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Lourival Fontes, Douglas Fairbanks, Jr. e Adalgisa Nery
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Lourival Fontes, Douglas Fairbanks, Jr. e Adalgisa Nery
Lourival Fontes (sentado, à esquerda), Douglas Fairbanks, Jr. (sentado, ao centro) e Adalgisa Nery (sentada) na ABI. Lourival Fontes (Riachão do Dantas, SE, 20/07/1899 - 06/03/1967): jornalista e político. Diretor do Departamento de Propaganda do governo Getúlio Vargas entre 1934 e 1942. Foi casado com Adalgisa Nery. Adalgisa Nery [Adalgisa Maria Feliciana Noel Cancela Ferreira] (Rio de Janeiro, 29/10/1905 - Rio de Janeiro, 07/06/1980): poetisa e jornalista. Foi casada com o pintor Ismael Nery (Belém, PA, 09/10/1900 - Rio de Janeiro, 06/04/1934) e com Lourival Fontes. Douglas Fairbanks, Jr. [Douglas Elton Ullman, Jr.] (Nova York, EUA, 09/12/1909 - Nova York, EUA, 07/05/2000): ator e capitão da Marinha. Filho de Douglas Fairbanks [Douglas Elton Ullman] (Denver, EUA, 23/05/1883 - Santa Monica, Califórnia, EUA, 12/12/1939), ator e um dos fundadores da United Artists, junto com Charles Chaplin e Mary Pickford. Foi casado com a atriz Joan Crawford [Lucille Fay LeSueur] (San Antonio, EUA, 23/03/1905 - Nova York, EUA, 10/05/1977).
Associação Brasileira de Imprensa - Centro
s.d.

Ary Barroso, Walt Disney, Adalgisa Nery e Lourival Fontes
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Ary Barroso, Walt Disney, Adalgisa Nery e Lourival Fontes
Da esquerda para a direita: Ary Barroso, Walt Disney, Adalgisa Nery e Lourival Fontes. Ary Barroso [Ary Evangelista Barroso] (Ubá, MG, 07/11/1903 - Rio de Janeiro, 09/02/1964): compositor, instrumentista (piano), locutor esportivo, apresentador e político. Primeiro presidente da União Brasileira de Compositores (1942). Walt Disney [Walter Elias Disney] (Chicago, Illinois, EUA, 05/12/1901 - Los Angeles, Califórnia, EUA, 15/12/1966): desenhista, cineasta, dublador, animador, produtor, roteirista, diretor e empresário. Adalgisa Nery [Adalgisa Maria Feliciana Noel Cancela Ferreira] (Rio de Janeiro, 29/10/1905 - Rio de Janeiro, 07/06/1980): poetisa e jornalista. Foi casada com o pintor Ismael Nery (Belém, PA, 09/10/1900 - Rio de Janeiro, 06/04/1934) e com Lourival Fontes. Lourival Fontes (Riachão do Dantas, SE, 20/07/1899 - 06/03/1967): jornalista e político. Diretor do Departamento de Propaganda do governo Getúlio Vargas entre 1934 e 1942. Foi casado com a poetisa e jornalista Adalgisa Nery.
