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Vista do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Pão de Açúcar
O Pão de Açúcar visto da entrada da Baía de Guanabara. À esquerda, a antiga Escola Militar, já reformada, juntamente com outros pavilhões da Exposição de 1908 na praia Vermelha. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1910

Vista do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Pão de Açúcar
O Pão de Açúcar visto da entrada da Baía de Guanabara. À esquerda, a antiga Escola Militar, já reformada, juntamente com outros pavilhões da Exposição de 1908 na praia Vermelha. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1910

Vista do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN005151.jpg
Vista do Pão de Açúcar
O Pão de Açúcar visto da entrada da Baía de Guanabara. À esquerda, a antiga Escola Militar, já reformada, juntamente com outros pavilhões da Exposição de 1908 na praia Vermelha. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1910

Exposição Internacional do Centenário da Independência
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Photo Bippus Rio
Centro
1922