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Largo de São Francisco, em destaque, a real Academia Militar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Largo de São Francisco, em destaque, a real Academia Militar
A Academia que vemos ao centro foi criada em 1810 a partir de parte da obra inacabada da Sé da cidade, que começou a ser levantada em 1750. O próprio prédio militar só ficou pronto entre 1820 e 1830. Destinado a abrigar instituições educacionais do país, nos anos subseqüentes o espaço foi usado pela Escola Militar (1842), Escola Politécnica (1874) e durante todo o século XX e XXI pelo IFCS-UFRJ (Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente.
Georges Leuzinger
Largo de São Francisco
circa 1865

Hotel Bennett
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hotel Bennett
Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente
Georges Leuzinger
Floresta da Tijuca
circa 1865

Rio de Janeiro tomado da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rio de Janeiro tomado da Ilha das Cobras
Georges Leuzinger
Centro
circa 1870

Vista panorâmica do Centro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica do Centro
Vista do Centro do Rio de Janeiro, da Ponta do Calabouço à Alfândega, a partir da Ilha das Cobras. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Cais Pharoux e adjacências
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cais Pharoux e adjacências
Vista panorâmica da marinha da cidade, a partir da ilha das Cobras. Vê-se a igreja da Candelária, com a cúpula ainda em construção. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1865

Palácio Nova Friburgo, Atual Museu da República
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Nova Friburgo, Atual Museu da República
O atual Museu da República está sediado em um prédio construído para servir de residência ao Barão de Nova Friburgo, Antônio Clemente Pinto, comerciante e fazendeiro de café. A construção, iniciada em 1858, foi concluída nove anos depois. Mais tarde, com o advento da República, em 1897, o palacete tornou-se o símbolo da República brasileira ao servir de sede do Poder Executivo e palácio presidencial, logo sendo conhecido com Palácio do Catete. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Catete
circa 1866

Largo do Paço visto do morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Largo do Paço visto do morro do Castelo
Conhecido no século XIX ora como Largo do Paço, ora como Praça D. Pedro II, o logradouro abriga prédios importantes da arquitetura brasileira, como o Paço Imperial, o convento do Carmo, a Capela Imperial e a Igreja de Nossa Senhora do Carmo. Depois da proclamação da República passou a chamar-se Praça 15 de Novembro. Um dos destaques da praça é o Chafariz da Pirâmide, mandado construir por Gomes Freire de Andrade, o Conde de Bobadela, em 1747, só ficando pronto em 1752. Foi removido para junto do cais construído no vice-reinado de D. Luís de Vasconcelos e Souza, por volta de 1779, e passou por uma reforma feita por Mestre Valentim, que acrescentou adornos novos e mais vistosos (como as armas do vice-rei e a inscrição latina numa lápide). Pelo chafariz jorrava água fresca da fonte da Carioca para o povo e marinheiros. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Hotel White
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hotel White
O Hotel White foi instalado na segunda metade do século XIX no Alto da Boa Vista. Na mesma época foram também inaugurados outros hotéis na região, todos impulsionados pela melhora no acesso à floresta da Tijuca, proporcionada pelo Barão de Taunay e pelo engenheiro Joel de Alcântara.
Marc Ferrez
Alto da Boa Vista
circa 1880

O Catete visto da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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O Catete visto da Glória
As origens do Catete nos remetem ao quinhentismo, quando governava a cidade o português Antônio Salema. Foi ele quem integrou o bairro na vida dos colonizadores, tornando-o passagem para o engenho de açúcar d'El Rei, que havia sido fundado na lagoa Rodrigo de Freitas. No século XVI, chácaras e olarias começaram a aparecer nas proximidades de um dos braços do rio Carioca. Segundo o historiador Felisbelo Freire, a partir de documentos de arquivos, o nome Catete significava "mato escondido" ou "mato cerrado", mas também pode ser o nome de um pássaro e de uma vila de Angola.
Marc Ferrez
Catete
circa 1880

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