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Praça da Constituição
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0033.jpg
Praça da Constituição
A estátua eqüestre de D. Pedro I foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Auguste Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos. A praça Tiradentes era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Georges Leuzinger
Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
circa 1865

Aleia das palmeiras no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0063.jpg
Aleia das palmeiras no Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Georges Leuzinger
Bairro do Jardim Botânico
circa 1867