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Nair de Teffé
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Nair de Teffé
Nair de Teffé (à esquerda) e pessoa não identificada. Na foto à direita, aparecem Hermes da Fonseca e Nair de Teffé. Nair de Teffé [Nair de Teffé von Hoonholtz] (Petrópolis, RJ, 10/06/1886 - Rio de Janeiro, 10/06/1981): cantora, instrumentista (piano), atriz, pintora e desenhista. Como caricaturista, usava o pseudônimo Rian. Filha do barão de Teffé [Antônio Luís von Hoonholtz] (Itaguaí, RJ, 09/05/1837 - Petrópolis, RJ, 06/02/1931), almirante, diplomata, geógrafo, literato e político. Tornou-se primeira-dama do Brasil ao se casar em 08/12/1913 com o marechal Hermes da Fonseca [Hermes Rodrigues da Fonseca] (São Gabriel, RS, 12/05/1855 - Petrópolis, RJ, 09/09/1923), presidente do Brasil entre 1910 e 1914.
Niterói
circa 1965

Nair de Teffé
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Nair de Teffé
Nair de Teffé (à esquerda) e pessoa não identificada. Na foto à direita, aparecem Hermes da Fonseca e Nair de Teffé. Nair de Teffé [Nair de Teffé von Hoonholtz] (Petrópolis, RJ, 10/06/1886 - Rio de Janeiro, 10/06/1981): cantora, instrumentista (piano), atriz, pintora e desenhista. Como caricaturista, usava o pseudônimo Rian. Filha do barão de Teffé [Antônio Luís von Hoonholtz] (Itaguaí, RJ, 09/05/1837 - Petrópolis, RJ, 06/02/1931), almirante, diplomata, geógrafo, literato e político. Tornou-se primeira-dama do Brasil ao se casar em 08/12/1913 com o marechal Hermes da Fonseca [Hermes Rodrigues da Fonseca] (São Gabriel, RS, 12/05/1855 - Petrópolis, RJ, 09/09/1923), presidente do Brasil entre 1910 e 1914.
Niterói
circa 1965

Hermes da Fonseca
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Hermes da Fonseca
Hermes da Fonseca [Hermes Rodrigues da Fonseca] (São Gabriel, RS, 12/05/1855 - Petrópolis, RJ, 09/09/1923): militar e político. Presidente do Brasil entre 1910 e 1914. Sobrinho do militar e político Deodoro da Fonseca [Manoel Deodoro da Fonseca] (Alagoas da Lagoa do Sul, atual Marechal Deodoro, AL, 05/08/1827 - Barra Mansa, RJ, 23/08/1892), o primeiro presidente do Brasil (1889-1891). Foi casado com a cantora, instrumentista (piano), atriz, pintora e desenhista Nair de Teffé [Nair de Teffé von Hoonholtz] (Petrópolis, RJ, 10/06/1886 - Rio de Janeiro, 10/06/1981), que como caricaturista usava o pseudônimo Rian.
Luiz Musso
s.d.

Assinatura de Hermes da Fonseca (reprodução)
Archive/Collection: José Ramos Tinhorão
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Assinatura de Hermes da Fonseca (reprodução)
Hermes da Fonseca [Hermes Rodrigues da Fonseca] (São Gabriel, RS, 12/05/1855 - Petrópolis, RJ, 09/09/1923): militar e político. Presidente do Brasil entre 1910 e 1914. Sobrinho do militar e político Deodoro da Fonseca [Manoel Deodoro da Fonseca] (Alagoas da Lagoa do Sul, atual Marechal Deodoro, AL, 05/08/1827 - Barra Mansa, RJ, 23/08/1892), o primeiro presidente do Brasil (1889-1891). Foi casado com a cantora, instrumentista (piano), atriz, pintora e desenhista Nair de Teffé [Nair de Teffé von Hoonholtz] (Petrópolis, RJ, 10/06/1886 - Rio de Janeiro, 10/06/1981), que como caricaturista usava o pseudônimo Rian.
s.d.