Estúdios Disney
1944

-;Erico Verissimo na Feira do Livro;-;The siege of sobrado;-;Somos todos mentirosos;-;-;-;O americano detesta e teme uma nova guerra;-;Editora Globo lança livro de homenagem a Erico Verissimo;-;A Editora Globo vai lançar...;-;-;-;-;-;E eu bebia o vinho da vida...;-;-;-;-;Gato preto em campo de neve: o novo livro de Erico Verissimo;-;-;-;-;Literatura no Rio Grande hoje I;-;-;Fantoches...;-;-;Étranger;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Eu e minha sombra;As confissões de Erico;José Lins do Rêgo e Erico Verissimo, os escritores prediletos do carioca;Erico Verissimo na Beira Baixa;Erico Verissimo;-;Um prêmio paulista para Erico;Os tipos de Verissimo;-;-;Concerto grosso com Solo de clarineta;Gente amiga em terra amiga;Autores brasileiros mais lidos em 1933;Olhai os lírios do campo;A night replete with horror;-;-;Num Solo de clarineta a vida de um escritor;O romance de Erico Verissimo: Incidente em Antares
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Carta
Comentários sobre as viagens pelos Estados Unidos. Notícias sobre a vida pessoal. Notícias sobre a vida profissional. Comentários sobre política
Erico Verissimo
Los Angeles
19 de maio de 1945

Francis' fun fair;Literatura de exportação;Recomeço do sonho;Conversa à vista;O mata-sete (El siete machos);O diabo na guerra santa;Volta ao futuro;O Positivismo no Brasil;Ponto de saturação;Mocinhos e bandidos;Sejamos otimistas;Jornalismo de ontem e de hoje: apenas alguns detalhes;Os 160 dias;Horas intermináveis;Fala, Coreano!;Os rios assassinados;Preservação da liberdade;Macau (Macao);Musical mineiral;De João a João;O que vou ser quando crescer;Com o pintor Marcier;Um homem, um caráter;Desculpem: ottolarologia;Faróis altos;Paixão de Beduíno;Lágrima bastante barroca;Simão, o caolho;Quando nos falha a memória;Mergulhando para a morte (The sea harnet);Só falta a solução;Ninguém sabe, ninguém viu;Como era verde o meu Leblon;Uma carroça atravanca o futuro;O ignorado caudal nordestino;Deu bode no dicionário;Papagaios e computadores;O sorriso do retrato;Focas e boias-frias;Passagem de nível;Liberdade, a grande aspiração;Constituinte: o entulho;Uma realização da F.F.M.G.;O lado da sombra;Milagre: um brasileiro feliz;Soneto livre;Conto de Otto Lara Resende: Mater Dolorosa;O leão incompetente;Frágeis baleias ameaçadas;Quem sabe o que fica;Caixinha de surpresas;Capicua dá sorte;Carro mata menos escritor do que avião;Carta de Otto Lara;Chão de ferro em que pisa o gigante;Cineminha de segunda-feira;Círculo vicioso;Conversa pós-eleitoral;Cruzeiro velho, nova ordem;Dize-me como te chamas;Enfim, o culpado;Escrever e editar;Estrela escrita;Eu, Caim;Filho da mentira;Graças e desgraças;Janela;Letra morta;Lirismo e bom humor;Loteria presidencial;Luz e sombra;Mar de modernidade;Meu querido Alceu;Minutos de uma idade ainda hollywoodiana;Mudança de rumo;Não se dá vida impunemente às ideias;O Brasil de amanhã, ontem;O Cruzeiro;O descobridor descoberto;O encontro;O gigante acorrentado;O grito no túnel;O que Jânio tem na cabeça;O relógio da discórdia;O riso da cucaburra;Olha o boi voando;Onde é o Brasil?;Ora essa...;Pitanga e outros bichos;Podia ser pior;Por que não me ufano do meu país;Punhais de agosto;Quebra-quebra e troca-troca;Reproclamar a república;Sexto de dezessete...;Sombra e água fresca;Stela me abriu a porta;Trecho;Três pares de patins;Um grito no silêncio;Vamos plantar bananeiras;Ver para crer
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Onde é o Brasil?
