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Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Brasil: anti-pasárgada
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
20 de abril de 1976

O Brasil do primeiro mundo;O poeta, coitado;De carne, osso e papel;Ora, acontece as vezes;Estação dos Anjos: o anjo que se ri;Traças e dromedários;Este mundo sensato;Quando a República era jovem;Já está valendo o escrito;Três vagabundos;Mara Maru;Vitória do urubu;O Brasil precisa de paz;Começando a andar;O remorso;Dilúvio impresso;Pai dos burros;Estrela temporariamente apagada;Retórica de assombração;Mária digam por favor;Vozes de Minas;Letra morta;Miragem à distância;O duplo e sua pepita de ouro;Conclusão taxativa;O riso indignado;Eu, pescador, me confesso;Pátria adiada;Literatura... pra quê?;Morto e asfalto;O encontro;O segredo de Minas;Mudemos o regime;Cano ou ralo - eis a questão;O filho temporão;Érico;Poeira sonâmbula;Ficção e realidade: à mão livre;Uma lufada de otimismo;Luz e sombra;Uma pátria: procura-se;Carrossel de encantos;Conversa remunerada;Escrever e ler;Político, tríplice coroado;Coração da República;Por que não me ufano do meu país;História nova;Terra de camisa aberta;Ver, gostar e amar;Neurose a caminho da cura;Cineminha de segunda-feira;O poeta e o dragão;Cala e fala o passado;Com o revolucionário Schmidt;Como era verde o meu Leblon;Constituinte: o feijão e o sonho;Conversa com Emílio Moura;De mais e de menos;Em busca de um acionista do Brasil;Entre lobo e cão;Esse encontro vai dar samba;Farpas alegres;Fogo e omissão;Hoje é dia de Marília;Joia de dor e favela;Lucros e perdas;Machado como burocrata foi também genial;Manuel Anselmo;Nava para dar e vender;O diabo no meio do rodamoinho;O futuro vem aí;O povo e o fradinho;O sindicato do crime;O tigre pode arrotar;Ode aos calhordas;Otto Lara Resende I/II.;Passagem de nível;Preâmbulo e título I são aprovados;Rosas e outras flores de retórica;Saudades do Fla-Flu;Sim e não;Suspense;Um boy para presidente;Um menino inútil;Uma carta para você;Vida e arte;Zero à esquerda
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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O Brasil precisa de paz
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
2 de setembro de 1979

Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Da arte de se exibir;Vacina constitucional;Exercício;Os outros não existem;Guernica, meu amor;Quem não tem pena dos poetas hoje;O Brasil não é o Brasil;Na curva do tempo;O crime de não perdoar;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Hora da metanoia;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;O namorado da professora;Cantando na chuva (Singing in the rain);Saudade póstuma;Um anjo mudou de endereço;Onde reina a calmaria;Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Um crítico lúcido e honesto;Fifi, o sanguinário;Conversa com um varão da República;É mais difícil criar os filhos hoje?;Lá e cá más fadas há;Sete vezes sete;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Pesa um cansaço geral;Lembrai-vos de 46;Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Livrarias e nostalgia;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;Em seguida, o pior;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Porque as gordas salvarão o mundo
Crônica
Otto Lara Resende
Local não identificado
Século XX

Carlos Galhardo
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Carlos Galhardo
Carlos Galhardo e menina não identificada. Carlos Galhardo [Catello Carlos Guagliardi] (Buenos Aires, Argentina, 24/04/1913 - Rio de Janeiro, 25/07/1985): cantor. Conhecido como "O Cantor que Dispensa Adjetivos" e "O Rei da Valsa" (slogan que também pertenceu a José Maria de Abreu).
Rubens
Paramount Hotel
5 de julho de 1968

Carlos Galhardo
Archive/Collection: José Ramos Tinhorão
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Carlos Galhardo
Carlos Galhardo (à direita, no balcão) e pessoas não identificadas. Carlos Galhardo [Catello Carlos Guagliardi] (Buenos Aires, Argentina, 24/04/1913 - Rio de Janeiro, 25/07/1985): cantor. Conhecido como "O Cantor que Dispensa Adjetivos" e "O Rei da Valsa" (slogan que também pertenceu a José Maria de Abreu).
Rubens
Paramount Hotel
5 de julho de 1968

Carlos Galhardo
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Carlos Galhardo
Carlos Galhardo [Catello Carlos Guagliardi] (Buenos Aires, Argentina, 24/04/1913 - Rio de Janeiro, 25/07/1985): cantor. Conhecido como "O Cantor que Dispensa Adjetivos" e "O Rei da Valsa" (slogan que também pertenceu a José Maria de Abreu).
Rubens
Paramount Hotel
5 de julho de 1968

Carlos Galhardo
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Carlos Galhardo
Carlos Galhardo (o segundo da esquerda para a direita) entre pessoas não identificadas. Carlos Galhardo [Catello Carlos Guagliardi] (Buenos Aires, Argentina, 24/04/1913 - Rio de Janeiro, 25/07/1985): cantor. Conhecido como "O Cantor que Dispensa Adjetivos" e "O Rei da Valsa" (slogan que também pertenceu a José Maria de Abreu).
Rubens
Paramount Hotel
5 de julho de 1968

Carlos Galhardo
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Carlos Galhardo
Carlos Galhardo [Catello Carlos Guagliardi] (Buenos Aires, Argentina, 24/04/1913 - Rio de Janeiro, 25/07/1985): cantor. Conhecido como "O Cantor que Dispensa Adjetivos" e "O Rei da Valsa" (slogan que também pertenceu a José Maria de Abreu).
Rubens
Paramount Hotel
5 de julho de 1968

Carlos Galhardo
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Carlos Galhardo
Carlos Galhardo [Catello Carlos Guagliardi] (Buenos Aires, Argentina, 24/04/1913 - Rio de Janeiro, 25/07/1985): cantor. Conhecido como "O Cantor que Dispensa Adjetivos" e "O Rei da Valsa" (slogan que também pertenceu a José Maria de Abreu).
Rubens
Paramount Hotel
5 de julho de 1968

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