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Efeitos da Revolução de 1924 – Torre de água furada por bala de canhão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 – Torre de água furada por bala de canhão
Torre d'agua furada por bala de canhão. A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
São Paulo
5 de julho de 1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Secretaria do Comando Geral da Força Pública incendiada por granada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Secretaria do Comando Geral da Força Pública incendiada por granada
Secretaria do Comando Geral da Força Pública incendiada por granada. A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
São Paulo
1924

Efeitos da Revolução de 1924 – Automóvel servindo de barricada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 – Automóvel servindo de barricada
Automóvel servindo de barricada. A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Centro
5 de julho de 1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Efeito de uma granada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Efeito de uma granada
Efeito de uma granada - Rua Caetano Pinto, 80. A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua Caetano Pinto, 80
1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Efeito de uma granada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Efeito de uma granada
Efeito de uma granada - Rua Caetano Pinto, 53. A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua Caetano Pinto, 53
1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Incêndio por granada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Incêndio por granada
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua 25 de Março
1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Efeito de granadas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Efeito de granadas
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua Tabatinguera, 121-123
1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Tropas para os revolucionários
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Tropas para os revolucionários
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
São Paulo
1924

Efeitos da Revolução de 1924 – Efeito de uma bomba
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 – Efeito de uma bomba
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua Helvétia, nº 02 ; Campos Elíseos
5 de julho de 1924