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Praça 1817
Arquivo/Coleção: Cidades Brasileiras (postais)
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Praça 1817
Área ajardinada entre duas ruas estreitas, com pequeno quiosque, que termina em frente à igreja. Aparecem construções em diversos estilos arquitetônicos e transeuntes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1925

Ângulo da Praça Venâncio Neiva
Arquivo/Coleção: Cidades Brasileiras (postais)
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Ângulo da Praça Venâncio Neiva
A Praça Venâncio Neiva foi mandada construir em 1917 pelo presidente do Estado Francisco Camilo de Holanda, segundo o projeto do arquiteto Paschoal Fiorillo. Com jardins, fontes e coretos, foi inicialmente planejada para a prática de patinação. O ringue de patinação foi demolido pelo presidente João Pessoa, que em seu lugar mandou construir o pavilhão central para o chá das cinco, que ficou conhecido como Pavilhão do Chá. Foi batizada Venâncio Neiva em homenagem ao senador e ex-governador da Paraíba
Autoria não identificada
Centro
circa 1925

Rua Duque de Caxias, Ponto de 100 Rs.
Arquivo/Coleção: Cidades Brasileiras (postais)
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Rua Duque de Caxias, Ponto de 100 Rs.
Rua com sobradões, igreja e bonde elétrico. Ao lado da igreja, pode-se ver barraca vendendo "Chocolate. Bon-Boms..."
Autoria não identificada
Centro
circa 1925

Retrato de criança
Archive/Collection: Pedro Corrêa do Lago
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Retrato de criança
João Firpo
João Pessoa
circa 1880

Gregório Bezerra, preso político
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Gregório Bezerra, preso político
Gregório Bezerra nasceu na cidade de Panelas de Miranda, Pernambuco, em 13 de março de 1900. Filho de lavradores, ficou órfão aos 8 anos. Seu interesse pela política surgiu quando era ainda jovem. Numa greve em 1917, Gregório juntou-se a trabalhadores para reivindicar jornada de trabalho de 8 horas e lutar em favor da Revolução Bolchevique na Rússia. O episódio lhe rendeu uma acusação de perturbação da ordem pública que o manteve na prisão por cinco anos. Em 1922 alistou-se no Exército e, disposto a entrar para a Escola de Sargentos - o que ocorreu em 1929 -, decide se alfabetizar. Em 1930 ingressou no Partido Comunista e dois anos depois recebeu a missão de comandar um exército de analfabetos e flagelados da seca, que combateu os paulistas na Revolução Constitucionalista. Integrante da Aliança Nacional Libertadora, foi incumbido de deflagrar o movimento revolucionário no Recife, o que lhe valeu mais uma vez ordem de prisão. Por sua ligação a movimentos comunistas, foi condenado a 27 anos de prisão. Em 1942 foi transferido para o presídio da Ilha Grande e, no ano seguinte, foi enviado para o presídio Frei Caneca, ambos no Rio, e foi neste último que conheceu Luiz Carlos Prestes. Solto em 1945, recebeu do PCB a tarefa de reorganizar o partido em Pernambuco. Nas eleições de dezembro do mesmo ano foi eleito deputado federal para a Assembléia Nacional Constituinte, mas teve o mandato cassado em 1947, quando o partido foi colocado na ilegalidade. No ano seguinte foi preso por ordem do presidente Eurico Gaspar Dutra, acusado de incendiar um quartel em João Pessoa, Paraíba, e depois de dois anos foi absolvido. Continuou a militância política, mas já na ilegalidade, e foi mais uma vez detido, em 1957, pela participação nas Ligas Camponesas e na formação de sindicatos rurais. Ainda ligado ao movimento camponês e ao partido comunista, viajou para a China e União Soviética. A partir de 1964, com o golpe militar, Gregório foi mais uma vez processado e acusado de crime contra a pátria e de subversão. Foi libertado em 1969, tendo sido trocado junto com outros presos políticos pelo embaixador norte-americano Charles Elbrick, que havia sido seqüestrado. Foi enviado para o México, Cuba e União Soviética, onde tratou de sua debilitada saúde. De volta ao país em 1979, beneficiado pela Anistia, desligou-se do PCB por divergências internas, mas declarou manter-se fiel ao marxismo-leninismo. Em 1982 foi candidato a deputado federal pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) de Pernambuco, ficando apenas como suplente. Faleceu em São Paulo em 21 de outubro de 1983.
José Medeiros
João Pessoa
1949