Afonso Pena e ministério (cartão-postal)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Afonso Pena e ministério (cartão-postal)
Cartão-postal (chamado no verso de “bilhete postal”) com os rostos do presidente Afonso Pena (ao centro), do seu vice-presidente Nilo Peçanha (embaixo) e dos ministros de estado de seu governo (1906-1909): barão do Rio Branco (ministro das Relações Exteriores), David Campista (ministro da Fazenda), Miguel Calmon du Pin e Almeida (ministro da Indústria, Viação e Obras Públicas), Augusto Tavares de Lira (ministro da Justiça e Negócios Interiores), marechal Hermes da Fonseca (ministro da Guerra) e almirante Alexandrino Faria de Alencar (ministro da Marinha). Afonso Pena [Afonso Augusto Moreira Pena] (Santa Bárbara, MG, 30/11/1847 - Rio de Janeiro, 14/06/1909): advogado, jurista e político. Presidente do Brasil entre 1906 e 1909. Foi presidente de Minas Gerais (1892-1894), ministro da Agricultura e Transportes (1883-1884) e ministro da Justiça (1885). Nilo Peçanha [Nilo Procópio Peçanha] (Campos dos Goytacazes, RJ, 02/10/1867 - Rio de Janeiro, 31/03/1924): advogado e político. Presidente do Brasil entre 1909 e 1910. Foi duas vezes presidente do Rio de Janeiro (1903-1906 e 1914-1917) e três vezes senador pelo RJ. Barão do Rio Branco [José Maria da Silva Paranhos Júnior] (Rio de Janeiro, 20/04/1845 - Rio de Janeiro, 10/02/1912): advogado, diplomata, jornalista, geógrafo e historiador, considerado o patrono da diplomacia brasileira. Filho do Visconde do Rio Branco [José Maria da Silva Paranhos] (Salvador, BA, 16/03/1819 - Rio de Janeiro, 01/11/1880): estadista, professor, político, jornalista e diplomata. David Campista [David Morethson Campista] (Rio de Janeiro, 22/01/1863 - Copenhague, Dinamarca, 12/10/1911): advogado, economista, político, diplomata e professor. Miguel Calmon du Pin e Almeida (Salvador, BA, 18/09/1879 - Rio de Janeiro, 25/02/1935): engenheiro e político. Sobrinho e homônimo do Marquês de Abrantes [Miguel Calmon du Pin e Almeida] (Santo Amaro da Purificação, BA, 26/10/1796 - Rio de Janeiro, 13/09/1865): político, diplomata e escritor. Augusto Tavares de Lira (Macaíba, RN, 25/12/1872 - Rio de Janeiro, 22/12/1958): político. Presidente do Rio Grande do Norte (1904-1906). Hermes da Fonseca [Hermes Rodrigues da Fonseca] (São Gabriel, RS, 12/05/1855 - Petrópolis, RJ, 09/09/1923): militar e político. Presidente do Brasil entre 1910 e 1914. Sobrinho do militar e político Deodoro da Fonseca [Manoel Deodoro da Fonseca] (Alagoas da Lagoa do Sul, atual Marechal Deodoro, AL, 05/08/1827 - Barra Mansa, RJ, 23/08/1892), o primeiro presidente do Brasil (1889-1891). Foi casado com a cantora, instrumentista (piano), atriz, pintora e desenhista Nair de Teffé [Nair de Teffé von Hoonholtz] (Petrópolis, RJ, 10/06/1886 - Rio de Janeiro, 10/06/1981), que como caricaturista usava o pseudônimo Rian. Almirante Alexandrino [Alexandrino Faria de Alencar] (Rio Pardo, RS, 12/10/1848 - Rio de Janeiro, 18/04/1926): militar e político.
s.d.

