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Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo (Conjunto Carmelita)
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRRJ011-020.jpg
Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo (Conjunto Carmelita)
O conjunto arquitetônico composto pela Igreja e Convento do Carmo está situado em frente ao mar, e começou a ser construído em 1593. Primitivamente, o local abrigava uma modesta Casa de Missão. O atual conjunto data de 1625, erguido em terreno doado às Carmelitas em 1623. Feito em arquitetura colonial, bastante simples, resistiu ao bombardeio durante as invasões francesas de 1710 e a algumas reformas, dentre elas a que adaptou parte de uma das alas do convento para o colégio, em 1918. A igreja possui nave única, capela-mor com teto abobado, altar-mor com três nichos, altares laterais, portas que dão para o convento, púlpitos e coro em madeira. No seu interior, destacam-se a imagem de Nossa Senhora da Saúde e o Cristo Crucificado.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça General Osório (Largo do Carmo) ; Centro
1970s

Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo (Conjunto Carmelita)
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRRJ011-048.jpg
Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo (Conjunto Carmelita)
O conjunto arquitetônico composto pela Igreja e Convento do Carmo está situado em frente ao mar, e começou a ser construído em 1593. Primitivamente, o local abrigava uma modesta Casa de Missão. O atual conjunto data de 1625, erguido em terreno doado às Carmelitas em 1623. Feito em arquitetura colonial, bastante simples, resistiu ao bombardeio durante as invasões francesas de 1710 e a algumas reformas, dentre elas a que adaptou parte de uma das alas do convento para o colégio, em 1918. A igreja possui nave única, capela-mor com teto abobado, altar-mor com três nichos, altares laterais, portas que dão para o convento, púlpitos e coro em madeira. No seu interior, destacam-se a imagem de Nossa Senhora da Saúde e o Cristo Crucificado.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça General Osório (Largo do Carmo) ; Centro
1970s

Vista do mar
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017CUHA002-036.jpg
Vista do mar
Augusto Carlos da Silva Telles
Havana
s.d.

Cabo Espichel
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017POSE003-004.jpg
Cabo Espichel
Augusto Carlos da Silva Telles
Setúbal
s.d.

Ermida da Memória
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017POSE003-006.jpg
Ermida da Memória
Augusto Carlos da Silva Telles
Sesimbra
s.d.

Ermida da Memória
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017POSE003-007.jpg
Ermida da Memória
Augusto Carlos da Silva Telles
Sesimbra
s.d.

Vista do mar
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017POSE003-021.jpg
Vista do mar
Augusto Carlos da Silva Telles
Setúbal
s.d.

Série Bahia Antiga e Nova
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
02404BA0705.jpg
Série Bahia Antiga e Nova
Fotografia integra conjunto realizado no início da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fotografou aspectos culturais e sociais do estado da Bahia. A fotógrafa registrou personalidades do meio cultural baiano como Jorge Amado, Camafeu de Oxossi e Mestre Pastinha; e importantes manifestações culturais como os Filhos de Gandhi, o Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê e a Lavagem do Bonfim. Algumas dessas fotografias foram publicadas em 1996, com o título, “Bahia Amada/Amado ou o amor à liberdade & a liberdade no amor”. A publicação intercala as fotografias com textos selecionados de doze obras de Jorge Amado. Em 1999, Maureen Bisilliat e Marcelo Tassara dirigem o documentário “Bahia Amada Amado” que tem como objetivo homenagear o escritor baiano Jorge Amado e os povos negros. A produção audiovisual utiliza diversas imagens em preto e branco e em cores selecionadas do acervo da fotógrafa.
Maureen Bisilliat
BA
1972

Série Bahia Antiga e Nova
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
02404BA0711.jpg
Série Bahia Antiga e Nova
Fotografia integra conjunto realizado no início da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fotografou aspectos culturais e sociais do estado da Bahia. A fotógrafa registrou personalidades do meio cultural baiano como Jorge Amado, Camafeu de Oxossi e Mestre Pastinha; e importantes manifestações culturais como os Filhos de Gandhi, o Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê e a Lavagem do Bonfim. Algumas dessas fotografias foram publicadas em 1996, com o título, “Bahia Amada/Amado ou o amor à liberdade & a liberdade no amor”. A publicação intercala as fotografias com textos selecionados de doze obras de Jorge Amado. Em 1999, Maureen Bisilliat e Marcelo Tassara dirigem o documentário “Bahia Amada Amado” que tem como objetivo homenagear o escritor baiano Jorge Amado e os povos negros. A produção audiovisual utiliza diversas imagens em preto e branco e em cores selecionadas do acervo da fotógrafa.
Maureen Bisilliat
BA
1972