Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Esplanada dos Ministérios
Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TF063008.jpg
Esplanada dos Ministérios
Thomaz Farkas
Brasília
1998

Feira popular nas proximidades da Torre de TV
Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TF062003.jpg
Feira popular nas proximidades da Torre de TV
Thomaz Farkas
Brasília
1998

Edifícios do Setor Comercial Sul
Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TF061801.jpg
Edifícios do Setor Comercial Sul
Thomaz Farkas
Viaduto sobre a via S2
1998

Congresso Nacional
Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TF061709.jpg
Congresso Nacional
Thomaz Farkas
Congresso Nacional
1998

Tribunal de Contas da União
Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TF061702.jpg
Tribunal de Contas da União
Thomaz Farkas
Brasília
1998

Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPN29583_2.jpg
Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na praça dos Três Poderes, em Brasília, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985. Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da França, François Mitterrand, em 15 de outubro de 1985 e o Panteão foi inaugurado em 7 de setembro de 1986. O Panteão possui três pavimentos, somando área total construída de 2 105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural da Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro pavimento, localiza-se o vitral de autoria de Marianne Peretti (também autora dos vitrais da catedral de Nossa Senhora Aparecida). No lado externo, no alto de uma torre erguida em diagonal, arde a chama eterna. Uma chama pequena, que representa a liberdade do povo e a independência do País. O Panteão foi tombado em 2007, pelo IPHAN, junto com outras 34 obras de Oscar Niemeyer, que completara cem anos.
Marcel Gautherot
Praça dos Três Poderes
circa 1986

Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPN29583_1.jpg
Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na praça dos Três Poderes, em Brasília, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985. Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da França, François Mitterrand, em 15 de outubro de 1985 e o Panteão foi inaugurado em 7 de setembro de 1986. O Panteão possui três pavimentos, somando área total construída de 2 105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural da Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro pavimento, localiza-se o vitral de autoria de Marianne Peretti (também autora dos vitrais da catedral de Nossa Senhora Aparecida). No lado externo, no alto de uma torre erguida em diagonal, arde a chama eterna. Uma chama pequena, que representa a liberdade do povo e a independência do País. O Panteão foi tombado em 2007, pelo IPHAN, junto com outras 34 obras de Oscar Niemeyer, que completara cem anos.
Marcel Gautherot
Praça dos Três Poderes
circa 1986

Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPN29583.jpg
Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na praça dos Três Poderes, em Brasília, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985. Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da França, François Mitterrand, em 15 de outubro de 1985 e o Panteão foi inaugurado em 7 de setembro de 1986. O Panteão possui três pavimentos, somando área total construída de 2 105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural da Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro pavimento, localiza-se o vitral de autoria de Marianne Peretti (também autora dos vitrais da catedral de Nossa Senhora Aparecida). No lado externo, no alto de uma torre erguida em diagonal, arde a chama eterna. Uma chama pequena, que representa a liberdade do povo e a independência do País. O Panteão foi tombado em 2007, pelo IPHAN, junto com outras 34 obras de Oscar Niemeyer, que completara cem anos.
Marcel Gautherot
Praça dos Três Poderes
circa 1986