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Benedito Lacerda, Breno da Silveira e Pixinguinha
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Benedito Lacerda, Breno da Silveira e Pixinguinha
Churrasco oferecido ao ex-deputado Breno da Silveira no sítio deste, em Jacarepaguá. Ao centro: Benedito Lacerda (com a flauta), Breno da Silveira e Pixinguinha (com o saxofone). Benedito Lacerda [Benedicto Lacerda] (Macaé, RJ, 14/03/1903 - Rio de Janeiro, 16/02/1958): compositor, instrumentista (flauta), regente, cantor e diretor de conjunto. Foi integrante dos grupos Boêmios da Cidade, Gente do Morro e Conjunto Regional de Benedito Lacerda. Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973): compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente. Fez parte do Grupo do Caxangá, do grupo Os Oito Batutas, da Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu, entre outros. Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 23 de abril, passou a ser o Dia do Choro, através de lei sancionada em 04/09/2000. Irmão do cantor, compositor e instrumentista (violão, banjo e cavaquinho) China [Octávio Littleton da Rocha Vianna] (Rio de Janeiro, 16/05/1888 - Rio de Janeiro, 19/08/1926), integrante do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas.
Alberto Rego
Jacarepaguá
19 de março de 1955

Donga, Russo do Pandeiro, dr. Ravasco e Benedito Lacerda
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Donga, Russo do Pandeiro, dr. Ravasco e Benedito Lacerda
Donga, Russo do Pandeiro, J. A. Ravasco de Andrade e Benedito Lacerda com Jupira e suas Cabrochas, em churrasco oferecido ao ex-deputado Breno da Silveira no sítio deste, em Jacarepaguá. Donga [Ernesto Joaquim Maria dos Santos] (Rio de Janeiro, 05/04/1889 - Rio de Janeiro, 25/08/1974): compositor e instrumentista (violão e prato-e-faca). Fez parte do Grupo do Caxangá e dos grupos Os Oito Batutas, Carlito Jazz, Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, Grupo da Guarda Velha e Grupo da Velha Guarda. Foi casado com a cantora Zaíra de Oliveira (Rio de Janeiro, 1891 - Rio de Janeiro, 15/08/1952) e com a cantora e compositora Vó Maria [Maria das Dores Santos Conceição] (Mendes, RJ, 05/05/1911 - Rio de Janeiro, 16/05/2015). Pai da museóloga e escritora Lygia Santos [Lygia de Oliveira dos Santos] (Rio de Janeiro, 01/01/1934 - Rio de Janeiro, 01/06/2025), fruto de seu casamento com Zaíra de Oliveira. Russo do Pandeiro [Antônio Cardoso Martins] (São Paulo, 29/01/1913 - Rio de Janeiro, 16/05/1985): instrumentista (pandeiro) e compositor. Fez parte do grupo Gente do Morro, do Regional de Benedito Lacerda e do conjunto Russo and the Samba Kings. J. A. Ravasco de Andrade [João Alfredo Ravasco de Andrade]: advogado e político. Benedito Lacerda [Benedicto Lacerda] (Macaé, RJ, 14/03/1903 - Rio de Janeiro, 16/02/1958): compositor, instrumentista (flauta), regente, cantor e diretor de conjunto. Foi integrante dos grupos Boêmios da Cidade, Gente do Morro e Conjunto Regional de Benedito Lacerda. Jupira e suas Cabrochas: conjunto de coristas e dançarinas de samba, liderado por Jupira Brasil [Francelina Xavier Pereira].
Alberto Rego
Jacarepaguá
19 de março de 1955

Pixinguinha e Beti
Arquivo/Coleção: Pixinguinha
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Pixinguinha e Beti
Pixinguinha (ao centro, de camisa branca) e Beti (de roupa amarela) durante feijoada na casa de amigos. Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973): compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente. Fez parte do Grupo do Caxangá, do grupo Os Oito Batutas, da Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu, entre outros. Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 23 de abril, passou a ser o Dia do Choro, através de lei sancionada em 04/09/2000. Irmão do cantor, compositor e instrumentista (violão, banjo e cavaquinho) China [Octávio Littleton da Rocha Vianna] (Rio de Janeiro, 16/05/1888 - Rio de Janeiro, 19/08/1926), integrante do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas. Beti [Albertina Nunes Pereira] (Belém, PA, 22/09/1898 - Rio de Janeiro, 07/06/1972): cantora e dançarina, conhecida pelo nome artístico de Jandira Aymoré. Casou-se com Pixinguinha em São Paulo no dia 05/01/1927.
Jacarepaguá
1972

Pixinguinha e Beti
Arquivo/Coleção: Pixinguinha
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Pixinguinha e Beti
Pixinguinha e Beti durante feijoada na casa de amigos. Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973): compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente. Fez parte do Grupo do Caxangá, do grupo Os Oito Batutas, da Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu, entre outros. Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 23 de abril, passou a ser o Dia do Choro, através de lei sancionada em 04/09/2000. Irmão do cantor, compositor e instrumentista (violão, banjo e cavaquinho) China [Octávio Littleton da Rocha Vianna] (Rio de Janeiro, 16/05/1888 - Rio de Janeiro, 19/08/1926), integrante do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas. Beti [Albertina Nunes Pereira] (Belém, PA, 22/09/1898 - Rio de Janeiro, 07/06/1972): cantora e dançarina, conhecida pelo nome artístico de Jandira Aymoré. Casou-se com Pixinguinha em São Paulo no dia 05/01/1927.
Jacarepaguá
1972

Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Inspirado na Maison de Répos de Artistes Dramatiques Français, fundada em 1840 pelo barão Isidore Taylor (1789 - 1879), nos arredores de Paris, o ator Leopoldo Fróes (1882 - 1932) criou no Rio de Janeiro, então a capital administrativa e cultural do Brasil, a Casa dos Artistas, destinada a profissionais idosos que viveram da música, do teatro, do cinema, da televisão, do rádio ou do circo, tanto como estrelas como atuando nos bastidores. Foi oficialmente fundada em 13 de agosto de 1918, no Teatro Trianon, por 68 profissionais. Seus primeiros presidente e vice-presidente foram os atores Leopoldo Fróes e Eduardo Leite (1868 - 1920), eleitos poucos dias depois. A sede social da Casa dos Artistas ficava na rua Espírito Santo, 53. O terreno do Retiro dos Artistas, localizado em Jacarepaguá, foi doado pelo tcheco Frederico Figner (1866 - 1947), fundador da Casa Edison, pioneiro na comercialização de fonógrafos no Brasil. A primeira sede do Retiro dos Artistas foi inaugurada em 25 de abril de 1919 (A Noite, 26 de abril de 1919, primeira coluna). A pedra fundamental da atual sede, no mesmo terreno da primeira, foi lançada em 20 de novembro de 1922, e a inauguração aconteceu em 20 de janeiro de 1925
Jacarepaguá
1931

Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Inspirado na Maison de Répos de Artistes Dramatiques Français, fundada em 1840 pelo barão Isidore Taylor (1789 - 1879), nos arredores de Paris, o ator Leopoldo Fróes (1882 - 1932) criou no Rio de Janeiro, então a capital administrativa e cultural do Brasil, a Casa dos Artistas, destinada a profissionais idosos que viveram da música, do teatro, do cinema, da televisão, do rádio ou do circo, tanto como estrelas como atuando nos bastidores. Foi oficialmente fundada em 13 de agosto de 1918, no Teatro Trianon, por 68 profissionais. Seus primeiros presidente e vice-presidente foram os atores Leopoldo Fróes e Eduardo Leite (1868 - 1920), eleitos poucos dias depois. A sede social da Casa dos Artistas ficava na rua Espírito Santo, 53. O terreno do Retiro dos Artistas, localizado em Jacarepaguá, foi doado pelo tcheco Frederico Figner (1866 - 1947), fundador da Casa Edison, pioneiro na comercialização de fonógrafos no Brasil. A primeira sede do Retiro dos Artistas foi inaugurada em 25 de abril de 1919 (A Noite, 26 de abril de 1919, primeira coluna). A pedra fundamental da atual sede, no mesmo terreno da primeira, foi lançada em 20 de novembro de 1922, e a inauguração aconteceu em 20 de janeiro de 1925
Jacarepaguá
1931

Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Inspirado na Maison de Répos de Artistes Dramatiques Français, fundada em 1840 pelo barão Isidore Taylor (1789 - 1879), nos arredores de Paris, o ator Leopoldo Fróes (1882 - 1932) criou no Rio de Janeiro, então a capital administrativa e cultural do Brasil, a Casa dos Artistas, destinada a profissionais idosos que viveram da música, do teatro, do cinema, da televisão, do rádio ou do circo, tanto como estrelas como atuando nos bastidores. Foi oficialmente fundada em 13 de agosto de 1918, no Teatro Trianon, por 68 profissionais. Seus primeiros presidente e vice-presidente foram os atores Leopoldo Fróes e Eduardo Leite (1868 - 1920), eleitos poucos dias depois. A sede social da Casa dos Artistas ficava na rua Espírito Santo, 53. O terreno do Retiro dos Artistas, localizado em Jacarepaguá, foi doado pelo tcheco Frederico Figner (1866 - 1947), fundador da Casa Edison, pioneiro na comercialização de fonógrafos no Brasil. A primeira sede do Retiro dos Artistas foi inaugurada em 25 de abril de 1919 (A Noite, 26 de abril de 1919, primeira coluna). A pedra fundamental da atual sede, no mesmo terreno da primeira, foi lançada em 20 de novembro de 1922, e a inauguração aconteceu em 20 de janeiro de 1925
Jacarepaguá
1931

Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Arquivo/Coleção: Diários Associados
036ACASA0076F002.jpg
Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Inspirado na Maison de Répos de Artistes Dramatiques Français, fundada em 1840 pelo barão Isidore Taylor (1789 - 1879), nos arredores de Paris, o ator Leopoldo Fróes (1882 - 1932) criou no Rio de Janeiro, então a capital administrativa e cultural do Brasil, a Casa dos Artistas, destinada a profissionais idosos que viveram da música, do teatro, do cinema, da televisão, do rádio ou do circo, tanto como estrelas como atuando nos bastidores. Foi oficialmente fundada em 13 de agosto de 1918, no Teatro Trianon, por 68 profissionais. Seus primeiros presidente e vice-presidente foram os atores Leopoldo Fróes e Eduardo Leite (1868 - 1920), eleitos poucos dias depois. A sede social da Casa dos Artistas ficava na rua Espírito Santo, 53. O terreno do Retiro dos Artistas, localizado em Jacarepaguá, foi doado pelo tcheco Frederico Figner (1866 - 1947), fundador da Casa Edison, pioneiro na comercialização de fonógrafos no Brasil. A primeira sede do Retiro dos Artistas foi inaugurada em 25 de abril de 1919 (A Noite, 26 de abril de 1919, primeira coluna). A pedra fundamental da atual sede, no mesmo terreno da primeira, foi lançada em 20 de novembro de 1922, e a inauguração aconteceu em 20 de janeiro de 1925
Jacarepaguá
1931

Fazenda do Quitite
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Fazenda do Quitite
Georges Leuzinger
Jacarepaguá
circa 1865