Natal;O discreto Rangel;Um poeta italiano;O meu boi morreu lá no Piauí;Graça e desgraça;Portas fechadas;Loteca sueca para um grande de Espanha;Olha ele aí;Rosa rosae rosam;Trazemos a roça dentro de nós;O escritor e a sua essência humana;Escritor e leitor;Tudo começa antes;O futuro passou de moda;O nome dos gringos;Essayons de parler franglais;Willy Lewin, o bom professor de poesia;Onde começa a República;Instante dinamarquês;Prova de fogo;Mater dolorosa;Nossos queridos confrades;Quarenta, quatrocentos, quatrocentão;O amestrador amestrado;Túnel, porão ou debaixo da cama;O gato morto e sua alma;O outro Brasil;Está na hora;João-povão;Uma voz no escuro;O pó que suja nossas estrebarias;Estrela de uma constelação;Os fantasmas e as ditaduras;Jornal de crítica;Quebra-cabeça;Soberania de falsários;O Brasil aflito;Carochinha vai bem, obrigado;O ciclotímico herói cobrado;Um grande tema e uma pequena crônica;Uns rapazes que não sabiam filosofia descobriram Comte, por acaso em 1880;O que é preciso para a universidade: Muita coisa;Ouro de lei;Quem é o aldeão;Mulheres na política;Sombra de nossos desalentos e cansaços;Chaga de fogo (Detective store);Um marginal na Academia;Diamantina e seu colar de diamantes;O rei da Suécia vai bem;Eles sabem o que fazem;Por que Mallarmé morreu engasgado;Riscos e ameaças;Circo de focas;Caniço motorizado;Carlos Drummond de Andrade num instante de pessimismo;CDA, ou melhor: o Carlos;Com o embaixador Marques Rebelo;Como dói!;Constituinte: a outra;Conto de Natal;Convento maldito;Desculpem, mas esse gato é meu;Epopeia trágica (Scott of the antartic);Fala, Brasil;Faróis altos;Garotas e melodias (Painting the clouds with sunshine);Grito plebliscitário e republicano;Jubileu: ecos de um tiro;Justiça revolucionária;Livro e mercado;Mãe, filha amiga;Menino só;Missão pontifícia;Mobilização da mediocridade;Musas e urnas;No torvelim da mascarada;O controvertido verde de nossa mata;O diabo feito mulher (Rancho notorious);O ideal do mineiro é viver pobre para morrer rico;O jumento do Visconde;O leão e a gazela;O marujo foi na onda (The sawlor beware);O moinho;O século do pai;O sorriso do retrato;Os donos da enchente;Poeta e polemista;Proibido ser feliz;Quem roubou o cimélio;Romancistas dos inadaptados;Sejamos otimistas;Sim, vale a pena calar - berram os alto-falantes;Solo de cuíca;Touros bravos (The brave bulls);Tragicomédia do poder;Um certo cansaço;Um moralista pelo avesso;Uma carioca na montanha;Uma palavra de maus bofes;Uma tarde, antigamente;Vai-te embora, menina morta;Vítimas do pecado;Volta a Simão, o caolho;Voo cego
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Sombra de nossos desalentos e cansaços
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
4 de novembro de 1979

