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José Medeiros em ação durante filmagens de "Aleluia, Gretchen", de Sylvio Back
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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José Medeiros em ação durante filmagens de "Aleluia, Gretchen", de Sylvio Back
Longa-metragem de ficção, focaliza uma família de imigrantes alemães que, fugindo do nazismo, vem radicar-se numa cidade do sul do Brasil. A saga de 40 anos é narrada em tom de diário e acompanha a aventura da família e seu sofrido itinerário para adaptar-se ao novo ambiente social. Na ante véspera e durante a Segunda Guerra Mundial membros da família envolvem-se com o integralismo e com os espiões da 5ª coluna. Na década de 50 são visitados por ex-oficiais da SS nazista em trânsito para a Argentina e a intromissão revive episódios aparentemente sepultados com o fim da guerra. No elenco Carlos Vereza, Miriam Pires e Liliam Lemmertz, entre outros.
José Medeiros
Curitiba
1976

Ritual de dança do povo Kayapó - kuben-kran-ken
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Ritual de dança do povo Kayapó - kuben-kran-ken
Os Kayapó, dos quais os Kuben-Kran-Ken são um subgrupo, travaram o primeiro contato com os não-índios apenas no final do século XIX. Os contatos causaram imensas baixas em sua população, sobretudo porque os subgrupos dividiram-se entre aqueles que viam no contato vantagens, e aqueles que queriam evitá-lo a todo custo. O passar do tempo demonstrou, porém, que estes últimos tomaram a decisão acertada, uma vez que os que tentaram contatos com os não-índios morreram rapidamente, principalmente assolados por epidemias. Os que sobraram, portanto, fugiram e resistiram o quanto puderam, ora migrando cada vez mais para o interior do país, ora guerreando bravamente com os intrusos. Mas na década de 1950 foi inevitável o encontro, por conta das diversas missões de especialistas enviadas pelo governo central, que respondia a demandas dos dirigentes políticos locais da Amazônia. Os Kayapó então adotaram novas formas de resistência, tomando conhecimento de seus direitos políticos, lutando no Congresso e angariando apoio internacional, como ocorreu na década de 1980 quando o cantor Sting criou uma ONG para a preservação do território Kayapó e também quando os antropólogos americanos levaram um de seus líderes para os EUA, para denunciar abusos do Estado brasileiro.
José Medeiros
Sul do Pará
1952

Ensaio em estúdio fotográfico para matéria de "O Cruzeiro"
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Ensaio em estúdio fotográfico para matéria de "O Cruzeiro"
A revista "O Cruzeiro", fundada em 1928 e extinta em 1975, foi um dos mais influentes e importantes periódicos da história da Imprensa brasileira. Além do próprio José Medeiros trabalhavam na redação da revista importantes fotógrafos e jornalistas como Luis Carlos Barreto, Jean Manzon, Flávio Damm, Millôr Fernandes e Luciano Carneiro.
José Medeiros
Brasil
1950s

Vista de Copacabana, com o Copacabana Palace ao centro
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Vista de Copacabana, com o Copacabana Palace ao centro
O Copacabana Palace foi construído pelos empresários Octávio Guinle e Francisco Castro Silva, entre 1919 e 1923. Em 1934, foi construída a piscina do hotel, ampliada em 1949. Internacionalmente conhecido e considerado por inúmeras vezes o melhor hotel da América do Sul, o Copacabana Palace já hospedou artistas, diplomatas e chefes de estado de todo o mundo. Sob risco de demolição, em 1985 o hotel tornou-se patrimônio histórico, sendo tombado pelo Iphan. José Eduardo Guinle vendeu a propriedade em 1989 para o grupo Orient-Express Hotels, que revitalizou e modernizou as suas instalações sem descaracterizar seus elementos históricos.
José Medeiros
Praia de Copacabana
1950s

