonte do morro de Santo Antônio, cujas obras começaram entre 1952 e 1954, na administração do prefeito Dulcídio Cardoso, e foram concluídas em 1958, na administração de Francisco Negrão de Lima. Os projetos urbanístico e arquitetônico que definiram a ocupação desse aterro foram feitos por Affonso Eduardo Reidy (1909-1964), então funcionário do Departamento de Urbanismo da Prefeitura do Rio de Janeiro, enquanto Burle Marx definiu o paisagismo. Os dois projetos tiveram em Lotta Macedo Soares (1910-1967) a principal apoiadora. O Parque do Flamengo foi inaugurado em outubro de 1965, na Semana da Criança, quando a Secretaria de Turismo do Estado da Guanabara, promoveu uma série de eventos no parque. Oficialmente, o parque ainda não foi inaugurado por não estar concluído.
Marcel Gautherot
Aterro do Flamengo
circa 1978

Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPN29583_2.jpg
Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na praça dos Três Poderes, em Brasília, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985. Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da França, François Mitterrand, em 15 de outubro de 1985 e o Panteão foi inaugurado em 7 de setembro de 1986. O Panteão possui três pavimentos, somando área total construída de 2 105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural da Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro pavimento, localiza-se o vitral de autoria de Marianne Peretti (também autora dos vitrais da catedral de Nossa Senhora Aparecida). No lado externo, no alto de uma torre erguida em diagonal, arde a chama eterna. Uma chama pequena, que representa a liberdade do povo e a independência do País. O Panteão foi tombado em 2007, pelo IPHAN, junto com outras 34 obras de Oscar Niemeyer, que completara cem anos.
Marcel Gautherot
Praça dos Três Poderes
circa 1986

Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPN29583_1.jpg
Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na praça dos Três Poderes, em Brasília, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985. Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da França, François Mitterrand, em 15 de outubro de 1985 e o Panteão foi inaugurado em 7 de setembro de 1986. O Panteão possui três pavimentos, somando área total construída de 2 105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural da Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro pavimento, localiza-se o vitral de autoria de Marianne Peretti (também autora dos vitrais da catedral de Nossa Senhora Aparecida). No lado externo, no alto de uma torre erguida em diagonal, arde a chama eterna. Uma chama pequena, que representa a liberdade do povo e a independência do País. O Panteão foi tombado em 2007, pelo IPHAN, junto com outras 34 obras de Oscar Niemeyer, que completara cem anos.
Marcel Gautherot
Praça dos Três Poderes
circa 1986

Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPN29583.jpg
Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na praça dos Três Poderes, em Brasília, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985. Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da França, François Mitterrand, em 15 de outubro de 1985 e o Panteão foi inaugurado em 7 de setembro de 1986. O Panteão possui três pavimentos, somando área total construída de 2 105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural da Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro pavimento, localiza-se o vitral de autoria de Marianne Peretti (também autora dos vitrais da catedral de Nossa Senhora Aparecida). No lado externo, no alto de uma torre erguida em diagonal, arde a chama eterna. Uma chama pequena, que representa a liberdade do povo e a independência do País. O Panteão foi tombado em 2007, pelo IPHAN, junto com outras 34 obras de Oscar Niemeyer, que completara cem anos.
Marcel Gautherot
Praça dos Três Poderes
circa 1986

Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves e "O Pombal", escultura de Oscar Niemeyer
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPN29581.jpg
Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves e "O Pombal", escultura de Oscar Niemeyer
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na praça dos Três Poderes, em Brasília, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985. Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da França, François Mitterrand, em 15 de outubro de 1985 e o Panteão foi inaugurado em 7 de setembro de 1986. O Panteão possui três pavimentos, somando área total construída de 2 105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural da Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro pavimento, localiza-se o vitral de autoria de Marianne Peretti (também autora dos vitrais da catedral de Nossa Senhora Aparecida). No lado externo, no alto de uma torre erguida em diagonal, arde a chama eterna. Uma chama pequena, que representa a liberdade do povo e a independência do País. O Panteão foi tombado em 2007, pelo IPHAN, junto com outras 34 obras de Oscar Niemeyer, que completara cem anos. O Pombal - Projetado por Oscar Niemeyer a pedido de dona Eloá, esposa do então Presidente Jânio Quadros, a escultura em madeira concretada mede 25m de altura e pesa 1,5 toneladas. Lembra um imenso pregador de roupa. A obra é formada por uma série de poleiros que se sobrepõem. Foi instalada na Praça em junho de 1961.
Marcel Gautherot
Praça dos Três Poderes
circa 1986

Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves e "O Pombal", escultura de Oscar Niemeyer
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPN29580_2.jpg
Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves e "O Pombal", escultura de Oscar Niemeyer
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na praça dos Três Poderes, em Brasília, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985. Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da França, François Mitterrand, em 15 de outubro de 1985 e o Panteão foi inaugurado em 7 de setembro de 1986. O Panteão possui três pavimentos, somando área total construída de 2 105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural da Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro pavimento, localiza-se o vitral de autoria de Marianne Peretti (também autora dos vitrais da catedral de Nossa Senhora Aparecida). No lado externo, no alto de uma torre erguida em diagonal, arde a chama eterna. Uma chama pequena, que representa a liberdade do povo e a independência do País. O Panteão foi tombado em 2007, pelo IPHAN, junto com outras 34 obras de Oscar Niemeyer, que completara cem anos. O Pombal - Projetado por Oscar Niemeyer a pedido de dona Eloá, esposa do então Presidente Jânio Quadros, a escultura em madeira concretada mede 25m de altura e pesa 1,5 toneladas. Lembra um imenso pregador de roupa. A obra é formada por uma série de poleiros que se sobrepõem. Foi instalada na Praça em junho de 1961.
Marcel Gautherot
Brasília
circa 1986

Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPN29580_1.jpg
Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na praça dos Três Poderes, em Brasília, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985. Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da França, François Mitterrand, em 15 de outubro de 1985 e o Panteão foi inaugurado em 7 de setembro de 1986. O Panteão possui três pavimentos, somando área total construída de 2 105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural da Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro pavimento, localiza-se o vitral de autoria de Marianne Peretti (também autora dos vitrais da catedral de Nossa Senhora Aparecida). No lado externo, no alto de uma torre erguida em diagonal, arde a chama eterna. Uma chama pequena, que representa a liberdade do povo e a independência do País. O Panteão foi tombado em 2007, pelo IPHAN, junto com outras 34 obras de Oscar Niemeyer, que completara cem anos.
Marcel Gautherot
Praça dos Três Poderes
circa 1986

"Os Candangos" ou "Os Guerreiros", escultura de Bruno Giorgi e o Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPN29580.jpg
"Os Candangos" ou "Os Guerreiros", escultura de Bruno Giorgi e o Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na praça dos Três Poderes, em Brasília, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985. Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da França, François Mitterrand, em 15 de outubro de 1985 e o Panteão foi inaugurado em 7 de setembro de 1986. O Panteão possui três pavimentos, somando área total construída de 2 105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural da Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro pavimento, localiza-se o vitral de autoria de Marianne Peretti (também autora dos vitrais da catedral de Nossa Senhora Aparecida). No lado externo, no alto de uma torre erguida em diagonal, arde a chama eterna. Uma chama pequena, que representa a liberdade do povo e a independência do País. O Panteão foi tombado em 2007, pelo IPHAN, junto com outras 34 obras de Oscar Niemeyer, que completara cem anos. Os Guerreiros - Conhecida também como “Os Candangos”, essa obra de Bruno Giorgi, erguida em 1959, é uma homenagem aos candangos que trabalharam na construção de Brasília. Em bronze, a escultura mede 8m de altura e é considerada um dos símbolos da cidade. Em 1987, foi restaurada pelo artista Zeno Zani.
Marcel Gautherot
Praça dos Três Poderes
circa 1986

"A Justiça", escultura de Alfredo Ceschiatti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ACRJ29119.jpg
"A Justiça", escultura de Alfredo Ceschiatti
Escultura "A Justiça", em Brasília. Em granito, fica em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal. Ficou pronta em 1961. A representação da Justiça como figura feminina remonta a retratações de Themis e Iustitia na mitologia antiga. Themis, conhecida por sua percepção aguçada e julgamento perspicaz, foi a deusa grega da Justiça e das Leis. Na mitologia romana, Iustitia foi uma das quatro virtudes, juntamente com Prudência, Fortitude e Temperança. Fonte: Secretaria de Educação do Governo do Paraná e site do Supremo Tribunal Federal Alfredo Ceschiatti (Belo Horizonte, 1 de setembro de 1918 — 1989) foi escultor, desenhista e professor brasileiro. Fez parte da Comissão Nacional de Belas Artes e ensinou escultura e desenho na Universidade de Brasília (UnB). Ficou conhecido por criar obras para decoração de prédios projetados por Oscar Niemeyer. Escultura "A Justiça", em Brasília. Em granito, fica em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal. Ficou pronta em 1961. A representação da Justiça como figura feminina remonta a retratações de Themis e Iustitia na mitologia antiga. Themis, Alfredo Ceschiatti (Belo Horizonte, 1 de setembro de 1918 — 1989) foi escultor, desenhista e professor brasileiro. Fez parte da Comissão Nacional de Belas Artes e ensinou escultura e desenho na Universidade de Brasília (UnB). Ficou conhecido por criar obras para decoração de prédios projetados por Oscar Niemeyer. Supremo Tribunal Federal (STF) é a mais alta instância do Poder Judiciário do Brasil e acumula competências típicas de Suprema Corte (tribunal de última instância) e Tribunal Constitucional (que julga questões de constitucionalidade independentemente de litígios concretos). Sua função institucional fundamental é de servir como guardião da Constituição Federal de 1988, apreciando casos que envolvam lesão ou ameaça a esta última.
Marcel Gautherot
Supremo Tribunal Federal
circa 1975