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
15 de junho de 1980

Mãe com bomba;S.W.;Congresso de escritores;O buraco negro do esquecimento;Tudo azul com o inferno verde;O paraíso não é mais aqui;Uma codorna, uma rolinha e a insegurança nacional;Os ladrões, o tema social nos contos do Sul;Itinerário de Cabo Frio;O pintor e sua opção;Otávio de Faria: romancista panfletário;Quando ladra a violência;Mais prodígios marinhos;Natal pelas vitrines;Constituinte aponta omissão da Assembleia no caso do Triângulo;O elo partido;O espírito santo no computador;Direito ao sonho em paz;Evangelho da cólera coletiva;Vencedor versus perdedor;Legião dos desesperados;Manuscrito francês;Verso e reverso;Para a existência de um grupo mineiro;Lembrança de Augusto Frederico Schmidt;Mário de Andrade continua;Saudades de abril;Sr. Redator;O humilde ofício de ler;O sonhado país de delícias;Perna, um brasileiro;Meios pobres: livros e letras;Cruzada contra o monstro;Carlos Bracher vive;No tempo da palmatória;O jubileu está de volta;Enfim a grota;Por que Grahan Greene não esteve aqui;Li o Jornaleco, que evidentemente pode melhorar;Um tiro só;Os dois Brasis ou Odete e Luiza;Por quem dobram os sinos;Sim, que haja escola de comunicação;Noruega: o país dos barcos e dos navegantes audazes;Da caridosa polé ao potro gentil;O mel do passado;De olhos no chão;Três exercícios;O Minas aprende a voar;Entre a mulher e o diabo;Os fantasmas da catedral;Incêndio destrói em 8 horas centro histórico de Lisboa;Princípios sem fim;Louvores;Rosa dos ventos;Namorado morto;Como caem os dentes de leite;Cão que suja na cama;Com o diabo no corpo;Contra a mistificação;Convivas demais;Cultura e fatura;Depoimento e sugestão;Desculpa das arábias;Dois toques;É uma curiosa experiência;Enjoadinho e radioativo;Essa, não;Estabilidade e cansaço;Favor falar baixo;Flores de retórica e outras flores;Guerra e paz;Hora do exorcismo;Jornalismo responsável só é possível com jornalismo livre;Ler ou não ler: eis o dilema;Livros inúteis e perigosos;Memorial JK;Missão perigosa em Trieste (Diplomatic courier);Napoleão de hospício;Nênia para o MDB;Ninguém lê nada;No bom caminho de São João del-Rei;Nosso patrono e herói Pero Vaz;O futuro adiado;O poeta e seus mistérios;O que for soará;Ontem, nunca;Palavras do senhor dr. Otto Lara Resende, adido cultural à embaixada do Brasil, em representação do senhor embaixador;Qual o sentido que o herói de Cervantes tem para o homem moderno? Quem é para você D. Quixote?;Que será?;Quem é carioca;Quem tem medo de Seu Artur?;Quid veritas?;Rocha de certeza;Saia o ato e deixem a banda passar;Sarna que coça;Segunda mão;Silêncio, por favor;Sinfonia de uma cidade (Sous le ciel de Paris);Só a mulher peca (Clash by night);Sob o sol da Páscoa;Somos todos vítimas;Sonhos de verão;Tambores distantes (Distant drums);Tragédia burguesa completa: o sonho do autor enfim realizado;Tudo que não estiver muito claro neste país, é a favor do governo;Última cartada;Um beijo na orelha esquerda;Um cavalo chamado Brasil;Um raio pode apagar a luz;Uma bala no coração;Universo padrasto;Nelson Rodrigues: o que estraga o teatro são os atores e o público;Sábado à tarde
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Contra a mistificação
Artigo
Otto Lara Resende
Belo Horizonte
1944

Adalgisa Nery
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Adalgisa Nery
Adalgisa Nery nasceu em 1905 no Rio de Janeiro. De família pobre, conseguiu completar a escola primária quando aos 16 anos casou-se com seu vizinho, Ismael Nery, por quem era apaixonada desde os 15 anos de idade. Ismael fora um dos precursores do modernismo no país, e Adalgisa, por causa disso, teve acesso a círculos sofisticados da intelectualidade brasileira, através de diversas reuniões em sua casa. Além disso, morou dois anos na Europa com seu marido. No entanto, ao lado de Ismael não foi uma mulher feliz. Tinha uma relação conflitante com o marido, que por vezes era agressivo. Mas o pintor morreu em 1934, deixando Adalgisa viúva com dois filhos para criar. Em 1959 publicou seu livro mais aclamado, "A Imaginária", que dizia respeito ao seu relacionamento com Ismael Nery. Em 1940 casou-se de novo, agora com um burocrata influente do Estado Novo, Lourival Fontes, diretor do DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda). Além de escritora, tornou-se embaixadora plenipotenciária, para representar o Brasil na posse do presidente mexicano Adolfo Ruiz Cortines. Anos antes, na primeira ida ao México, fora retratada pelos pintores Diego Rivera e José Orozco. Depois de ser abandonada por seu segundo marido, deixou a literatura e ingressou na política, elegendo-se deputada por três vezes pelo PSB, passando para o MDB no tempo da ditadura. Em 1969 teve seus mandatos e direitos políticos cassados. Adalgisa Nery morreu em 1980.