Manuscrito francês;O espírito santo no computador;Direito ao sonho em paz;Evangelho da cólera coletiva;Vencedor versus perdedor;Legião dos desesperados;Verso e reverso;Para a existência de um grupo mineiro;Lembrança de Augusto Frederico Schmidt;Mário de Andrade continua;Saudades de abril;Cruzada contra o monstro;Sr. Redator;O humilde ofício de ler;O sonhado país de delícias;Perna, um brasileiro;Meios pobres: livros e letras;Por que Grahan Greene não esteve aqui;Li o Jornaleco, que evidentemente pode melhorar;Carlos Bracher vive;No tempo da palmatória;O jubileu está de volta;Enfim a grota;O mel do passado;Um tiro só;Os dois Brasis ou Odete e Luiza;Por quem dobram os sinos;Sim, que haja escola de comunicação;Noruega: o país dos barcos e dos navegantes audazes;Da caridosa polé ao potro gentil;Rosa dos ventos;Namorado morto;Como caem os dentes de leite;De olhos no chão;Três exercícios;O Minas aprende a voar;Entre a mulher e o diabo;Os fantasmas da catedral;Incêndio destrói em 8 horas centro histórico de Lisboa;Princípios sem fim;Louvores;Uma codorna, uma rolinha e a insegurança nacional;Os ladrões, o tema social nos contos do Sul;Itinerário de Cabo Frio;Mãe com bomba;S.W.;Congresso de escritores;O buraco negro do esquecimento;Tudo azul com o inferno verde;O paraíso não é mais aqui;O elo partido;O pintor e sua opção;Otávio de Faria: romancista panfletário;Quando ladra a violência;Mais prodígios marinhos;Natal pelas vitrines;Constituinte aponta omissão da Assembleia no caso do Triângulo;Cão que suja na cama;Com o diabo no corpo;Contra a mistificação;Convivas demais;Cultura e fatura;Depoimento e sugestão;Desculpa das arábias;Dois toques;É uma curiosa experiência;Enjoadinho e radioativo;Essa, não;Estabilidade e cansaço;Favor falar baixo;Flores de retórica e outras flores;Guerra e paz;Hora do exorcismo;Jornalismo responsável só é possível com jornalismo livre;Ler ou não ler: eis o dilema;Livros inúteis e perigosos;Memorial JK;Missão perigosa em Trieste (Diplomatic courier);Napoleão de hospício;Nênia para o MDB;Ninguém lê nada;No bom caminho de São João del-Rei;Nosso patrono e herói Pero Vaz;O futuro adiado;O poeta e seus mistérios;O que for soará;Ontem, nunca;Palavras do senhor dr. Otto Lara Resende, adido cultural à embaixada do Brasil, em representação do senhor embaixador;Qual o sentido que o herói de Cervantes tem para o homem moderno? Quem é para você D. Quixote?;Que será?;Quem é carioca;Quem tem medo de Seu Artur?;Quid veritas?;Rocha de certeza;Saia o ato e deixem a banda passar;Sarna que coça;Segunda mão;Silêncio, por favor;Sinfonia de uma cidade (Sous le ciel de Paris);Só a mulher peca (Clash by night);Sob o sol da Páscoa;Somos todos vítimas;Sonhos de verão;Tambores distantes (Distant drums);Tragédia burguesa completa: o sonho do autor enfim realizado;Tudo que não estiver muito claro neste país, é a favor do governo;Última cartada;Um beijo na orelha esquerda;Um cavalo chamado Brasil;Um raio pode apagar a luz;Uma bala no coração;Universo padrasto;Nelson Rodrigues: o que estraga o teatro são os atores e o público;Sábado à tarde
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Quem tem medo de Seu Artur?
Reportagem
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
8 de outubro de 1966

Poeta do encontro
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Poeta do encontro
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
28 de novembro de 1992

O futuro visto de costas;O sineiro;Puzo, a fórmula do sucesso nas malhas da máfia;Entre lobo e cão;Zero absoluto;Homenagem a João Camilo;Um menino inútil;Nem 8, nem 80: 88;O homem com a minha cara;O tirano (The strange door);Com o romancista Octávio de Faria;Constituinte: o laboratório;Esplendor e sepultura;Sim, as estátuas riem;Isso passa;Um pássaro das tormentas;Nuvens de desespero (The clouded yellow);O homem que não gostava de abacate;Os milhões de viúva;Cultura também fatura;Lisboa: um momento, uma mensagem;Um senhor Elói Pontes;Farsanterias;Capitães do asfalto;Passagem pelo estreito;Rota de colisão;Finalmente;Tabuleta de ontem, de hoje, de sempre;O caminho da esperança (Il camino della speranza);Minas, os intelectuais e uma revista;Vida e poesia: Murilo Mendes;O deserto e suas miragens;Carambouillage;Pelo correio;Do jornalista Otto Lara Resende;Documento muito pessoal;São coisas assim;Tremores;O diabo no rodamoinho;Cem mil sóis: terceira mineração;Cala-te boca;Cansado como um rio;Cineminha de segunda-feira;Denso e terrível: Brasil;Dinamarca: vacas e crianças num jardim de felicidade;Escuridão ao meio-dia;Fala, memória;Francis' fun fair/Dosagem errada;Fuga e persistência da imagem;Há cinquenta anos;Marcha, soldado;Mimoso poder;Modo de ser: várias versões;Na altura do céu;O adiado mundo de amanhã;O apocalipse viaja de avião;O mau humor de Camus;O poético bacilo da longevidade;O quarto dígito;O rito e o mito;O segredo violado;Os livros e um livro;Papini;Presença da poesia;Quando a República era novidade;Quem matou Maluf;Rato ator rota: tora tora tora;Reforma social cristã;Saco de gatos contra gatos-pingados;Sem cocar nem botoque;Semostração;Sósias e imitadores;Suécia: uma vitória do trabalho sobre a natureza;Terras do norte (The wild north);Um ilustre desconhecido;Uma revista literária...;Velhos piratas, nova galera;Vila Rica, cidade livre
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Farsanterias
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
15 de maio de 1983