Avenida Atlântica
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Avenida Atlântica
A Avenida Atlântica teve sua urbanização ou construção no início do século XX, quando Pereira Passos era prefeito da cidade. Era ainda bastante rústica, e só teve sua aparência melhorada na gestão do prefeito Paulo de Frontin, em 1919. Um ano depois, em 1920, foi em parte destruída por uma forte ressaca, tendo sido reconstruída pelo também prefeito Carlos Sampaio. É uma das principais ruas do bairro.
José Medeiros
Copacabana
circa 1955

Jogo de peteca na praia
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Jogo de peteca na praia
Há registros de que o jogo de peteca com o fim recreativo já era praticado pelos indígenas brasileiros, antes mesmo da chegada dos portugueses. O aprimoramento do jogo foi feito na década de 1920, por nadadores da delegação brasileira que participavam da V Olimpíada, na Antuérpia, Bélgica. O grupo a batizou de "peteca esticada ou rebatida", e era praticado principalmente durante o aquecimento dos atletas. A transformação em competição ocorreu em Belo Horizonte, Minas Gerais, na década de 1940. Mas foi somente da década de 1970 que a prática se popularizou e as regras foram finalmente regulamentadas.
José Medeiros
Brasil
1950

Fotógrafa na praia do Flamengo, com o Pão de Açúcar ao fundo
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Fotógrafa na praia do Flamengo, com o Pão de Açúcar ao fundo
A origem do nome Pão de Açúcar seria graças aos portugueses, que acharam o morro semelhante aos blocos de açúcar colocados em fôrmas de barro cônicas e levados para a Europa. O nome teria se popularizado no século XIX, quando artistas estrangeiros retratavam a beleza do penhasco.
José Medeiros
Praia do Flamengo
s.d.

Desfile de 7 de Setembro
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Desfile de 7 de Setembro
Desfile em comemoração ao dia da independência brasileira, proclamada por D. Pedro I em 7 de setembro de 1822. Os desfiles atraem gente de toda a cidade para assistir à exibição das Forças Armadas - Exército, Marinha e Aeronáutica -, Corpo de Bombeiros e corporações policiais.
José Medeiros
Rio de Janeiro
circa 1955

Homens em frente a tapumes no bairro da Lapa
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Homens em frente a tapumes no bairro da Lapa
Em meados do século XVIII a Lapa era uma praia, conhecida como das Areias de Espanha. A explicação para o nome não é muito clara, mas alguns pesquisadores sustentam que poderia se referir à semelhança das areias cariocas com a areia das praias espanholas. Entre a praia e um morro próximo, chamado das Mangueiras, havia apenas um campo despovoado, e foi aí que o padre Ângelo Siqueira Ribeiro do Prado começou a levantar em 1751 um seminário e uma capela em louvor à Nossa Senhora da Lapa. Padre Ângelo faleceu no início do século XIX e então a capela foi cedida, em 1810, aos frades carmelitas, desde 1808 desalojados do convento construído por eles, localizado em frente ao Paço Imperial e então ocupado pela rainha D. Maria I, a Louca. Os carmelitas então ampliaram o seminário e transformaram a capela em igreja, colocando no altar-mor a imagem da padroeira num camarim talhado por Mestre Valentim. A capela vizinha ao seminário, datada de 1773, pertence à Irmandade do Divino Espírito Santo, que promovia grandes festas que mobilizavam toda a cidade. O Largo primitivo passou a chamar-se da Lapa na época de D. João VI. O bairro, aliás, havia sido batizado Lapa do Desterro por ter nascido à sombra do Morro do Desterro, que foi renomeado Morro de Santa Teresa. A despeito de toda atmosfera religiosa na qual surgiu, a Lapa ficou mais conhecida como um bairro boêmio, com uma intensa vida noturna. Se antes era ponto de encontro de malandros e jogadores nos inúmeros cabarés das redondezas, hoje abriga casas de espetáculos e bares que atraem principalmente a juventude da cidade.
José Medeiros
Lapa
circa 1955