José Medeiros
Brasil
1942

Plasta, em São João del-Rei...;-;-;A sombra em flor de Otto Lara Resende;-;-;Augusto dos Anjos em Leopoldina;Coreografia da violência;-;-;[Depoimento de Otto Lara Resende sobre o Jornal do Brasil];-;-;-;[Jornal do Brasil];-;-;Doidinho, de José Lins do Rego...;Mater dolorosa;-;-;-;-;-;-;Achado no interior de SP falcão peregrino do Texas;-;-;-;-;Por que mentir?;-;-;Confidência na tarde;-;60 anos do Cristo Redentor;-;Nacionalismo dos mineiros...;-;-;A casa do Otto;-;Agora com notícia;-;-;-;João Gambá, servente...;-;-;Olhei em volta...;O braço direito: dossiê (Os anjos dizem amém...);-;-;A lambada que o carro dá...;-;-;-;-;Anfitriã;Namoro antigo;-;Nominata mais ou menos nobilárquica;-;-;-;Maior barato/Bla [nota s/palavra]...;-;-;-;-;In-visível - que não é invisível...;-;A metafísica da barba;Aparecido, o infarto da oposição;O amestrador amestrado;-;-;Relação dos...;-;O muro não é mineiro;-;-;-;-;O sertão austríaco P. Nava e o sertão...;-;A praia de Botafogo tinha mesmo de cheirar mal;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;O que vem por aí;Brasil tem catástrofe;Literariamente, com a morte de Clarice...;Denúncia do poeta A.F. Schmidt;Otto Lara Resende;As palavras exatas;Era grande demais...;O braço direito: dossiê (Tento reconstituir de memória...);Porque a preferência literária no romance...;Guilherme Figueiredo...;A difícil lição;A influência que o soneto tem;A virgem nua (La virgen desnuda);Alceu, viva e continue a morrer;As cobras;Bilhete a um jovem que não anda mais desanimado;A boca do inferno;Bonitinha mas ordinária;Brazil's economy - last throw of the gambler?;A crise internacional do café ou carta-poema aos amigos de Great Neck;A dona da casa
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Carta
Notícias sobre a vida pessoal, o lançamento de O poeta versus Maniqueu, de Cláudio Murilo Leal. Comentários sobre a leitura de livros de Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, Raul de Leoni, José Martins Fontes e Hermes Fontes, a leitura do Poesias, de Múcio Leão
Cláudio Murilo Leal
Madri
junho de 1984

-;-;A Folha pensa;-;-;-;Alceu;-;-;Breve apresentação (não encomendada) de Otto Lara Resende;1. Você considera...;-;Desapareceu o cavalheiro...;-;Trofônio...;-;Gato na tuba...;-;-;A inibida luz da multidão;-;-;-;-;-;As coincidências que desafiam o acaso;Culpem o Brasil;-;-;Outros há tanto...;-;-;Não compre feito. Prato feito...;-;-;-;-;-;-;-;As trevas sobre o abismo;As maravilhas de  Zélia/Os horrores de Alice;-;Nos jardins do passado, Josephina...;-;A fuga para o Brasil;-;-;-;As casas revisitadas/A história das casas de Maura/A dona da casa;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A visita da embaixada cultural de São Paulo - SP;-;Bilhete ao Otto;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A boca do inferno;-;-;-;-;-;Bonitinha mas ordinária;Denúncia do poeta A.F. Schmidt;-;-;-;-;-;A discussão;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Recriação poética de um professor e seu reino perdido;Boi na linha;Bola com o Brasil;A cidadezinha eterna;Otto Lara Resende...;A pesca;Chilique/Fiasco...;Cravo vermelho...;General Dionísio;Balanço a frio - com uma emoção oculta;Epopeia do homem do interior...;O braço direito: dossiê (Ontem falamos de...);Enconho/Disdescalolatria/Grifonas...;Vou pra Lagoa Grande;NR: Não se adia um olhar, um abraço...;Toda velhice é triste - sentenciou...;Foi aí em SP, nos Jardins...;Criptônio [Anastácio/Anacleto]...;Queria me consultar...;Cabarro - boi que manca...;Acalanto para o irmão pequeno;7 pecados;A casa e o apartamento;A metáfora da traição em João Alphonsus e Nélida Pinõn;A presença mineira na ABL;A sombra no deserto;Acidente com avião americano;Agora é com o Ibope;Angústias mineiras de 1940 e de sempre: o encontro marcado no palco;Augusto Frederico Schmidt, o poeta clama contra a servidão da pobreza;Momento;Sinto-me só como um seixo de praia
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Carta
Notícias sobre a vida pessoal. Comentários sobre planos de mudança para São Paulo, impossibilidade de trabalho no Colégio Marconi
Francisco Iglésias
Belo Horizonte
22 de março de 1946

-;-;-;Anteontem;-;-;Busca da face nova;-;-;-;Ela chiava as palavras...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Aquele beijo à meia-noite (That midnigth kiss);-;O jumento do visconde;-;-;-;Alguém de passagem me disse...;-;Com forte dor numa vértebra lombar...;Mulheres na política;-;-;-;-;-;-;A quadragésima porta;-;As despedidas;-;-;-;A torta e a unha;-;Asneira maior ainda;-;Soneto do amor demais;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A busca do branco;Treze haicais;-;O braço direito: dossiê (BD: O leite amanheceu talhado...);Bagdá, a bela;-;1. Gordon - 1965/Basta de intermediários;Soneto do silêncio na noite;-;O braço direito: dossiê (33 anos de xto...);-;-;-;A escada;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Ai que saudade que dá;-;A boca do inferno;-;-;-;A moça descia a Marquês com uma criança...;-;-;-;-;-;[Dr. Memphis];-;-;-;-;-;-;-;-;-;O lenço amarelo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;O leão e a gazela;Menino só;Sai dessa, Brasil;O hóspede;O guarda do anjo;Simbologia da casa;G. Rosa...;Você me pergunta...;Todo indivíduo é um cárcere...;O braço direito: dossiê (O Prov. vai tentar ser candidato...);No chão liso de lodo...;1) Eco-Puc (déficit, 12 mil cartas s/ resposta)...;Abelhas e formigas...;Nem tudo vai mal...;Prudêncio Creoulo...;Coluna do Estadão...;Lulu bunda/Lulu bom ladrão...;Se há, como de fato há...;[Entrevista];A arte de citar;A cidade violenta;A fumaça preta da transição;A lenda de Nijinscky;A morte de Guimarães Rosa;A opinião de Lara (Ou Otto Lara Resende, o homem e o mito);A. F., nosso serviço internacional de consultas filológicas;Adesão ao herói de nosso tempo;Alma dos livros;Autor ignora razão do nome;Brancas nuvens e nuvens negras;[Bilhete para Los Angeles];Gibert Jeune;O anjo do violino;À sombra em flor de Otto Lara Resende;Sonetos escritos em 5/2/ 42
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Carta
Elogios à crônica Entulho e engulho, de Otto Lara Resende. Comentários sobre a crônica. Referência a crônica de Carlos Drummond de Andrade com reprodução de carta de Adalgisa Nery. Referência ao estado de saúde de Vinicius de Moraes. Referência a cirurgia de Fernando Sabino. Manifestação de contentamento pelo encontro de mineiros. Promessa de envio de fotografias a Paulo Mendes Campos
Irineu J. Garcia
Lisboa
30 de junho de 1980